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Edifício Moinho Santista
Archive/Collection: Hildegard Rosenthal
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Edifício Moinho Santista
A Sociedade Anônima Moinho Santista foi constituída em Santos, São Paulo, em 1905, e cuidava da moagem de trigo e outros cereais, comércio de farinha e farelos e fabricação de massas. O Moinho ficava no porto da cidade e, além do edifício, possuía também nove silos, os primeiros do país em construção metálica, com arcabouços de ferro trazidos da Europa.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Elizabeth Nobling no ateliê
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Elizabeth Nobling no ateliê
A escultora Elisabeth Nobiling (1902 - 1975), foi professora de Artes Plásticas na Faculdade de Arquitetura (FAU) da USP. São dela os painéis que compõem a Torre do Relógio, instalada na Cidade Universitária da USP. Os painéis são a única obra pública da artista, que abandonou o ofício por razões pessoais na segunda metade dos anos 1950. A escultora integrou o núcleo de artistas chamado Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Rino Levi, entre outros.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Elizabeth Nobling no ateliê
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Elizabeth Nobling no ateliê
A escultora Elisabeth Nobiling (1902 - 1975), foi professora de Artes Plásticas na Faculdade de Arquitetura (FAU) da USP. São dela os painéis que compõem a Torre do Relógio, instalada na Cidade Universitária da USP. Os painéis são a única obra pública da artista, que abandonou o ofício por razões pessoais na segunda metade dos anos 1950. A escultora integrou o núcleo de artistas chamado Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Rino Levi, entre outros.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Elizabeth Nobling no ateliê
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Elizabeth Nobling no ateliê
A escultora Elisabeth Nobiling (1902 - 1975), foi professora de Artes Plásticas na Faculdade de Arquitetura (FAU) da USP. São dela os painéis que compõem a Torre do Relógio, instalada na Cidade Universitária da USP. Os painéis são a única obra pública da artista, que abandonou o ofício por razões pessoais na segunda metade dos anos 1950. A escultora integrou o núcleo de artistas chamado Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Rino Levi, entre outros.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Elizabeth Nobling no ateliê
Archive/Collection: Hildegard Rosenthal
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Elizabeth Nobling no ateliê
A escultora Elisabeth Nobiling (1902 - 1975), foi professora de Artes Plásticas na Faculdade de Arquitetura (FAU) da USP. São dela os painéis que compõem a Torre do Relógio, instalada na Cidade Universitária da USP. Os painéis são a única obra pública da artista, que abandonou o ofício por razões pessoais na segunda metade dos anos 1950. A escultora integrou o núcleo de artistas chamado Grupo dos Sete, juntamente com Victor Brecheret e Rino Levi, entre outros.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Motorista de táxi
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Motorista de táxi
Senhora fazendo pagamento a motorista de táxi.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
1939

Transportes públicos
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Transportes públicos
Bonde e pedestres na praça do Correio. À direita vê-se o edifício da Delegacia Fiscal, demolido em 1948 para o alargamento da avenida Anhangabaú.
Hildegard Rosenthal
Praça do Correio
circa 1940

Praça da Sé, com a catedral em obras, ainda sem as torres
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Praça da Sé, com a catedral em obras, ainda sem as torres
O Largo ou Praça da Sé é contemporâneo à formação da cidade de São Paulo, e foi idealizada para abrigar as igrejas de São Pedro e da Sé, demolidas em 1911 e 1912 para que o tamanho da praça fosse aumentado. A demolição ocorreu na mesma época em que ruas eram alargadas e redes de luz e água eram instaladas, mudanças típicas promovidas na cidade no início da República. Em 1934 a praça foi intitulada o marco zero da cidade, e na década de 1950 passou por uma processo de reurbanização por conta das comemorações dos 400 anos de São Paulo, nessa mesma época, foi inaugurada a Catedral da Sé como é encontrada hoje. A praça está situada na conjunção das ruas 15 de Novembro e Direita.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1940

Esquina da rua Direita com praça da Sé. Em destaque, fachada da Casa Baruel, farmácia e perfumaria.
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Esquina da rua Direita com praça da Sé. Em destaque, fachada da Casa Baruel, farmácia e perfumaria.
A Rua Direita, cujas casas comerciais se vê na imagem, levava ao Largo da Sé, era uma das principais ruas de São Paulo e possuía numerosas casas comerciais no século 19. Fazia parte, junto com as ruas São Bento e 15 de Novembro, de uma região conhecida como Triângulo, considerada o local de nascimento da cidade. Foi chamada rua Direita porque era o "caminho direito" entre a Sé e o despenhadeiro do Anhangabaú, também já havia se chamado Direita de Santo Antônio e Direita da Misericórdia.
Hildegard Rosenthal
Centro
circa 1942

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