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Prédio da Guarda Civil
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Prédio da Guarda Civil
Prédio da antiga Guarda Civil do Distrito Federal (Rio de Janeiro), onde depois funcionou o quartel do 13º BPM.
Foto-Stúdio Dyrce
Praça Tiradentes
circa 1959

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Teatro João Caetano
José Medeiros
Praça Tiradentes
1950

Mercedes Baptista e Valter Ribeiro na gafieira Estudantina
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Mercedes Baptista e Valter Ribeiro na gafieira Estudantina
Mercedes Baptista foi a primeira bailarina negra a integrar o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Nascida em 1921 na cidade de Campos dos Goytacazes, ainda jovem mudou-se para o Rio e, levada pelo sonho de atuar nos palcos, passou a dedicar-se à dança ao mesmo tempo em que exercia outras atividades profissionais. Foi iniciada no balé clássico e na dança folclórica pela bailarina Eros Volúsia e na década de 1940 ingressou na Escola de Dança do Theatro Municipal, tendo a oportunidade de estudar com profissionais como Yuco Lindberg e Vaslav Veltchek. Em 1948 foi admitida como bailarina profissional no corpo de baile do Theatro e, pouco depois, ao conhecer Abdias Nascimento, passou a integrar o Theatro Experimental do Negro. O grupo atuava de forma a combater a discriminação racial no país através de atividades culturais, e nesse contexto Mercedes Batista trabalhou pela reafirmação do artista negro na dança. No final da década de 1950, em uma seleção feita pela coreógrafa norte-americana Katherine Dunham, Mercedes conquistou uma bolsa de estudos em Nova York e, depois de alguns anos fora, fundou sua própria companhia de dança no Brasil, batizada Ballet Folclórico Mercedes Batista. Formado por bailarinos negros, o grupo desenvolvia pesquisas e divulgava a cultura afro-brasileira aqui e no exterior. Mercedes Batista teve ainda destacada atuação como coreógrafa no carnaval carioca, no cinema, na televisão e no teatro.
José Medeiros
Gafieira Estudantina Musical ; Centro ; Praça Tiradentes
1956

Baile de carnaval no Teatro João Caetano
Archive/Collection: José Medeiros
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Baile de carnaval no Teatro João Caetano
José Medeiros
Praça Tiradentes
1950s

Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
A estátua equestre de Dom Pedro I foi erguida por iniciativa de Dom Pedro II, em homenagem à proclamação da Independência do Brasil e foi inaugurada em 30 de março de 1862 com um concerto regido por Francisco Manoel da Costa. O projeto do monumentos foi do artista brasileiro João Maximiano Mafra. As esculturas em bronze foram executadas e fundidas em Paris por Louis Rochet.
Marcel Gautherot
Praça Tiradentes
circa 1957

Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
A estátua equestre de Dom Pedro I foi erguida por iniciativa de Dom Pedro II, em homenagem à proclamação da Independência do Brasil e foi inaugurada em 30 de março de 1862 com um concerto regido por Francisco Manoel da Costa. O projeto do monumentos foi do artista brasileiro João Maximiano Mafra. As esculturas em bronze foram executadas e fundidas em Paris por Louis Rochet.
Marcel Gautherot
Praça Tiradentes
circa 1957

Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
A estátua equestre de Dom Pedro I foi erguida por iniciativa de Dom Pedro II, em homenagem à proclamação da Independência do Brasil e foi inaugurada em 30 de março de 1862 com um concerto regido por Francisco Manoel da Costa. O projeto do monumentos foi do artista brasileiro João Maximiano Mafra. As esculturas em bronze foram executadas e fundidas em Paris por Louis Rochet.
Marcel Gautherot
Praça Tiradentes
circa 1957