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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - porta lateral da capela-mor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG007-051.jpg
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - porta lateral da capela-mor
A igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição começou a ser erguida por volta de 1700, e é possível que tenha funcionado inicialmente numa capela provisória até que o templo definitivo estivesse pronto. A inauguração parcial deu-se em 1710, e em 1714, segundo documentos da época, ainda estava em construção. Foi a primeira matriz de Minas Gerais, e sua fachada apresenta partido arquitetônico característico do início do século XVIII. Internamente a igreja é composta por três naves, arcos de separação em cedro recoberto por talha dourada, altar-mor e seis altares laterais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Marquês de Sapucaí
1970s

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - Matriz - lateral da capela-mor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG007-053.jpg
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - Matriz - lateral da capela-mor
A igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição começou a ser erguida por volta de 1700, e é possível que tenha funcionado inicialmente numa capela provisória até que o templo definitivo estivesse pronto. A inauguração parcial deu-se em 1710, e em 1714, segundo documentos da época, ainda estava em construção. Foi a primeira matriz de Minas Gerais, e sua fachada apresenta partido arquitetônico característico do início do século XVIII. Internamente a igreja é composta por três naves, arcos de separação em cedro recoberto por talha dourada, altar-mor e seis altares laterais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Marquês de Sapucaí
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Carmo - nave e capela-mor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG007-059.jpg
Igreja de Nossa Senhora do Carmo - nave e capela-mor
A pedra fundamental da igreja de Nossa Senhora do Carmo foi lançada em 16 de junho de 1763, e as obras deveram-se à iniciativa da Ordem Terceira do Carmo. O autor do risco foi o mestre Tiago Moreira, contratado pela Ordem. Em 1767 foi feita a entronização da imagem de Nossa Senhora do Carmo, e no ano seguinte a Ordem decidiu modificar o projeto original do frontispício. Tais modificações compreenderam o emprego de pedra de cantaria nos pilares das torres, cunhais e enquadramento dos vãos, e foram feitas entre 1771 e 1774. Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, participou das obras, e a ele é atribuída a autoria dos trabalhos de escultura em pedra-sabão que ornamentam o frontispício. As principais pinturas do templo são de Joaquim Gonçalves da Rocha, e destacam-se também o conjunto de imagens de São João da Cruz e de São Simão Stock, alojadas nos altares do arco-cruzeiro, ambas esculpidas por Aleijadinho. As talhas da igreja são características da terceira fase do Barroco.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Marquês de Sapucaí
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Carmo - retábulo colateral
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG007-060.jpg
Igreja de Nossa Senhora do Carmo - retábulo colateral
A pedra fundamental da igreja de Nossa Senhora do Carmo foi lançada em 16 de junho de 1763, e as obras deveram-se à iniciativa da Ordem Terceira do Carmo. O autor do risco foi o mestre Tiago Moreira, contratado pela Ordem. Em 1767 foi feita a entronização da imagem de Nossa Senhora do Carmo, e no ano seguinte a Ordem decidiu modificar o projeto original do frontispício. Tais modificações compreenderam o emprego de pedra de cantaria nos pilares das torres, cunhais e enquadramento dos vãos, e foram feitas entre 1771 e 1774. Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, participou das obras, e a ele é atribuída a autoria dos trabalhos de escultura em pedra-sabão que ornamentam o frontispício. As principais pinturas do templo são de Joaquim Gonçalves da Rocha, e destacam-se também o conjunto de imagens de São João da Cruz e de São Simão Stock, alojadas nos altares do arco-cruzeiro, ambas esculpidas por Aleijadinho. As talhas da igreja são características da terceira fase do Barroco.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Marquês de Sapucaí
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Carmo - retábulo da capela-mor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG007-061.jpg
Igreja de Nossa Senhora do Carmo - retábulo da capela-mor
A pedra fundamental da igreja de Nossa Senhora do Carmo foi lançada em 16 de junho de 1763, e as obras deveram-se à iniciativa da Ordem Terceira do Carmo. O autor do risco foi o mestre Tiago Moreira, contratado pela Ordem. Em 1767 foi feita a entronização da imagem de Nossa Senhora do Carmo, e no ano seguinte a Ordem decidiu modificar o projeto original do frontispício. Tais modificações compreenderam o emprego de pedra de cantaria nos pilares das torres, cunhais e enquadramento dos vãos, e foram feitas entre 1771 e 1774. Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, participou das obras, e a ele é atribuída a autoria dos trabalhos de escultura em pedra-sabão que ornamentam o frontispício. As principais pinturas do templo são de Joaquim Gonçalves da Rocha, e destacam-se também o conjunto de imagens de São João da Cruz e de São Simão Stock, alojadas nos altares do arco-cruzeiro, ambas esculpidas por Aleijadinho. As talhas da igreja são características da terceira fase do Barroco.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Marquês de Sapucaí
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Carmo - capela-mor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG007-062.jpg
Igreja de Nossa Senhora do Carmo - capela-mor
A pedra fundamental da igreja de Nossa Senhora do Carmo foi lançada em 16 de junho de 1763, e as obras deveram-se à iniciativa da Ordem Terceira do Carmo. O autor do risco foi o mestre Tiago Moreira, contratado pela Ordem. Em 1767 foi feita a entronização da imagem de Nossa Senhora do Carmo, e no ano seguinte a Ordem decidiu modificar o projeto original do frontispício. Tais modificações compreenderam o emprego de pedra de cantaria nos pilares das torres, cunhais e enquadramento dos vãos, e foram feitas entre 1771 e 1774. Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, participou das obras, e a ele é atribuída a autoria dos trabalhos de escultura em pedra-sabão que ornamentam o frontispício. As principais pinturas do templo são de Joaquim Gonçalves da Rocha, e destacam-se também o conjunto de imagens de São João da Cruz e de São Simão Stock, alojadas nos altares do arco-cruzeiro, ambas esculpidas por Aleijadinho. As talhas da igreja são características da terceira fase do Barroco.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Marquês de Sapucaí
1970s

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - capela-mor
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG007-063.jpg
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - capela-mor
A igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição começou a ser erguida por volta de 1700, e é possível que tenha funcionado inicialmente numa capela provisória até que o templo definitivo estivesse pronto. A inauguração parcial deu-se em 1710, e em 1714, segundo documentos da época, ainda estava em construção. Foi a primeira matriz de Minas Gerais, e sua fachada apresenta partido arquitetônico característico do início do século XVIII. Internamente a igreja é composta por três naves, arcos de separação em cedro recoberto por talha dourada, altar-mor e seis altares laterais.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Marquês de Sapucaí
1970s