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Corcovado - Caminho do Aqueduto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Corcovado - Caminho do Aqueduto
Ao que tudo indica, o caminho apresentado na imagem trata-se da estrada do Silvestre, assim batizada por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. A chácara ficava no fim da rua do Aqueduto (atual Almirante Alexandrino), lugar da futura estação de trem do Corcovado. É provável que essa estrada seja um dos primeiros caminhos que levavam ao Corcovado.
Marc Ferrez
Estrada do Silvestre
circa 1886

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca, localizada no Parque Nacional da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, na qual está inserida a Floresta da Tijuca. A Tijuca foi uma das áreas em que os primeiros colonizadores estabeleceram suas lavouras de café ou engenhos de açúcar, como o governador Salvador Correia de Sá. Por volta da década de 1850, o major Manuel Archer foi incumbido de reflorestar a área, em grande parte devastada pelas lavouras, começando aí a formação do parque.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista do Porto do Rio desde o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Porto do Rio desde o Morro do Castelo
Vista da praça Dom Pedro II, atual XV de Novembro, e do porto da cidade, a partir do Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça XV de Novembro
A Praça D. Pedro II passou a ser assim chamada no Segundo Reinado. Apesar disso, a área era chamada pela população - até pelo menos o início do século XX - Largo do Paço, por causa do palácio real, e depois imperial, mandado construir por Gomes Freire (futuro Conde de Bobadela) no século XVIII. Foi inicialmente destinado a ser sede do governo e casa dos governadores. Seus alicerces foram fincados em frente ao convento do Carmo, no lugar antes ocupado pela Casa da Moeda. A praça também já havia sido chamada Largo do Rócio e Terreiro da Polé (porque ali ficava o pelourinho, popularmente chamado polé). Em 1889, com a Proclamação da República, a praça passa definitivamente a chamar-se Praça XV de Novembro. A praça foi remodelada em 1894, ganhando um novo jardim com um monumento em homenagem à memória do General Osório, feita por Rodolfo Bernardelli.
Marc Ferrez
Centro
1897

Álbum Panoramas do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Álbum Panoramas do Rio de Janeiro
Álbum com 25 fotografias com vistas panorâmicas na cidade do Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Ponte do Silvestre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte do Silvestre
Ponte do Silvestre na estrada de ferro para o Corcovado. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador .Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Cosme Velho
circa 1895

Praia de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Santa Luzia
A Praia de Santa Luzia ficava entre o antigo forte de São Thiago (Ponta do Calabouço, hoje Museu Histórico Nacional) e o Passeio Público. Era a antiga praia de banho das cariocas, com suas velhas pontes e compridos cestos ligados a bóias para nadadores cansados.
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

Gamboa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Gamboa
Na enseada da Gamboa havia um dos maiores trapiches da cidade, o Trapiche Gamboa, e em seu pequeno morro estava localizado o Hospital Nossa Senhora da Saúde, conhecido como da Gamboa, até hoje em funcionamento. A mesma enseada abrigou também a estação marítima da Estrada de Ferro D. Pedro II, com armazéns e depósitos. Já São Cristóvão, o bairro imperial, era praticamente deserto, habitado por alguns pouco pescadores, que começou a se desenvolver - timidamente - depois que o comerciante português Elias Antônio Lopes construiu sua quinta, no século XVIII. Quinta, aliás, que foi presenteada à Família Real quando esta chegou à cidade, em 1808.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1890

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