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Rua Espírito Santo, atual rua Pedro I; bonde elétrico (Aldeia Campista) e bonde puxado por animais
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Rua Espírito Santo, atual rua Pedro I; bonde elétrico (Aldeia Campista) e bonde puxado por animais
A rua Espírito Santo, posteriormente chamada de Pedro I, era como se fosse um prolongamento da Praça Tiradentes. Foi palco do primeiro grande comício operário da cidade, em 1918, sob influência da Revolução Russa, e que protestou contra a carestia da classe operária causada pela alta dos preços.
Augusto Malta
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1919

Estátua Equestre de Dom Pedro I
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Estátua Equestre de Dom Pedro I
Augusto Malta
Praça Tiradentes ; Centro
1906

Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
A estátua equestre de Dom Pedro I foi erguida por iniciativa de Dom Pedro II, em homenagem à proclamação da Independência do Brasil e foi inaugurada em 30 de março de 1862 com um concerto regido por Francisco Manoel da Costa. O projeto do monumentos foi do artista brasileiro João Maximiano Mafra. As esculturas em bronze foram executadas e fundidas em Paris por Louis Rochet.
Marcel Gautherot
Praça Tiradentes
circa 1957

Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
A estátua equestre de Dom Pedro I foi erguida por iniciativa de Dom Pedro II, em homenagem à proclamação da Independência do Brasil e foi inaugurada em 30 de março de 1862 com um concerto regido por Francisco Manoel da Costa. O projeto do monumentos foi do artista brasileiro João Maximiano Mafra. As esculturas em bronze foram executadas e fundidas em Paris por Louis Rochet.
Marcel Gautherot
Praça Tiradentes
circa 1957

Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Estátua de Dom Pedro I, na praça Tiradentes
A estátua equestre de Dom Pedro I foi erguida por iniciativa de Dom Pedro II, em homenagem à proclamação da Independência do Brasil e foi inaugurada em 30 de março de 1862 com um concerto regido por Francisco Manoel da Costa. O projeto do monumentos foi do artista brasileiro João Maximiano Mafra. As esculturas em bronze foram executadas e fundidas em Paris por Louis Rochet.
Marcel Gautherot
Praça Tiradentes
circa 1957

Monumento em homenagem a D. Pedro I - Estátua Equestre
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Monumento em homenagem a D. Pedro I - Estátua Equestre
Camillo Vedani
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1870

Praça Tiradentes, teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Tiradentes, teatro João Caetano
Praça Tiradentes, no centro da cidade, com destaque para o Teatro João Caetano. A Praça era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821, foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara. Em 1923, o teatro passou a chamar-se João Caetano - uma homenagem ao intérprete que também foi dono do teatro. O primeiro teatro erguido no local foi o Real Theatro de São João, inaugurado em 13 de outubro de 1813. Mais tarde, em 1826 (e também em 1839), seu nome foi mudado para Imperial Theatro São Pedro de Alcântara, e em 1831, foi chamado Theatro Constitucional.
Augusto Malta
Praça Tiradentes
circa 1930

Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Tiradentes
A Praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Augusto Malta
Praça Tiradentes
circa 1928

Praça Tiradentes, ao fundo rua da Constituição; à direita a avenida senhor dos Passos e o teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Tiradentes, ao fundo rua da Constituição; à direita a avenida senhor dos Passos e o teatro João Caetano
Chamada Tiradentes desde a proclamação da República, antes chamada de Praça da Constituição ou Rocio. Na foto, bem à direita e no primeiro plano, o Teatro São Pedro de Alcantâra (atual João Caetano). A rua da esquina do teatro é a rua do Tesouro (atual Av. Passos).
Augusto Malta
Praça Tiradentes ; Centro
circa 1920

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