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Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
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Joaquim Insley Pacheco
1870

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Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
P005DJ0381.jpg

Princesa Isabel, Conde d'Eu e os filhos D. Pedro de Alcântara, príncipe do Grão-Pará, D. Luís Maria e D. Antônio Gastão
Alberto Henschel
circa 1880

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Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
P005DJ0378.jpg

Joaquim Insley Pacheco
Rio de Janeiro
circa 1870

Vista tirada do topo do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0143.jpg
Vista tirada do topo do Corcovado
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

Largo da Lapa visto de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0141.jpg
Largo da Lapa visto de Santa Teresa
Em 1775 surgiram na Lapa, o seminário e a Capela de Nossa Senhora da Lapa. Por conta disso, o Largo da Lapa, em frente, ficou conhecido pelos transeuntes como Largo dos Formigões, por conta dos trajes negros dos padres. Já em 1808, o largo que se encontrava abandonado, foi revitalizado com a chegada do convento das Carmelitas que foram desalojadas do Largo do Paço. Ao abrigar as freiras, o convento e a Igreja ficaram conhecidos como Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro, em referência ao morro do Desterro que ficava logo em frente, e hoje chama-se Santa Teresa. Com o alvorecer do século XX, a Lapa, outrora bairro nobre, foi perdendo importância no cenário carioca, já que as classes abastadas estavam se mudando para a Zona Sul. Por conta disso, abrigou a boêmia carioca, freqüentada por malandros, capoeiras, prostitutas e artistas.
Marc Ferrez
Lapa
circa 1870

Vista da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0136.jpg
Vista da Baía de Guanabara
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

A Glória vista do Castelo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0129.jpg
A Glória vista do Castelo
A Glória surgiu a mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de melhorar a aparência do logradouro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Praia de Botafogo e Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0128.jpg
Praia de Botafogo e Pão de Açúcar ao fundo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1870

Vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0127.jpg
Vista de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1870

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