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Escola Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Militar
A Escola Militar tem suas origens relacionadas à Escola Politécnica, antiga Escola Central, localizada no Largo de São Francisco de Paula no prédio erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. A Escola Politécnica estava ligada a Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o Largo de São Francisco. Em 1851 passou pela primeira grande reforma, que a dividiu em duas: a Escola Militar propriamente dita e a de Aplicação, instalada provisoriamente na fortaleza de São João. Posteriormente, graças à intervenção do Ministro da Guerra Jerônimo Coelho, a Escola Militar passou a denominar-se Central, dedicada especialmente ao aperfeiçoamento científico dos seus alunos, e a de Aplicação, na Praia Vermelha, transformou-se em 1859 em Militar e de Aplicação. Em 1874, a totalidade do ensino militar passou para a escola da Praia Vermelha.
Marc Ferrez
Praia Vermelha
circa 1880

Corcovado - Caminho do Aqueduto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Corcovado - Caminho do Aqueduto
Ao que tudo indica, o caminho apresentado na imagem trata-se da estrada do Silvestre, assim batizada por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. A chácara ficava no fim da rua do Aqueduto (atual Almirante Alexandrino), lugar da futura estação de trem do Corcovado. É provável que essa estrada seja um dos primeiros caminhos que levavam ao Corcovado.
Marc Ferrez
Estrada do Silvestre
circa 1886

Cascatinha da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cascatinha da Tijuca
Cascatinha da Tijuca, localizada no Parque Nacional da Tijuca, a maior floresta urbana do mundo, na qual está inserida a Floresta da Tijuca. A Tijuca foi uma das áreas em que os primeiros colonizadores estabeleceram suas lavouras de café ou engenhos de açúcar, como o governador Salvador Correia de Sá. Por volta da década de 1850, o major Manuel Archer foi incumbido de reflorestar a área, em grande parte devastada pelas lavouras, começando aí a formação do parque.
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Vista do Porto do Rio desde o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista do Porto do Rio desde o Morro do Castelo
Vista da praça Dom Pedro II, atual XV de Novembro, e do porto da cidade, a partir do Morro do Castelo.
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Praça XV de Novembro
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Praça XV de Novembro
A Praça D. Pedro II passou a ser assim chamada no Segundo Reinado. Apesar disso, a área era chamada pela população - até pelo menos o início do século XX - Largo do Paço, por causa do palácio real, e depois imperial, mandado construir por Gomes Freire (futuro Conde de Bobadela) no século XVIII. Foi inicialmente destinado a ser sede do governo e casa dos governadores. Seus alicerces foram fincados em frente ao convento do Carmo, no lugar antes ocupado pela Casa da Moeda. A praça também já havia sido chamada Largo do Rócio e Terreiro da Polé (porque ali ficava o pelourinho, popularmente chamado polé). Em 1889, com a Proclamação da República, a praça passa definitivamente a chamar-se Praça XV de Novembro. A praça foi remodelada em 1894, ganhando um novo jardim com um monumento em homenagem à memória do General Osório, feita por Rodolfo Bernardelli.
Marc Ferrez
Centro
1897

Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Largo de São Francisco, em destaque, a real Academia Militar
A Academia que vemos ao centro foi criada em 1810 a partir de parte da obra inacabada da Sé da cidade, que começou a ser levantada em 1750. O próprio prédio militar só ficou pronto entre 1820 e 1830. Destinado a abrigar instituições educacionais do país, nos anos subseqüentes o espaço foi usado pela Escola Militar (1842), Escola Politécnica (1874) e durante todo o século XX e XXI pelo IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Largo de São Francisco
circa 1865

Cemitério São João Batista, Botafogo e Pão de Açúcar, da chácara do sr. Rocha
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Cemitério São João Batista, Botafogo e Pão de Açúcar, da chácara do sr. Rocha
Botafogo, centro açucareiro no século XVIII, fazia parte da freguesia de São João Batista da Lagoa. Na foto vemos a rua General Polidoro, uma das primeiras do bairro, aberta junto ao Morro da Quinta do Vigário Geral (propriedade do padre Clemente de Matos). À General Polidoro foram acrescidos o Caminho Novo de São Joaquim (atual Voluntários da Pátria), em 1826; a rua Real Grandeza, paralela à moldura da foto; a rua de Todos os Santos (atual Mena Barreto); e a rua São João Batista. O Cemitério São João Batista foi construído em 1852. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1866

Hotel Bennett
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Hotel Bennett
Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente
Georges Leuzinger
Floresta da Tijuca
circa 1865

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Vista da Praia de Botafogo e seu rico casario. Podemos ver ao fundo os morros do Corcovado e Dois Irmãos e a Pedra da Gávea. Integra o álbum "Rio de Janeiro e seus arredores" formado por 42 fotografias do Rio de Janeiro, de Petrópolis, da Amazônia e 5 reproduções fotográficas de gravuras europeias. É possível que as fotografias da Amazônia, por Albert Frisch e as reproduções de gravuras não sejam parte do álbum original, tendo sido inseridas posteriormente.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1865

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