Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Araucária (Araucaria Cunninghami)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE002001.jpg
Araucária (Araucaria Cunninghami)
Fotografia de árvores, identificadas cientificamente no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Palmeira-do-viajante (Ravenala Madagascariense)
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE002002.jpg
Palmeira-do-viajante (Ravenala Madagascariense)
Fotografia de Palmeira, identificada cientificamente no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Palmeira-leque-da-china
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE002003.jpg
Palmeira-leque-da-china
Fotografia da Palmeira Leque da China, no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Pândano (pandanus utilis)
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
001LE003.jpg
Pândano (pandanus utilis)
Fotografia de Palmeira, cientificamente identificada no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Carnaúba
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001LE004005.jpg
Carnaúba
Fotografia de árvores no jardim botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014GLAS072.jpg
Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índios de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho primitivo. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a lagoa até a desembocadura do rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira. Em primeiro plano, podemos ver por cima do morro os telhados da construção da chácara do Comendador Laje, o futuro Parque Laje. Vemos ainda na foto essa ponta sobre a lagoa, hoje aterrada, onde era a Chácara da Bica, depois Solar do Monjope.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1866

Fourcroya gigantea (piteira ou agave) no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0084.jpg
Fourcroya gigantea (piteira ou agave) no Jardim Botânico
A Fourcroya gigantea, popularmente conhecida como piteira ou agave, é uma planta de porte herbáceo, com folhas longas fornecedoras de fibras bastante resistentes. É usada na confecção de cordas, pincéis e escovas.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1866

Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0102.jpg
Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1865