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Indígena Kamaiurá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0088.jpg
Indígena Kamaiurá
Os Kamaiurá, que ocupam a região do Alto Xingu, são pertencentes ao grupo lingüístico tupi-guarani. Juntamente com outros povos que ocupam o Xingu, eles participam de rituais intergrupais como o Kwarup (ou Quarup, a festa dos mortos), o Jawari (festa de celebração dos guerreiros) e o Moitará (encontro para trocas formalizadas). Segundo pesquisadores, os primeiros contatos dos kamaiurá com os não-indígenas teria sido na década de 1880, na expedição do etnólogo alemão Karl von den Stein.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895

Aldeia dos indígenas Kuikuro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0089.jpg
Aldeia dos indígenas Kuikuro
Os kuikuro constituem atualmente o maior grupo indígena do Alto Xingu. Os kuikuro pertencem ao tronco lingüístico carib, e teriam penetrado a região xinguana na primeira metade do século XVIII, vindos do leste. Segundo a tradição dos próprios indígenas, sua origem teria se dado após a separação de um grupo liderado por alguns chefes do antigo complexo das aldeias de oti ("campo"), situada no alto curso do rio Burití, provavelmente em meados do século XIX. Os que ficaram em óti teriam dado origem ao grupo que hoje é chamado de Matipu.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895

Grupo no despenhadeiro do planalto (Chapada)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0001.jpg
Grupo no despenhadeiro do planalto (Chapada)
Hermann Meyer
MT
circa 1897

Rio Ronuro, afluente esquerdo do Xingu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0002.jpg
Rio Ronuro, afluente esquerdo do Xingu
Hermann Meyer
Rio Ronuro
circa 1898

Queda d’água no rio Jatobá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0003.jpg
Queda d’água no rio Jatobá
Hermann Meyer
Rio Jatobá
circa 1898

Corredeira no Rio Jatobá, braço esquerdo do Xingu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0004.jpg
Corredeira no Rio Jatobá, braço esquerdo do Xingu
Hermann Meyer
Rio Jatobá
circa 1898

Rio Jatobá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0005.jpg
Rio Jatobá
Hermann Meyer
Rio Jatobá
circa 1898

Rio Jatobá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0006.jpg
Rio Jatobá
Hermann Meyer
Rio Jatobá
circa 1898

Habitação às margens do Rio Cuiabá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0007.jpg
Habitação às margens do Rio Cuiabá
O rio Cuiabá é inicialmente formado por dois cursos d'água, o Cuiabá do Bonito e o Cuiabá da Larga, que afloram entre as serras azuis e Cuiabá. Quando os dois riachos se encontram, na região de Limoeiro, recebem o nome de Cuiabazinho. Somente após encontrar o rio Manso suas águas dobram de volume e o rio recebe o nome Cuiabá. A história e o desenvolvimento não só da cidade de Cuiabá, mas também do estado do Mato Grosso como um todo, está intimamente ligada ao rio de mesmo nome. Foram às suas margens que estabeleceram-se negros e portugueses, juntando-se aos indígenas que já habitavam a terra. Com a descoberta de ouro no século XVIII o povoado inicial transferiu-se para as margens do rio, e era por ele que chegavam os indivíduos escravizados, alimentos e outros exploradores em busca de riquezas e terras férteis. Segundo historiadores, se não fosse o rio, a tentativa de povoar a região não teria tido sucesso algum.
Hermann Meyer
Rio Cuiabá
circa 1898