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Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Flora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Desde cedo, Roberto Burle Marx (1909 - 1994), o maior paisagista brasileiro, teve interesse nas formas, nas cores e na diversidade de espécias das plantas brasileiras. Torna-se um colecionador e um estudioso da flora nacional. Seu jardim domiciliar chama a atenção do arquiteto Lucio Costa que o incentiva e faz a primeira encomenda de um projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão de dom João VI, na época, príncipe regente do Brasil, de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.
Marcel Gautherot
Jardim Botânico
circa 1957

Fazenda Samambaia
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Fazenda Samambaia
A Fazenda Samambaia é um imóvel colonial do séc. XVII que possui a Capela de Santo Antônio, em estilo “rococó” do século XVIII, construída por Valentim da Fonseca, antes da fundação de Petrópolis. Os atuais jardins da fazenda foram idealizados por Burle Marx.
Marcel Gautherot
Samambaia
circa 1960

Fazenda Samambaia
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Fazenda Samambaia
A Fazenda Samambaia é um imóvel colonial do séc. XVII que possui a Capela de Santo Antônio, em estilo “rococó” do século XVIII, construída por Valentim da Fonseca, antes da fundação de Petrópolis. Os atuais jardins da fazenda foram idealizados por Burle Marx.
Marcel Gautherot
Samambaia
circa 1960

Série "Estrada de Ferro Tocantins"
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Série "Estrada de Ferro Tocantins"
A Estrada de Ferro Tocantins foi uma ferrovia construída para complementar a navegação fluvial, percorrendo a margem esquerda do rio Tocantins, ao longo das cachoeiras da região de Tucuruí, para ligar o trecho navegável da planície, desde Belém, aos trechos que deveriam ser navegados rio acima, até as proximidades do planalto central. O trajeto completo da EFT percorria 117 km, entre Tucuruí e Jatobá. Esteve em operação de modo sazonal entre 1908 e 1939, e interruptamente entre 1939 até 1973, sendo extinta através de um decreto federal, pois a região foi inundada para a construção da Hidroelétrica de Tucuruí. A construção da EFT invadiu terras dos povos Asuriní e Parakanã, e durante boa parte de sua história teve uma relação muito conflituosa com as populações locais. Em 1945 a ferrovia passou a ser administrada pela Fundação Brasil Central e seu primeiro gestor passou a utilizar a violência como método de coação contra os Asurini. Em 1949, ano de boa parte das fotografias da série de Gautherot, um novo diretor da EFT buscou construir outra política, convidando o SPI para mediar a relação com os Asuriní.
Marcel Gautherot
PA
circa 1949

Ilha Mexiana
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Ilha Mexiana
A Ilha Mexiana, na foz do Rio Amazonas, está localizada na costa do município de Chaves, no Pará.
Marcel Gautherot
Chaves
circa 1943

Ilha Mexiana
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Ilha Mexiana
A Ilha Mexiana, na foz do Rio Amazonas, está localizada na costa do município de Chaves, no Pará.
Marcel Gautherot
Ilha Mexiana
circa 1943

Ilha Mexiana
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Ilha Mexiana
A Ilha Mexiana, na foz do Rio Amazonas, está localizada na costa do município de Chaves, no Pará.
Marcel Gautherot
Ilha Mexiana
circa 1943

Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
O conjunto de imagens de Gautherot registra os primeiros contatos do SPI e do pessoal da Estrada de Ferro Tocantins com o povo Asurini do Tocantins. Esse contato se deu após uma longa guerra entre os indígenas e os brancos, sobretudo após ataques da EFT às aldeias, a partir de 1945, quando a ferrovia passou às mãos da Fundação Basil Central, o que gerou enorme violência. A busca do Estado por estabelecer vínculos pacíficos começou em 1949 e, por quatro anos, foram diversas as tentativas de contato. Gautherot registrou o que se considera os primeiros contatos com a anuência dos Asuriní, em 1953. O conjunto de fotografias mostra os postos de atração de Pucuruí, Pucuruizinho e Trucará, às margens do Rio Tocantins O grupo indígena dos Assurini de Tocantins são da família linguística tupi-guarani. Em 2012, havia 516 índios Assurini no Tocantins. O nome Asurini vem da língua Juruna e é utilizado para nomear diversos grupos Tupi da região do Tocantins.
Marcel Gautherot
Região do baixo Tocantins
1953

Babaçu
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Babaçu
O babaçu é uma nobre palmeira nativa da região Norte e das áreas de Cerrado. Sua ocorrência é concentrada nos estados do Maranhão, Tocantins e Piauí, na região conhecida como Mata dos Cocais (transição entre Caatinga, Cerrado e Amazônia).
Marcel Gautherot
Rosário
circa 1964