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Rua Duque de Caxias, Ponto de 100 Rs.
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Rua Duque de Caxias, Ponto de 100 Rs.
Rua com sobradões, igreja e bonde elétrico. Ao lado da igreja, pode-se ver barraca vendendo "Chocolate. Bon-Boms..."
Autoria não identificada
Centro
circa 1925

Catedral Basílica de Salvador
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Catedral Basílica de Salvador
O atual prédio da Catedral Basílica é a quarta construção para esse fim e último remanescente do conjunto arquitetônico do Colégio de Jesus. A primeira capela foi erguida em 1604. A planta da atual ermida é típica de igrejas luso-brasileiras e foi projetada pelo irmão Francisco Dias, que chegou à Bahia em 1577 para a construção do Colégio. De acordo com o projeto, a igreja estaria no eixo do conjunto, ladeada por dois corpos que se organizariam a partir de um pátio. A fachada em lioz busca conciliar o tradicional modelo português, com duas torres, e a nova fachada jesuítica, com volutas e sem torres. No interior da catedral destacam-se a sacristia, os retábulos de diferentes épocas nas capelas e o forro da nave. O antigo prédio do Colégio dos Jesuítas teve um de seus pátios destruído por um incêndio em 1801. Em 1808 aí instalou-se o Real Hospital e, em 1833, a Faculdade de Medicina da Bahia, a primeira do país. Em 1905 novo incêndio consumiu o prédio, reerguido posteriormente em estilo eclético.
Augusto Carlos da Silva Telles
Terreiro de Jesus
1970s

Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja e Convento de Nossa Senhora da Palma
A igreja e o convento das Palmas foram construídos sobre o Monte das Palmas, uma das primeiras áreas de expansão da cidade. A construção teve início em 1630 graças ao ex-voto feito por Bernardino da Cruz Arraes, que estivera enfermo. O convento foi desenvolvido em torno de um pátio regular, ladeado pela igreja, a partir de 1670. Nessa época o templo já existia e estava sendo ampliado. Inicialmente o conjunto pertencia a Ordem dos Agostinhos Descalços, tendo sido transferida em 1822 para a Irmandade do Senhor da Cruz. A igreja atual data da segunda metade do século XVIII, e obedece basicamente o partido primitivo: possui planta em "T", nave, sacristia subdividida e corredores laterais e tribunas acrescidos. A fachada, com elementos em estilo rococó, é encimada por frontão com volutas e nicho e é flanqueada por torre com terminação piramidal; já seu interior é uma transição de rococó para neoclássico, e o teto da nave possui pintura ilusionista barroca, atribuída a Veríssimo de Souza Freitas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Ana Nery
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão
A igreja de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão, também chamada igreja do Boqueirão e igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão, teve sua origem em 1726, quando a irmandade de Nossa Senhora da Conceição dos Homens Pardos solicitou ao Vice-Rei licença para construir sua capela. As obras começaram já no ano seguinte, desenvolvendo o projeto da igreja com dois subsolos, térreo e primeiro pavimento. O último subsolo foi transformado em catacumba no século XIX, período em que se concluiu as obras no interior do templo. A fachada, típica da arquitetura baiana do período, é formada por duas torres terminadas em bulbo e frontão rococó revestido de azulejos brancos, encimado por uma cruz sobre pedestal. A decoração interna em talha dourada é neoclássica e o forro da nave, em perspectiva ilusionista barroca de inspiração italiana, é atribuído ao discípulo de José Joaquim da Rocha.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Direita do Santo Antônio ; Santo Antônio
1970s

Largo do Pelourinho e Igreja de Nossa Senhora do Rosário
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Largo do Pelourinho e Igreja de Nossa Senhora do Rosário
A igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, também chamada apenas Igreja do Rosário dos Pretos, teve origem quando a irmandade de Nossa Senhora dos Homens Pretos do Pelourinho - uma das primeiras confrarias de negros do país, fundada em 1685 - recebeu autorização, em 1704, para a construção de sua igreja. O templo foi levantado ao longo de quase um século, e possui nave central, corredores laterais, sacristia transversal, coro e, no fundo, um pátio. Os corredores laterais, tribunas, fachada atual e torre só foram executados entre 1780 e 1781. Sua fachada é tipicamente de modelo baiano tradicional, com destaque para a portada central em cantaria, e seu interior apresenta púlpitos de influência rococó e altares neoclássicos.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça José de Alencar (Pelourinho)
1970s

Casa de Câmara e Cadeia
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa de Câmara e Cadeia
A construção da Casa de Câmara e Cadeia de Santo Amaro foi concluída em 1769, com o apoio financeiro da coroa, solicitado em 1727 pelos oficiais da Câmara. O edifício foi erguido à semelhança do Paço Municipal de Salvador, com dois pavimentos que se desenvolvem a partir de um pequeno pátio retangular. Em 1916 o prédio passou a abrigar a Imprensa Oficial da cidade, e na década de 1920 a cadeia que funcionava no andar térreo foi transferida para outro local. O conjunto foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN - em 16 de outubro de 1941.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Purificação ; Centro
1970s

Palácio Arquiepiscopal - portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Palácio Arquiepiscopal - portada
O Palácio Arquiepiscopal tem suas origens em 1705, quando uma carta régia autorizou a construção de uma residência para os arcebispos no Terreiro de Jesus. O terreno foi trocado em 1707 por outro, vizinho à antiga Sé, onde havia uma ermida que pertencia à irmandade de São Pedro dos Clérigos, e só então teve início às obras do palácio, concluídas em 1715. O solar urbano desenvolveu-se em torno de um pátio central, para onde abrem-se duas galerias superpostas, denotando influência tardia dos palácios renascentistas. Com subsolo e três pavimentos sobre a rua, nos andares superiores vemos dois lados do pátio com galerias envidraçadas, que podem ter sido varandas. Sua fachada caracteriza-se pelo frontão barroco no acesso principal, e as janelas do térreo e primeiro andar são de peitoril e vergas retas. O prédio ligava-se à antiga Sé por passadiços elevados, demolidos em 1933.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Sé
1970s

Sobrados no Largo do Pelourinho
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados no Largo do Pelourinho
O largo do Pelourinho, oficialmente chamado praça José de Alencar, está localizado na parte mais antiga de Salvador, aos pés da igreja do Carmo e bem perto do Terreiro de Jesus. O Pelourinho foi assim nomeado por ter abrigado, durante anos, o pelourinho, uma coluna de pedra colocada em local público onde era feita "justiça". Os condenados por terem infringido alguma lei eram expostos aos olhos - e quem sabe julgamento - da população, amarrados à coluna. O pelourinho foi aí instalado por sua localização estratégica, um local alto e perto do porto. Hoje a região faz parte do centro histórico de Salvador, possui um belo conjunto arquitetônico colonial e abriga sedes de organizações culturais baianas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Pelourinho
1970s

Largo do Pelourinho, ao longe torres das Igrejas do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Largo do Pelourinho, ao longe torres das Igrejas do Carmo
O largo do Pelourinho, oficialmente chamado praça José de Alencar, está localizado na parte mais antiga de Salvador, aos pés da igreja do Carmo e bem perto do Terreiro de Jesus. O Pelourinho foi assim nomeado por ter abrigado, durante anos, o pelourinho, uma coluna de pedra colocada em local público onde era feita "justiça". Os condenados por terem infringido alguma lei eram expostos aos olhos - e quem sabe julgamento - da população, amarrados à coluna. O pelourinho foi aí instalado por sua localização estratégica, um local alto e perto do porto. Hoje a região faz parte do centro histórico de Salvador, possui um belo conjunto arquitetônico colonial e abriga sedes de organizações culturais baianas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Pelourinho
1970s