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O chafariz de Mestre Valentim e as igrejas do Carmo e Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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O chafariz de Mestre Valentim e as igrejas do Carmo e Capela Imperial
Monumental chafariz de Mestre Valentim, uma das poucas peças coloniais que resistiu à força modernizadora do começo do século XX. Considerado obra prima no trabalho de cantaria, foi construído entre 1780 e 1789, e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade. Ao fundo, aparecem a Capela Imperial e a Igreja do Carmo.
Georges Leuzinger
Praça D. Pedro II, atual praça 15 de Novembro
circa 1865

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890

Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Praça XV de Novembro vista do alto da torre da igreja do Carmo
O largo inicialmente abrigou uma capela dedicada a Nossa Senhora do Ó, no século XVI. Mais tarde, os frades Carmelitas instalaram no local o seu convento. Ali se instalaram, desde o século XVII, a Câmara e a Cadeia Pública e a Fazenda Real, além dos Armazéns Reais e a Casa da Moeda. No século XVIII, o logradouro ganhou importância sobretudo administrativa, até porque o Rio de Janeiro havia se tornado capital da Colônia. Na segunda metade do século XVIII foram realizadas obras importantes, como a transformação dos Armazéns Reais em sede do governo do Vice-Reinado, a construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo e a instalação do monumental chafariz de Mestre Valentim no largo. No Império, o largo foi chamado de D. Pedro II, e na passagem da República, o nome foi modificado para praça XV de Novembro, data da proclamação republicana. Em 1902, foi construído o Cais Pharoux que substituiu o antigo, colonial, do século XVIII.
Autoria não identificada
Centro
circa 1915

Praça XV de Novembro (pintura)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Praça XV de Novembro (pintura)
Revista militar no Largo do Paço (atual Praça XV de Novembro). À esquerda está o prédio do Paço Imperial. Em primeiro plano, vê-se o Chafariz da Pirâmide, de Mestre Valentim. Ao fundo está a Rua Primeiro de Março (antiga Rua Direita). Pintura de Leandro Joaquim feita no Século XVIII. Leandro Joaquim (Rio de Janeiro, c.1738 - Rio de Janeiro, c.1798): pintor, cenógrafo e arquiteto.
s.d.

Washington Luís, ao centro, entre civis e militares
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Washington Luís, ao centro, entre civis e militares
Autoria não identificada
Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1926

Praça XV de Novembro; vista da torre da Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Praça XV de Novembro; vista da torre da Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé
Autoria não identificada
Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé ; Rua Sete de Setembro, nº 14 ; Praça XV de Novembro ; Centro
circa 1922

Vista para hotel na Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Vista para hotel na Praça XV de Novembro
Autoria não identificada
Rua Primeiro de Março ; Centro
circa 1922

Paço Imperial; ocupado pela Repartição Geral dos Telégrafos
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
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Paço Imperial; ocupado pela Repartição Geral dos Telégrafos
Autoria não identificada
Rua Primeiro de Março, antiga rua Direita ; Centro
circa 1930

Paço Imperial; ocupado pela Repartição Geral dos Telégrafos
Arquivo/Coleção: Sebastião Lacerda
037SL03021.jpg
Paço Imperial; ocupado pela Repartição Geral dos Telégrafos
Autoria não identificada
Rua Primeiro de Março, antiga rua Direita ; Centro
circa 1930

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