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Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
A iniciativa para a construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, compositor do Hino Nacional brasileiro, partiu de Francisca Gonzaga. Desde o início da década de 1920 a maestrina, que integrou o conselho fiscal da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - ao lado de nomes como Raphael Pinheiro, Serra Pinto, Raul Pederneiras, Claudio de Souza, Octavio Quintiliano -, defendeu nas reuniões internas da instituição a importância do maestro e de sua música para o Brasil. Após uma campanha de subscrição pública, coordenada por Victor Pujol, Avelino de Andrade e Francisca Gonzaga, a SBAT conseguiu angariar fundos para a construção do monumento. O mausoléu foi projetado por José Octávio Corrêa Lima, professor da Escola Nacional de Belas Artes, e inaugurado em 19 de novembro de 1926. A data, comemorativa do Dia da Bandeira, aponta para o teor cívico-patriótico da construção em homenagem ao músico.
Francisca Gonzaga
Rio de Janeiro
15 de junho de 1923

Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
A iniciativa para a construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, compositor do Hino Nacional brasileiro, partiu de Francisca Gonzaga. Desde o início da década de 1920 a maestrina, que integrou o conselho fiscal da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - ao lado de nomes como Raphael Pinheiro, Serra Pinto, Raul Pederneiras, Claudio de Souza, Octavio Quintiliano -, defendeu nas reuniões internas da instituição a importância do maestro e de sua música para o Brasil. Após uma campanha de subscrição pública, coordenada por Victor Pujol, Avelino de Andrade e Francisca Gonzaga, a SBAT conseguiu angariar fundos para a construção do monumento. O mausoléu foi projetado por José Octávio Corrêa Lima, professor da Escola Nacional de Belas Artes, e inaugurado em 19 de novembro de 1926. A data, comemorativa do Dia da Bandeira, aponta para o teor cívico-patriótico da construção em homenagem ao músico.
Francisca Gonzaga
Rio de Janeiro
15 de junho de 1923

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Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta de esclarecimento
Carta a F.A. Pereira (Casa Vieira Machado) explicando o motivo de não enviar selos para a edição de "Lua Branca", composição de Chiquinha Gonzaga.
João Baptista Gonzaga
Rio de Janeiro
14 de julho de 1931

Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
A iniciativa para a construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, compositor do Hino Nacional brasileiro, partiu de Francisca Gonzaga. Desde o início da década de 1920 a maestrina, que integrou o conselho fiscal da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - ao lado de nomes como Raphael Pinheiro, Serra Pinto, Raul Pederneiras, Claudio de Souza, Octavio Quintiliano -, defendeu nas reuniões internas da instituição a importância do maestro e de sua música para o Brasil. Após uma campanha de subscrição pública, coordenada por Victor Pujol, Avelino de Andrade e Francisca Gonzaga, a SBAT conseguiu angariar fundos para a construção do monumento. O mausoléu foi projetado por José Octávio Corrêa Lima, professor da Escola Nacional de Belas Artes, e inaugurado em 19 de novembro de 1926. A data, comemorativa do Dia da Bandeira, aponta para o teor cívico-patriótico da construção em homenagem ao músico.
Francisca Gonzaga
Rio de Janeiro
15 de junho de 1923

Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
CG_51_066_001.jpg
Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
A iniciativa para a construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, compositor do Hino Nacional brasileiro, partiu de Francisca Gonzaga. Desde o início da década de 1920 a maestrina, que integrou o conselho fiscal da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - ao lado de nomes como Raphael Pinheiro, Serra Pinto, Raul Pederneiras, Claudio de Souza, Octavio Quintiliano -, defendeu nas reuniões internas da instituição a importância do maestro e de sua música para o Brasil. Após uma campanha de subscrição pública, coordenada por Victor Pujol, Avelino de Andrade e Francisca Gonzaga, a SBAT conseguiu angariar fundos para a construção do monumento. O mausoléu foi projetado por José Octávio Corrêa Lima, professor da Escola Nacional de Belas Artes, e inaugurado em 19 de novembro de 1926. A data, comemorativa do Dia da Bandeira, aponta para o teor cívico-patriótico da construção em homenagem ao músico.
Francisca Gonzaga
Rio de Janeiro
15 de junho de 1923

Carta a Djalma Bittencourt com orientações após seu falecimento.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta a Djalma Bittencourt com orientações após seu falecimento.
João Baptista Gonzaga
Rio de Janeiro
19 de outubro de 1960

Prestação de contas da diretoria do ano de 1930
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Prestação de contas da diretoria do ano de 1930
Azeredo Coutinho
Rio de Janeiro
1930

Relação dos direitos a pagar pela Sociedade Brasileira de Autores Teatrais em 31 de dezembro de 1930
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Relação dos direitos a pagar pela Sociedade Brasileira de Autores Teatrais em 31 de dezembro de 1930
Abadie FARIA ROSA
Rio de Janeiro
6 de janeiro de 1931