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Comédia soviética no Oficina: quatro num quarto;Onde canta o sabiá;Pierre Fresnay e o teatro;-;Cantiga de ninar;-;Submissão carnal;Os nomes mágicos;-;-;O teatro e o cinema no Brasil;-;Teatro Brasileiro de Comédia revê os seus 50 anos;My way: Trajetória profissional;Eurydice ausente;Vestido de noiva: vencer barreira XV;-;-;-;Il sucesso;-;-;-;-;Falta de teatros;Amor sem despedida;A ronda dos malandros;Mulheres no crepúsculo;-;Duas estreias;Arnold Moss no T.B.C.;Clotilde;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Onde canta o sabiá
Gastão Tojeiro
Buenos Aires
1932

-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Le chiffonier de Paris;A revolução portuguesa;O soldado brasileiro: drama em quatro atos;-;-;-;-;-;-;-;-;Topaze de Pagnol/Notícias teatrais;La Vedova Scaltra;Elettra;Volpone;Vão Gogo no teatro;Holiday on ice;-;Ritmos e cores-jograis e Inezita;Censura e teatro;A senhoria, no TBC;Antonello Capobrigante;Festival de Comédia;Musset e Giraudoux;Variações nostálgicas
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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A revolução portuguesa
Gastão Tojeiro
Rio de Janeiro
1910s

-;-;Giovannetti e Bontempelli;L’Augellin Belverde no Municipal;Ordem e progresso na poesia;[Você conhece a via Láctea?];-;-;-;Teatro belga;-;Labiche e Goldoni;Entremez sobre o entremez;50 anos depois;-;-;-;-;-;-;Anfitrião entre nós;Le pauvre idiot ou le souterrain D’Heilberg;-;Não te assusta, Zacaria!;Tipos da atualidade;-;-;Reprises e Robert Young;Adorável Júlia voltará ao cartaz a peça de colaboracionista;[Livros];-;-;A palavra de Copeau;Picnic pelo P.T.C.;A vovozinha;La conchita;Morte e vida severina;Flor Tapuya;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-
Arquivo/Coleção: Decio de Almeida Prado (DAP)
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Carta
Elogio ao testemunho de Decio de Almeida Prado. Referência à transição do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) para o Teatro de Arena
Consuelo de Castro
São Paulo
maio de 1977

Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
A iniciativa para a construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, compositor do Hino Nacional brasileiro, partiu de Francisca Gonzaga. Desde o início da década de 1920 a maestrina, que integrou o conselho fiscal da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - ao lado de nomes como Raphael Pinheiro, Serra Pinto, Raul Pederneiras, Claudio de Souza, Octavio Quintiliano -, defendeu nas reuniões internas da instituição a importância do maestro e de sua música para o Brasil. Após uma campanha de subscrição pública, coordenada por Victor Pujol, Avelino de Andrade e Francisca Gonzaga, a SBAT conseguiu angariar fundos para a construção do monumento. O mausoléu foi projetado por José Octávio Corrêa Lima, professor da Escola Nacional de Belas Artes, e inaugurado em 19 de novembro de 1926. A data, comemorativa do Dia da Bandeira, aponta para o teor cívico-patriótico da construção em homenagem ao músico.
Francisca Gonzaga
Rio de Janeiro
15 de junho de 1923

Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
A iniciativa para a construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, compositor do Hino Nacional brasileiro, partiu de Francisca Gonzaga. Desde o início da década de 1920 a maestrina, que integrou o conselho fiscal da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - ao lado de nomes como Raphael Pinheiro, Serra Pinto, Raul Pederneiras, Claudio de Souza, Octavio Quintiliano -, defendeu nas reuniões internas da instituição a importância do maestro e de sua música para o Brasil. Após uma campanha de subscrição pública, coordenada por Victor Pujol, Avelino de Andrade e Francisca Gonzaga, a SBAT conseguiu angariar fundos para a construção do monumento. O mausoléu foi projetado por José Octávio Corrêa Lima, professor da Escola Nacional de Belas Artes, e inaugurado em 19 de novembro de 1926. A data, comemorativa do Dia da Bandeira, aponta para o teor cívico-patriótico da construção em homenagem ao músico.
Francisca Gonzaga
Rio de Janeiro
15 de junho de 1923

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Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta de solicitação
Carta de Gastão Tojeiro a João B. Gonzaga pedindo empréstimo.
Gastão Tojeiro
Rio de Janeiro
28 de janeiro de 1930

Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
A iniciativa para a construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, compositor do Hino Nacional brasileiro, partiu de Francisca Gonzaga. Desde o início da década de 1920 a maestrina, que integrou o conselho fiscal da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - ao lado de nomes como Raphael Pinheiro, Serra Pinto, Raul Pederneiras, Claudio de Souza, Octavio Quintiliano -, defendeu nas reuniões internas da instituição a importância do maestro e de sua música para o Brasil. Após uma campanha de subscrição pública, coordenada por Victor Pujol, Avelino de Andrade e Francisca Gonzaga, a SBAT conseguiu angariar fundos para a construção do monumento. O mausoléu foi projetado por José Octávio Corrêa Lima, professor da Escola Nacional de Belas Artes, e inaugurado em 19 de novembro de 1926. A data, comemorativa do Dia da Bandeira, aponta para o teor cívico-patriótico da construção em homenagem ao músico.
Francisca Gonzaga
Rio de Janeiro
15 de junho de 1923

Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta acerca da construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, autor do hino nacional brasileiro.
A iniciativa para a construção do mausoléu de Francisco Manoel da Silva, compositor do Hino Nacional brasileiro, partiu de Francisca Gonzaga. Desde o início da década de 1920 a maestrina, que integrou o conselho fiscal da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) - ao lado de nomes como Raphael Pinheiro, Serra Pinto, Raul Pederneiras, Claudio de Souza, Octavio Quintiliano -, defendeu nas reuniões internas da instituição a importância do maestro e de sua música para o Brasil. Após uma campanha de subscrição pública, coordenada por Victor Pujol, Avelino de Andrade e Francisca Gonzaga, a SBAT conseguiu angariar fundos para a construção do monumento. O mausoléu foi projetado por José Octávio Corrêa Lima, professor da Escola Nacional de Belas Artes, e inaugurado em 19 de novembro de 1926. A data, comemorativa do Dia da Bandeira, aponta para o teor cívico-patriótico da construção em homenagem ao músico.
Francisca Gonzaga
Rio de Janeiro
15 de junho de 1923

Chiquinha Gonzaga e autores de teatro
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Chiquinha Gonzaga e autores de teatro
Banquete oferecido por autores de teatro a Cardoso de Menezes. Da esquerda para a direita, em pé: duas pessoas não identificadas, João Batista Gonzaga (de bigode), maestro Assis Pacheco, Alvarenga Fonseca (de óculos escuros), Miguel Santos e Gastão Tojeiro. Sentados: Affonso de Carvalho, pessoa não identificada, Gama e Silva, Marques Porto, Cardoso de Menezes e Chiquinha Gonzaga. João Batista Gonzaga [João Batista Fernandes Lage] (Próximidades de Braga, Portugal, 24/06/1883 - Rio de Janeiro, 1961), também conhecido como Joãozinho, foi o último companheiro de Chiquinha Gonzaga, que o apresentava à sociedade como seu filho, devido à grande diferença de idade entre os dois e ao preconceito da sociedade da época. João Batista adotou o sobrenome Gonzaga a partir de 1937, quando obteve registro legal que o considerava filho legítimo de Chiquinha. Trabalhou na Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) e foi o responsável pela organização do acervo da maestrina. Assis Pacheco [Francisco de Assis Pacheco] (Itu, SP, 08/01/1865 - Rio de Janeiro, 28/02/1937): compositor, instrumentista (piano), regente, teatrólogo e crítico de arte. Alvarenga Fonseca [José Caetano de Alvarenga Fonseca] (Rio de Janeiro, 18/09/1869 - Rio de Janeiro, 25/08/1940): jornalista, escritor, autor e diretor de teatro, crítico teatral e advogado. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT). Miguel Santos: autor teatral. Gastão Tojeiro [Gastão Manhães Tojeiro] (Rio de Janeiro, 03/02/1880 - Rio de Janeiro, 29/11/1965): autor teatral. Foi sócio-fundador da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT). Affonso de Carvalho [Francisco Affonso de Carvalho] (AL, 18/10/1897 - Rio de Janeiro, 15/06/1953): militar, político, jornalista, historiador, escritor, poeta e teatrólogo. Marques Porto [Agostinho José Marques Porto] (Bagé, RS, 08/01/1897 - São Lourenço, MG, 12/02/1934): autor teatral, revistógrafo, letrista, diretor, ensaiador, empresário, ator amador e sub-inspetor da Polícia Marítima. Cardoso de Menezes [Frederico Antônio Cardoso de Menezes] (Rio de Janeiro, 31/03/1878 - Rio de Janeiro, 30/03/1958): autor teatral, revistógrafo e compositor. Filho do pianista e compositor Antônio Frederico Cardoso de Menezes [Antônio Frederico Cardoso de Menezes e Souza] (Taubaté, SP, 08/07/1848 - Rio de Janeiro, 1915). Tio da instrumentista (piano) e compositora Carolina Cardoso de Menezes [Carolina Cardoso de Menezes Cavalcanti] (Rio de Janeiro, 27/05/1916 - Rio de Janeiro, 31/12/1999). Chiquinha Gonzaga [Francisca Edwiges Neves Gonzaga] (Rio de Janeiro, 17/10/1847 - Rio de Janeiro, 28/02/1935): compositora, instrumentista (piano) e regente. Co-fundadora da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT). Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 17 de outubro, passou a ser o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, através de lei sancionada em 10/05/2012.
maio de 1921