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Maloca, habitação de indígenas do povo Ticuna
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0009.jpg
Maloca, habitação de indígenas do povo Ticuna
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX.Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Malocca (rive droite) - Habitations d' Indiens sauvages "Técunas" avec le Cacique ("Tuxaúa") et sa fille; 10 lieues audessous de "Tabatinga [Maloca (margem direita) - Moradias dos indígenas selvagens "Técunas" com o Cacique ("Tuxaúa") e sua filha; 10 léguas abaixo de "Tabatinga"]" , na prancha de nº 4.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região rio Solimões)
1868

Estação de desembarque de barcos a vapor no rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0038.jpg
Estação de desembarque de barcos a vapor no rio Amazonas
Entre 1850 e 1870 o governo imperial começou a tomar uma série de medidas para fortalecer o vale do rio Amazonas e diminuir o isolamento - geográfico, político e econômico - de Manaus em relação ao resto do país, garantindo assim a integridade do Império. Duas dessas medidas foram a abertura dos principais rios da região a embarcações de qualquer nacionalidade e a introdução da navegação a vapor, cujo monopólio foi cedido em 1852 ao Barão de Mauá. Foi assim estabelecida, a partir de 1853, a primeira linha regular de transporte a vapor na região, ligando a Cidade da Barra do Rio Negro (Manaus) a Belém. A autorização da navegação a vapor era um complemento da lei que criara a Província do Amazonas em 1850, que até então era vinculada à Província do Grão-Pará.
Albert Frisch
AM
circa 1868

Casario na região do rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0039.jpg
Casario na região do rio Amazonas
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Tonantins - Une habitation de la ville", na prancha de nº 14.
Albert Frisch
AM
1868

Vista urbana da cidade de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0011.jpg
Vista urbana da cidade de Manaus
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os índios Manaós, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Vista de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0012.jpg
Vista de Manaus
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Rua no Recife
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0008.jpg
Rua no Recife
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores.A vila foi constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Autoria não identificada
Recife
circa 1875

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0017.jpg
Palácio Monroe
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1918

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0018.jpg
Theatro Municipal
Em estilo eclético, o Theatro Municipal foi desenhado por Francisco de Oliveira Passos, engenheiro e filho do prefeito Pereira Passos. O projeto foi escolhido por licitação sob anonimato, e o engenheiro ganhou com o pseudonimo de Áquila. Ninguém pôs em dúvida o resultado, seja pela reconhecida integridade do prefeito, seja pela comissão julgadora que tinha nomes importantes, como: Rodolfo Bernadelli, o ministro Lauro Muller, Paulo de Frontin, Adolfo Morales de los Rios, Artur Azevedo, Tristão Alencar e Araripe Júnior. Foi inaugurado em 1909, como parte do conjunto arquitetônico das Obras de Reurbanização da Cidade do Rio de Janeiro, durante a prefeitura de Pereira Passos. O Theatro exerce desde sua inauguração um importante papel para a cultura carioca e nacional, recebendo em seu palco importantes artistas, orquestras e companhias de balé.
A. Ribeiro
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1919

Igreja de São Sebastião, no alto do morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0024.jpg
Igreja de São Sebastião, no alto do morro do Castelo
A Igreja de São Sebastião, dedicada ao padroeiro da cidade, data do século XVI, e destaca-se pela riqueza de detalhes em sua ornamentação. O templo guardava relíquias históricas da cidade, como o marco de fundação, a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Com a demolição do morro, que teve início em 1922, tais relíquias foram transferidos para a Igreja dos Barbadinhos, na rua Haddock Lobo, na Tijuca.
Autoria não identificada
Morro do Castelo
circa 1890

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