Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Escultura em homenagem aos pracinhas das Três Armas, de  Alfredo Ceschiatti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ACRJ12498.jpg
Escultura em homenagem aos pracinhas das Três Armas, de Alfredo Ceschiatti
Uma foto da escultura em homenagem aos pracinhas, no Monumento aos Mortos da Segunda Guerra, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. De autoria do arquiteto e escultor Alfredo Ceschiatti, com cinco metros de altura, executada em homenagem às três Forças Armadas, representadas por um marinheiro, um soldado e um aviador. As obras do monumento iniciaram-se a 24 de julho de 1957 e foi inaugurada em 5 de agosto de 1960. Alfredo Ceschiatti (Belo Horizonte, 1 de setembro de 1918 — 1989) foi escultor, desenhista e professor brasileiro. Fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes e ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (UnB). Ficou conhecido por criar obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer.
Marcel Gautherot
Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, Aterro do Flamengo
1962

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMMA04976.jpg
Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010AMMA04977.jpg
Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010AMMA04978.jpg
Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMMA04980.jpg
Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMMA04981.jpg
Igreja de São Sebastião e Monumento à Abertura dos Portos
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Vistas de Ouro Preto e casario a partir do adro da Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGOP12405.jpg
Vistas de Ouro Preto e casario a partir do adro da Igreja de São Francisco de Paula
A cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, fundada em 1711, foi o primeiro local no Brasil a ser considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, título que recebeu em 1980. O primeiro nome da cidade foi Vila Rica e depois passou a ser chamar Vila Rica de Albuquerque e Vila Rica de NOssa Senhora do Pilar. A denominação Ouro Preto foi adotada em 20 de maio de 1823, quando foi elevada a cidade. O nome vem do ouro escuro, recoberto com uma camada de óxido de ferro, encontrado na cidade.
Marcel Gautherot
Ouro Preto
1956

Vistas de Ouro Preto e casario a partir do adro da Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGOP12406.jpg
Vistas de Ouro Preto e casario a partir do adro da Igreja de São Francisco de Paula
A cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, fundada em 1711, foi o primeiro local no Brasil a ser considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, título que recebeu em 1980. O primeiro nome da cidade foi Vila Rica e depois passou a ser chamar Vila Rica de Albuquerque e Vila Rica de NOssa Senhora do Pilar. A denominação Ouro Preto foi adotada em 20 de maio de 1823, quando foi elevada a cidade. O nome vem do ouro escuro, recoberto com uma camada de óxido de ferro, encontrado na cidade.
Marcel Gautherot
Ouro Preto
1956

Vistas de Ouro Preto e casario a partir do adro da Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MGOP12407.jpg
Vistas de Ouro Preto e casario a partir do adro da Igreja de São Francisco de Paula
A cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, fundada em 1711, foi o primeiro local no Brasil a ser considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, título que recebeu em 1980. O primeiro nome da cidade foi Vila Rica e depois passou a ser chamar Vila Rica de Albuquerque e Vila Rica de NOssa Senhora do Pilar. A denominação Ouro Preto foi adotada em 20 de maio de 1823, quando foi elevada a cidade. O nome vem do ouro escuro, recoberto com uma camada de óxido de ferro, encontrado na cidade.
Marcel Gautherot
Ouro Preto
1956