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Vista Chinesa
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista Chinesa
Augusto Malta
Floresta da Tijuca
1906

Panorama do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Panorama do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar ao fundo
Tirada da Ilha das Cobras, esta fotografia nos dá um panorama da principal orla marítima da cidade. À direita vemos o Morro do Castelo com a igreja e o antigo Colégio dos Jesuítas. Construída em 1567, quando da chegada dos padres jesuítas na cidade, a igreja guardava verdadeiras relíquias, como a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Foi destruída, porém, em 1922, junto com o morro do Castelo. O Externato Santo Inácio, instituído desde 1903, em Botafogo, aproveitou alguma de suas relíquias, como o sino.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1865

Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índios de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho primitivo. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a lagoa até a desembocadura do rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira. Em primeiro plano, podemos ver por cima do morro os telhados da construção da chácara do Comendador Laje, o futuro Parque Laje. Vemos ainda na foto essa ponta sobre a lagoa, hoje aterrada, onde era a Chácara da Bica, depois Solar do Monjope.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1866