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Praça da Constituição
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da Constituição
Estátua de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes.
Marc Ferrez
Atual praça Tiradentes
circa 1880

Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Convento e igreja do Carmo, ligados por passadiço acima da rua Sete de Setembro
Tanto a Capela Imperial (oficialmente Igreja de N. S. do Monte do Carmo) como a Igreja da Ordem 3ª do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o Largo D. Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. À direita, em frente à Igreja do Carmo, está o Hotel de France, demolido na década de 1930.
Marc Ferrez
Largo do Paço ; atual Praça XV de Novembro
circa 1870

Paço Imperial, ao fundo, o Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Paço Imperial, ao fundo, o Morro do Castelo
Marc Ferrez
Largo do Paço, atual Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1870

Estação das barcas, na Praça Dom Pedro II, atual Praça XV de novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação das barcas, na Praça Dom Pedro II, atual Praça XV de novembro
Marc Ferrez
Centro
circa 1877

Chafariz do Mestre Valentim; ao fundo, lateral do Mercado da Praia do Peixe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Chafariz do Mestre Valentim; ao fundo, lateral do Mercado da Praia do Peixe
Marc Ferrez
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1870

Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes; estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes; estátua equestre de D. Pedro I
Estátua eqüestre de D. Pedro I na Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes. A estátua foi feita na França por Louis Rochet, cujo assistente era Augusto Rodin. Em 1861 Rochet montou o monumento na praça, e quatro anos depois foi instalado o gradil em ferro fundido que circunda a estátua, executado pelo artista Miguel Couto dos Santos. A praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais onde se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Marc Ferrez
Centro
circa 1870

Vista da Praça D. Pedro II, atual Praça XV; a partir do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da Praça D. Pedro II, atual Praça XV; a partir do Morro do Castelo
Marc Ferrez
Morro do Castelo
circa 1880

Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Albert Frisch
Praça Tiradentes ; Centro
1865

Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Campo da Aclamação
Campo da aclamação, hoje Campo de Santana, é um parque localizado na Praça da República. O nome da praça é uma referência ao fato de ela se localizar nas proximidades de onde ocorreu a proclamação da República do Brasil em 1889.
Marc Ferrez
Praça da República, atual Campo de Santana
circa 1880

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