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Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Na Terra II
Depoimento
Adair José Aguiar
Campo Grande
Século XX

Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Carta a Erico Verissimo nos 40 anos da sua vida literária;-;-;-;-;Primavera judaica;-;-;-;-;Outono;-;Quem é esse menino?;-;-;Escritores e livros;One family's property and pride;-;-;Ladrão de gado;-;-;-;Música ao longe;-;-;-;John dos Passos, um homem que propõe o diálogo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Books in review: brilliant brazilian novelist writes historical novel;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Clarissa. Primeiro romance, depois vida;Erico, o combatente tranquilo;Solo de clarineta: memórias de Erico Verissimo;-;-;-;Erico: o escritor das mensagens acidentais;-;Erico Verissimo percorre caminhos do amor de perdição;Os escritores do bairro Petrópolis;Erico Verissimo;Time and the wind;Novelist to talk;Erico, doze horas, um prisioneiro olhando-se para a frente;Uma história brasileira;O escritor das mensagens acidentais;Incidente em Antares: a falência do maravilhoso
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Música ao longe
Depoimento
Adair José Aguiar
Campo Grande
Século XX

Os últimos livros;Erico Verissimo to lecture on brazilian books;-;Solo de clarineta I;-;-;O realismo social de Erico Verissimo: 1ª parte;-;O senhor embaixador;La obra de um novelista brasileno;-;Verissimo, autor nosso;Pela primeira vez Erico Verissimo virou personagem de Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo: Nacht;-;-;-;-;Erico e Clarissa;-;-;-;-;-;-;Um artista: Solo de clarineta define um estilo;-;-;-;Os quarenta anos de vida literária de Erico Verissimo;-;Erico e Eça, 60 anos não os separam!;-;-;Atos;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Poesia em estado natural;Ladrão de gado;Caminhos cruzados;Erico Verissimo: o escritor descobre a si mesmo;Solo de clarineta por Erico Verissimo;Erico Verissimo acaba de apresentar queixa-crime contra o padre Leonardo Fritzen!;-;-;-;Brazil historical novel has family feuding 150 years;Contra la violencia;Erico: quatorze anos de O tempo e o vento;-;E eu bebia o vinho da vida...;Erico Verissimo;Erico: repórter em Israel;Importância (e beleza) da sinceridade;Story of Brazil is not all nuts
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Caminhos cruzados
Depoimento
Adair José Aguiar
Campo Grande
Século XX

Homens do povo Kalapalo
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens do povo Kalapalo
Os kalapalo (ou calapalo) são um dos quatro grupos de língua karib que habitam o Parque Indígena do Xingu, na região do Alto Xingu. A família lingüística da qual fazem parte tem origem em dialetos de uma língua que pertence ao ramo da Guiana Meridional. O nome kalapalo foi inicialmente atribuído ao grupo por não-índios, que possuíam como referência uma aldeia com esse nome já abandonada. Nessa época os índios mudaram-se da região de Kalapalo para uma área vizinha chamada Kwapïgï, que por sua vez foi sucedida pela aldeia Kanugijafïtï, abandonada em 1961. O que se chama hoje por kalapalo, portanto, é uma comunidade composta de gente cujos ancestrais são associados a diferentes comunidades. As antigas aldeias da tribo localizavam-se nas margens do Kuluene, mas foram deslocados na década de 1960, quando os limites do Parque do Xingu foram estabelecidos.
José Medeiros
MT
1949

Utebrewe Xavante
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Utebrewe Xavante
A fotografia foi tirada por Medeiros durante a cobertura jornalística à Segunda Expedição Aeronáutica Roncador-Xingu-Tapajós, comandada pelo brigadeiro Raymundo Aboim e publicada na revista O Cruzeiro de 29 de julho de 1950, na matéria intitulada "Os guerreiros da barriga pintada" .O povo Xavante resistiu enquanto pode ao contato com os não-índios, o que levou a opinião pública da década de 1950 caracterizar esse povo como feroz e belicoso. No entanto, a partir do Programa de Integração Nacional na década de 40, eles foram forçados a aceitar o contato, culminando em 1957, quando foram totalmente rendidos já exauridos por epidemias, perseguições e massacres. Na década de 1970, assumiram nova postura de luta política, personificada em líderes como Celestino e Mario Juruna (ex-deputado federal), que conheciam e reivindicavam direitos civis aos seus povos. Ocupam atualmente o leste do Mato Grosso.
José Medeiros
Serra do Roncador
1949

Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Expedição do Serviço de Proteção aos Índios para realizar o primeiro contato com o povo Txucarramãe
Arquivo/Coleção: Henri Ballot
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Expedição do Serviço de Proteção aos Índios para realizar o primeiro contato com o povo Txucarramãe
Fotografias realizadas durante a expedição do SPI, comandada pelos irmãos Villas Bôas, para fazer o primeiro contato oficial com o povo Txucarramãe, nas proximidades da Cachoeira von Martius, no Alto Xingu, a 350 quilómetros do Posto Capitão Vasconcelos, do SPI. Algumas das imagens realizadas durante a expedição foram publicadas na matéria "Tik, prisioneira branca dos Txucarramãe", da revista O Cruzeiro, em 2 de janeiro de 1954, com texto de Jorge Ferreira e fotos de Henri Ballot.
Henri Ballot
Cachoeira von Martius Xingu
1953

Expedição do Serviço de Proteção aos Índios para realizar o primeiro contato com o povo Txucarramãe
Arquivo/Coleção: Henri Ballot
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Expedição do Serviço de Proteção aos Índios para realizar o primeiro contato com o povo Txucarramãe
Fotografias realizadas durante a expedição do SPI, comandada pelos irmãos Villas Bôas, para fazer o primeiro contato oficial com o povo Txucarramãe, nas proximidades da Cachoeira von Martius, no Alto Xingu, a 350 quilómetros do Posto Capitão Vasconcelos, do SPI. Algumas das imagens realizadas durante a expedição foram publicadas na matéria "Tik, prisioneira branca dos Txucarramãe", da revista O Cruzeiro, em 2 de janeiro de 1954, com texto de Jorge Ferreira e fotos de Henri Ballot.
Henri Ballot
Cachoeira von Martius Xingu
1953