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Púlpito no interior de igreja
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Púlpito no interior de igreja
Augusto Carlos da Silva Telles
CE
circa 1970

Púlpito no interior de igreja
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Púlpito no interior de igreja
Augusto Carlos da Silva Telles
CE
circa 1970

Moedor de cana antigo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Moedor de cana antigo
A Fazenda do Rio São João teve sua origem entre o final do século XVIII e o início do século XIX e está relacionada ao Capitão João Alves Teixeira, que teria pedido em 1797 uma carta de sesmaria das terras onde vivia. A fazenda, inicialmente formada por grupamentos de construção, logo transformou-se numa quadra que rodeia o pátio central, com mirante na frente e nos fundos. Além do casarão assobradado, destacam-se no terreno da fazenda a capela e o cemitério de escravos.
Augusto Carlos da Silva Telles
Fazenda do Rio São João
1970s

Moedor de cana antigo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG001-044.jpg
Moedor de cana antigo
A Fazenda do Rio São João teve sua origem no final do século XVIII ou início do século XIX e está relacionada ao Capitão João Alves Teixeira, que teria pedido em 1797 uma carta de sesmaria das terras onde vivia. A fazenda, inicialmente formada por grupamentos de construção, logo transformou-se numa quadra que rodeia o pátio central, com mirante na frente e nos fundos. Além do casarão assobradado, destacam-se no terreno da fazenda a capela e o cemitério de escravos.
Augusto Carlos da Silva Telles
Fazenda Rio São João
1970s

Igreja Matriz de Santo Antônio - órgão
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja Matriz de Santo Antônio - órgão
A igreja Matriz de Santo Antônio começou a ser construída em 1710 no lugar da primeira Matriz da Comarca do Rio das Mortes, por iniciativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento, fundada naquele mesmo ano. O templo está sobre uma grande colina e sua fachada apresenta duas torres bem desenhadas, frontão composto por duas largas volutas e é ornamentada com rocalhas encimadas por pináculos. O frontispício foi concluído entre 1810 e 1816, com risco de Aleijadinho e obras a cargo do mestre Cláudio Pereira Viana, responsável também pela escadaria e balaustrada do adro. Toda a fachada do templo foi feito em taipa, tijolos e argamassa. No interior da igreja há seis altares e o altar-mor, e a talha da capela-mor é considerada um dos mais belos exemplos de talha barroca D. João V no Brasil. Em 1786 a Irmandade encomendou um novo órgão em Portugal, para substituir o pequeno instrumento que ficava no coro da Matriz. A parte mecânica chegou a Tiradentes em 1788, e foi contratado o entalhador Salvador de Oliveira para desenhar a caixa do órgão e executar a talha. A pintura e o douramento, feitos em 1798, ficaram a cargo de Manoel Victor de Jesus.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Roda de mineração
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Roda de mineração
O Museu do Ouro está instalado na antiga Casa de Fundição e Intendência de Sabará, criada entre 1720 e 1730 e cuja função era controlar a produção de ouro nas Minas Gerais. A fundição foi extinta em 1833 por ordem de D. Pedro II, e a casa ficou abandonada até o final do século XIX. Foi então levada a leilão e transformada em colégio. Posteriormente foi adquirida pela Companhia Siderúrgica Belgo Mineira, que em 1938 doou o prédio à União. A fundição passou então por obras de restauração, que mantiveram grande parte de suas características originais, e em 1945 foi transformada em museu.
Augusto Carlos da Silva Telles
Museu do Ouro ; Rua da Intendência
1970s

Igreja da Glória do Outeiro - sineira
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja da Glória do Outeiro - sineira
A igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, segundo a versão mais aceita sobre sua construção, foi erguida no século XVIII, por volta de 1714, projetada pelo engenheiro e arquiteto Tenente-Coronel José Cardoso de Ramalho. Com trabalhos ornamentais em talha no altar-mor, altares da nave, tribunas e coro, representando a transição entre o final do estilo rococó e o neoclássico, a igreja ficou pronta em 1739. O interior da igreja é decorado com azulejos setecentistas, cuja autoria é atribuída a Mestre Valentim.
Augusto Carlos da Silva Telles
Glória
1970s

Forte dos Reis Magos - canhão na ameia
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Forte dos Reis Magos - canhão na ameia
O Forte dos Reis Magos, erguido sobre os arrecifes da Praia do Forte e estrategicamente na foz do rio Potengi, levou 30 anos para ficar pronto, sendo finalmente inaugurado em 6 de janeiro de 1598, data em que se comemora o Dia de Reis. Foram empregados na sua construção principalmente areia, óleo de baleia, bronze e grandes pedras de granito trazidas de Portugal. O arquiteto responsável pelo projeto foi Gaspar de Samperes, que seguiu a linha arquitetônica da época, ou seja, uma fortaleza de cinco pontas. Em 1630 a fortificação foi dominada por holandeses, até que em 1654 os portugueses o retomaram. O conjunto arquitetônico é formado por casa de comando, quartéis, depósito, capela e casa de pólvora.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praia do Forte
1970s