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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Paul Ehrenreich
Jardim Botânico
1894

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0137.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Paul Ehrenreich
Jardim Botânico
circa 1894

Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1865

Fourcroya gigantea (piteira ou agave) no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Fourcroya gigantea (piteira ou agave) no Jardim Botânico
A Fourcroya gigantea, popularmente conhecida como piteira ou agave, é uma planta de porte herbáceo, com folhas longas fornecedoras de fibras bastante resistentes. É usada na confecção de cordas, pincéis e escovas.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1866

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0019.jpg
Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Autoria não identificada
Jardim Botânico
circa 1900

Cabeça de mulher, em estilo art-nouveau, em prédio da rua Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Rossini Peres
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Cabeça de mulher, em estilo art-nouveau, em prédio da rua Jardim Botânico
O fotógrafo baseou seu trabalho na documentação das transformações do Rio de Janeiro, resultantes de intervenções urbanas a partir da década de 1970. Ele registrou a estatuária e detalhes da arquitetura da cidade em muitos dos edifícios que foram demolidos posteriormente. As imagens foram realizadas principalmente nos bairros da área central e zona portuária.
Rossini Perez
Jardim Botânico
1976

Vista do Corcovado; a partir do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista do Corcovado; a partir do Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Rua Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Rua Jardim Botânico
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1890

Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo, morro Dois Irmãos e a pedra da Gávea
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índios de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho primitivo. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a lagoa até a desembocadura do rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira. Em primeiro plano, podemos ver por cima do morro os telhados da construção da chácara do Comendador Laje, o futuro Parque Laje. Vemos ainda na foto essa ponta sobre a lagoa, hoje aterrada, onde era a Chácara da Bica, depois Solar do Monjope.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1866

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