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"Velho acordeonista" (cartão-postal)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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"Velho acordeonista" (cartão-postal)
“Velho acordeonista”. Foto tirada por Madalena Schwartz. A imagem mostra um tocador de gaita-ponto no estado do Rio Grande do Norte, no Nordeste brasileiro.
Madalena Schwartz
RN
1974

Hélio Oiticica
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Hélio Oiticica
Considerado um dos artistas plásticos brasileiros mais criativos, Hélio Oiticica nasceu no Rio de Janeiro em 26 de julho de 1937 e faleceu na mesma cidade em 1980. Em 1948 mudou-se com a família para Nova York, permanecendo até 1950, e para onde voltou em 1970. Em 1954 começou a estudar pintura com Ivan Serpa, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Iniciou sua trajetória artística ligado às experiências concretas e neo-concretas, e logo rompeu com o conceito tradicional de quadro, elaborando placas de madeira que recebiam várias camadas de tintas e eram dispostas na parede aleatoriamente. Defendia que a arte devia estar integrada à experiência cotidiana e que o espectador deveria participar da obra. Os "Parangolés", criados em 1964, são considerados a síntese de seu trabalho; são capas, estandartes ou bandeiras coloridas de algodão ou náilon com poemas em tinta sobre o tecido a serem vestidas ou carregadas pelo espectador, que passa a perceber seu corpo transformado em dança. Ou seja, as obras só viram obras de fato quando são manuseadas por alguém. Participou ainda de alguns trabalhos no cinema, como ator e como idealizador de filmes.
Madalena Schwartz
Brasil
1977

Antonio Cândido
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Antonio Cândido
O escritor e ensaísta Antonio Candido de Mello e Souza nasceu no Rio de Janeiro em 24 de julho de 1918, e ainda pequeno foi para Minas Gerais, de onde é sua família. Considerado um dos principais críticos de literatura e cultura brasileira do século XX, foi professor na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, na Faculdade de Ciências e Letras de Assis, da Universidade Estadual Paulista, e no Instituto de Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual de Campinas. Atuante também em movimentos e partidos políticos, lutou contra o Estado Novo na década de 1940 e em 1980 foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Artesanato
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Artesanato
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Manabu Mabe
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Manabu Mabe
O pintor Manabu Mabe nasceu na Província de Kumamoto, atualmente cidade de Shiranui, Japão, em 14 de setembro de 1924. Era o mais velho de sete irmãos. Veio para o Brasil em 1934, estabelecendo-se com a família em Birigui, interior de São Paulo, e lá trabalhavam na lavoura de café. Embora gostasse de desenhar desde criança, somente em 1942 começou a traçar sua carreira artística. Depois de algum tempo fazendo estudos em papéis com lápis, crayons e aquarelas, em 1945 Mabe começa a utilizar a tinta à óleo. Na década de 1950 começa a participar de salões de arte no eixo Rio-São Paulo, e sua obra caracteriza-se pela abstração neo-cubista, fortemente influenciado por Pablo Picasso. 1959 é considerado o ano Mabe, segundo a revista norte-americana Time, já que o artista ganha o prêmio de "Melhor Pintor Nacional" no Brasil e o "Prêmio Braun para Melhor Pintor" dez dias depois, na I Bienal de Jovens de Paris. Nas décadas seguintes, Mabe vai se consolidando como um dos mais talentosos pintores brasileiros, expondo seu trabalho no exterior sempre com bastante sucesso e fiel ao abstracionismo. Manabu Mabe faleceu em São Paulo em 1997.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1975

Homem e criança
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Homem e criança
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
RN
circa 1974

Dzi Croquettes - Cláudio Gaya
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Dzi Croquettes - Cláudio Gaya
Os Dzi Croquettes foram um grupo performático brasileiro criado pelo coreógrafo norte-americano Lennie Dale, composto pelo autor Wagner Ribeiro de Souza e pelos bailarinos Ciro Barcelos, Cláudio Gaya, Reginaldo de Poli, Rogério de Poli, Cláudio Tovar, Paulo Bacellar, Carlinhos Machado, Benedictus Lacerda, Eloy Simões e Bayard Tonelli. Inspiravam-se no grupo norte-americano "The Coquettes" e no circuito gay off-Broadway, e seus shows irreverentes contestavam a conjuntura política da época. O primeiro espetáculo, montado em 1972, chamava-se "Gente Computada Igual a Você", uma comédia de costumes debochada que fez grande sucesso em São Paulo. Por meio de dublagem, dança, canto e depoimentos pessoais dos integrantes, criticava sutilmente a realidade brasileira, a repressão sexual, a censura imposta pelo AI-5 e a ditadura militar. Pela ousadia do show foram execrados pelo Serviço Nacional de Teatro, um dos braços da ditadura, que se recusava a patrocinar a trupe. Fizeram sucesso não só no Brasil mas também na Europa, movimentando as noites de Paris e Ibiza e participando do filme "Le Chat et la Souris", de Claude Lelouch, em Londres. Em 1976 um grupo de atrizes se juntou aos integrantes originais e pouco tempo depois os atores se separaram.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1974

Susy Wong
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Susy Wong
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1976

Ney Matogrosso
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Ney Matogrosso
Nascido Ney de Souza Pereira em 1º de agosto de 1941 em Bela Vista, Mato Grosso do Sul, o cantor figura entre os mais talentosos artistas do Brasil. Filho de militar, mudava-se constantemente na infância, acompanhando a família. Aos 17 anos ingressou na Aeronáutica e tempos depois foi trabalhar no laboratório de anatomia patológica do Hospital de Base de Brasília. Depois de participar de um festival universitário e atuar num programa de televisão, decidiu dedicar-se ao teatro e foi para o Rio de Janeiro em 1970, em busca de seu sonho. Adotando um estilo de vida hippie, desdobrava-se entre Rio, São Paulo e Mato Grosso até conhecer o jornalista João Ricardo, através de uma amiga em comum, que procurava um cantor de voz aguda para um conjunto musical. Começava aí o Secos e Molhados, que, além de Ney e João Ricardo, era composto também por Gerson Conrad. O grupo logo alcançou enorme sucesso em pouquíssimo tempo. No entanto, Ney saiu do grupo em agosto de 1974 e em março de 1975 estreava seu show solo no Rio de Janeiro, no Teatro do Hotel Nacional. Era o começo de uma sólida e bem sucedida carreira na música popular brasileira.
Madalena Schwartz
São Paulo
1974

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