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Banho de mar à fantasia
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Banho de mar à fantasia
Grupo de foliões reunidos no bar que Pixinguinha abriu em Ramos. Na foto estão: Beti (ao centro, terceira fila, em pé, de turbante), Pixinguinha (ao centro, à esquerda de Beti, na segunda fila, abaixado, sem camisa e de chapéu), João da Baiana (à direita na foto, na segunda fila, de chapéu, segurando um charuto e um pandeiro), Alfredinho Flautim (na primeira fila, à esquerda, de chapéu e suspensórios, segurando o flautim com a mão esquerda), J. B. de Carvalho (na primeira fila, à frente de Pixinguinha, de chapéu pontiagudo) e Donga (na primeira fila, ao lado de J. B. de Carvalho, de chapéu, com o violão). Beti [Albertina Nunes Pereira] (Belém, PA, 22/09/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1972): cantora e dançarina, conhecida pelo nome artístico de Jandira Aymoré. Casou-se com Pixinguinha em São Paulo no dia 05/01/1927. Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas. João da Baiana [João Machado Guedes] (Rio de Janeiro, 17/05/1887 - Rio de Janeiro, 12/01/1974): compositor, cantor e instrumentista (pandeiro e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Louro, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu. Alfredinho Flautim [Alfredo José Rodrigues] (Juiz de Fora, MG, 24/07/1884 - Rio de Janeiro, 03/09/1958): compositor e instrumentista (flautim). Fez parte do Grupo da Velha Guarda. J. B. de Carvalho [João Paulo Batista de Carvalho] (Rio de Janeiro, 24/12/1901 - Rio de Janeiro, 24/08/1979): cantor, compositor e diretor de conjunto. O "Batuqueiro Famoso". Donga [Ernesto Joaquim Maria dos Santos] (Rio de Janeiro, 05/04/1889 - Rio de Janeiro, 25/08/1974): compositor e instrumentista (violão e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos grupos Os Oito Batutas, Carlito Jazz, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, Grupo da Guarda Velha e Grupo da Velha Guarda. Foi casado com a cantora Zaíra de Oliveira (Rio de Janeiro, 1891 - Rio de Janeiro, 15/08/1952) e com a cantora e compositora Vó Maria [Maria das Dores Santos Conceição] (Mendes, RJ, 05/05/1911 - Rio de Janeiro, 16/05/2015). Pai da museóloga e escritora Lygia Santos [Lygia de Oliveira dos Santos] (Rio de Janeiro, 01/01/1934 - Rio de Janeiro, 01/06/2025), fruto de seu casamento com Zaíra de Oliveira.
Ramos
17 de fevereiro de 1946

Banho de mar à fantasia
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Banho de mar à fantasia
Grupo de foliões reunidos no bar que Pixinguinha abriu em Ramos. Na foto estão: Beti (ao centro, terceira fila, em pé, de turbante), Pixinguinha (ao centro, à esquerda de Beti, na segunda fila, abaixado, sem camisa e de chapéu), João da Baiana (à direita na foto, na segunda fila, de chapéu, segurando um charuto e um pandeiro), Alfredinho Flautim (na primeira fila, à esquerda, de chapéu e suspensórios, segurando o flautim com a mão esquerda), J. B. de Carvalho (na primeira fila, à frente de Pixinguinha, de chapéu pontiagudo) e Donga (na primeira fila, ao lado de J. B. de Carvalho, de chapéu, com o violão). Beti [Albertina Nunes Pereira] (Belém, PA, 22/09/1898 - Rio de Janeiro, 07/06/1972): cantora e dançarina, conhecida pelo nome artístico de Jandira Aymoré. Casou-se com Pixinguinha em São Paulo no dia 05/01/1927. Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas. João da Baiana [João Machado Guedes] (Rio de Janeiro, 17/05/1887 - Rio de Janeiro, 12/01/1974): compositor, cantor e instrumentista (pandeiro e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Louro, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu. Alfredinho Flautim [Alfredo José Rodrigues] (Juiz de Fora, MG, 24/07/1884 - Rio de Janeiro, 03/09/1958): compositor e instrumentista (flautim). Fez parte do Grupo da Velha Guarda. J. B. de Carvalho [João Paulo Batista de Carvalho] (Rio de Janeiro, 24/12/1901 - Rio de Janeiro, 24/08/1979): cantor, compositor e diretor de conjunto. O "Batuqueiro Famoso". Donga [Ernesto Joaquim Maria dos Santos] (Rio de Janeiro, 05/04/1889 - Rio de Janeiro, 25/08/1974): compositor e instrumentista (violão e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos grupos Os Oito Batutas, Carlito Jazz, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, Grupo da Guarda Velha e Grupo da Velha Guarda. Foi casado com a cantora Zaíra de Oliveira (Rio de Janeiro, 1891 - Rio de Janeiro, 15/08/1952) e com a cantora e compositora Vó Maria [Maria das Dores Santos Conceição] (Mendes, RJ, 05/05/1911 - Rio de Janeiro, 16/05/2015). Pai da museóloga e escritora Lygia Santos [Lygia de Oliveira dos Santos] (Rio de Janeiro, 01/01/1934 - Rio de Janeiro, 01/06/2025), fruto de seu casamento com Zaíra de Oliveira.
Ramos
17 de fevereiro de 1946

Edifício Prudência e Capitalização - terreno
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
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Edifício Prudência e Capitalização - terreno
Chico Albuquerque
Avenida Higienópolis ; Higienópolis
16 de agosto de 1947

Escola Militar da Praia Vermelha vista da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Escola Militar da Praia Vermelha vista da Baía de Guanabara
Autoria não identificada
Baía de Guanabara
circa 1940

Igreja de São Domingos Gusmão
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Igreja de São Domingos Gusmão
Autoria não identificada
Largo de São Domingos ; atual Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1940

Igreja de São Domingos Gusmão
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Igreja de São Domingos Gusmão
Autoria não identificada
Largo de São Domingos ; atual Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1935

Praia de Copacabana, vendo-se ao fundo o cinema Rian
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Praia de Copacabana, vendo-se ao fundo o cinema Rian
José Medeiros
Copacabana
circa 1949

Hotel Copacabana Palace
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Hotel Copacabana Palace
O Copacabana Palace foi construído pelos empresários Octávio Guinle e Francisco Castro Silva, entre 1919 e 1923. Em 1934, foi construída a piscina do hotel, ampliada em 1949. Internacionalmente conhecido e considerado por inúmeras vezes o melhor hotel da América do Sul, o Copacabana Palace já hospedou artistas, diplomatas e chefes de estado de todo o mundo. Sob risco de demolição, em 1985 o hotel tornou-se patrimônio histórico, sendo tombado pelo Iphan. José Eduardo Guinle vendeu a propriedade em 1989 para o grupo Orient-Express Hotels, que revitalizou e modernizou as suas instalações sem descaracterizar seus elementos históricos.
José Medeiros
Copacabana
1949

Brotinho Ivanira e grupo de moças no calçadão de Copacabana, vendo-se ao fundo o cinema Rian
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Brotinho Ivanira e grupo de moças no calçadão de Copacabana, vendo-se ao fundo o cinema Rian
O Cinema Rian, belo prédio de quatro andares erguido na Avenida Atlântica, foi idealizado por Nair de Teffé na década de 1930. Em meados dos anos 1940 a administração do cinema passou para o grupo Severiano Ribeiro. Em 1975 o Rian sofreu um incêndio e, por conta da especulação imobiliária do bairro, foi derrubado e em seu lugar erguido um hotel. Filha do Barão de Teffé, Nair nasceu em 1886 e era considerada uma mulher à frente de seu tempo. Foi a primeira caricaturista brasileira, cantora, pianista, atriz e incentivadora da música popular brasileira, na época desprezada pelas elites. Aos 27 anos casou-se com o Marechal Hermes da Fonseca, 31 anos mais velho. Quando era primeira-dama, promovia famosos saraus nos salões do Palácio do Catete. Morou em Petrópolis quando Hermes deixou a presidência e lá criou a Academia Petropolitana de Letras, em 1929. Depois de voltar ao Rio, refugiou-se em Niterói com os três filhos adotivos. Nair faleceu na cidade em 10 de junho de 1981, no dia em que completou 95 anos de idade.
José Medeiros
Avenida Atlântica, 2965
circa 1950

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