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Carta em que remetente solicita crítica de Chiquinha Gonzaga para versos escritos.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta em que remetente solicita crítica de Chiquinha Gonzaga para versos escritos.
Rio de Janeiro
8 de agosto de 1923

Solicitação de desligamento do quadro de sócios da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Solicitação de desligamento do quadro de sócios da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT)
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
4 de janeiro de 1934

Carta a Djalma Bittencourt com orientações após seu falecimento.
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Carta a Djalma Bittencourt com orientações após seu falecimento.
João Baptista Gonzaga
Rio de Janeiro
19 de outubro de 1960

Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
A Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM) foi criada em 1928 e tinha como principal objetivo a proteção dos direitos autorais de seus associados. Sua primeira diretoria foi composta por relevantes nomes do meio musical daquele momento, muitos deles também associados da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT): Joubert de Carvalho (Presidente), Sophonias Dornellas (Vice-presidente), Ary Kerner Veiga de Castro (1º secretário), J.B. Silva (2º secretário), Fred Figner (1º tesoureiro) e J. Gomes Junior (2º tesoureiro). No entanto, neste momento inicial, as atividades da instituição foram praticamente inexistentes. Em abril de 1933, após quase cinco anos de sua fundação, a SBCEM realizou eleição de uma nova diretoria com o objetivo de reativá-la. Este movimento ocasionou uma reação de oposição da SBAT, que entrou com uma petição apontando a ilegalidade do processo resultando no desativação da SBCEM por mais de uma década. Essa dinâmica de conflitos ocorreu ao longo de toda década de 1930, em um contexto de disputas entre a SBAT e compositores, editores e empresários de rádio em torno dos direitos autorais do meio musical. A cobrança de tais direitos se mostrou altamente rentável a partir da promulgação da chamada Lei Getulio Vargas (Decreto nº 18.527, de 10 de dezembro de 1928).
Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Rio de Janeiro
1933

Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
A Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM) foi criada em 1928 e tinha como principal objetivo a proteção dos direitos autorais de seus associados. Sua primeira diretoria foi composta por relevantes nomes do meio musical daquele momento, muitos deles também associados da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT): Joubert de Carvalho (Presidente), Sophonias Dornellas (Vice-presidente), Ary Kerner Veiga de Castro (1º secretário), J.B. Silva (2º secretário), Fred Figner (1º tesoureiro) e J. Gomes Junior (2º tesoureiro). No entanto, neste momento inicial, as atividades da instituição foram praticamente inexistentes. Em abril de 1933, após quase cinco anos de sua fundação, a SBCEM realizou eleição de uma nova diretoria com o objetivo de reativá-la. Este movimento ocasionou uma reação de oposição da SBAT, que entrou com uma petição apontando a ilegalidade do processo resultando no desativação da SBCEM por mais de uma década. Essa dinâmica de conflitos ocorreu ao longo de toda década de 1930, em um contexto de disputas entre a SBAT e compositores, editores e empresários de rádio em torno dos direitos autorais do meio musical. A cobrança de tais direitos se mostrou altamente rentável a partir da promulgação da chamada Lei Getulio Vargas (Decreto nº 18.527, de 10 de dezembro de 1928).
Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Rio de Janeiro
1933

Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
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Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
A Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM) foi criada em 1928 e tinha como principal objetivo a proteção dos direitos autorais de seus associados. Sua primeira diretoria foi composta por relevantes nomes do meio musical daquele momento, muitos deles também associados da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT): Joubert de Carvalho (Presidente), Sophonias Dornellas (Vice-presidente), Ary Kerner Veiga de Castro (1º secretário), J.B. Silva (2º secretário), Fred Figner (1º tesoureiro) e J. Gomes Junior (2º tesoureiro). No entanto, neste momento inicial, as atividades da instituição foram praticamente inexistentes. Em abril de 1933, após quase cinco anos de sua fundação, a SBCEM realizou eleição de uma nova diretoria com o objetivo de reativá-la. Este movimento ocasionou uma reação de oposição da SBAT, que entrou com uma petição apontando a ilegalidade do processo resultando no desativação da SBCEM por mais de uma década. Essa dinâmica de conflitos ocorreu ao longo de toda década de 1930, em um contexto de disputas entre a SBAT e compositores, editores e empresários de rádio em torno dos direitos autorais do meio musical. A cobrança de tais direitos se mostrou altamente rentável a partir da promulgação da chamada Lei Getulio Vargas (Decreto nº 18.527, de 10 de dezembro de 1928).
Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Rio de Janeiro
1933

Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
CG_51_061_004.jpg
Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
A Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM) foi criada em 1928 e tinha como principal objetivo a proteção dos direitos autorais de seus associados. Sua primeira diretoria foi composta por relevantes nomes do meio musical daquele momento, muitos deles também associados da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT): Joubert de Carvalho (Presidente), Sophonias Dornellas (Vice-presidente), Ary Kerner Veiga de Castro (1º secretário), J.B. Silva (2º secretário), Fred Figner (1º tesoureiro) e J. Gomes Junior (2º tesoureiro). No entanto, neste momento inicial, as atividades da instituição foram praticamente inexistentes. Em abril de 1933, após quase cinco anos de sua fundação, a SBCEM realizou eleição de uma nova diretoria com o objetivo de reativá-la. Este movimento ocasionou uma reação de oposição da SBAT, que entrou com uma petição apontando a ilegalidade do processo resultando no desativação da SBCEM por mais de uma década. Essa dinâmica de conflitos ocorreu ao longo de toda década de 1930, em um contexto de disputas entre a SBAT e compositores, editores e empresários de rádio em torno dos direitos autorais do meio musical. A cobrança de tais direitos se mostrou altamente rentável a partir da promulgação da chamada Lei Getulio Vargas (Decreto nº 18.527, de 10 de dezembro de 1928).
Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Rio de Janeiro
1933

Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Arquivo/Coleção: Chiquinha Gonzaga
CG_51_061_005.jpg
Solicitação encaminhada à justiça acerca da reativação da Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
A Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM) foi criada em 1928 e tinha como principal objetivo a proteção dos direitos autorais de seus associados. Sua primeira diretoria foi composta por relevantes nomes do meio musical daquele momento, muitos deles também associados da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT): Joubert de Carvalho (Presidente), Sophonias Dornellas (Vice-presidente), Ary Kerner Veiga de Castro (1º secretário), J.B. Silva (2º secretário), Fred Figner (1º tesoureiro) e J. Gomes Junior (2º tesoureiro). No entanto, neste momento inicial, as atividades da instituição foram praticamente inexistentes. Em abril de 1933, após quase cinco anos de sua fundação, a SBCEM realizou eleição de uma nova diretoria com o objetivo de reativá-la. Este movimento ocasionou uma reação de oposição da SBAT, que entrou com uma petição apontando a ilegalidade do processo resultando no desativação da SBCEM por mais de uma década. Essa dinâmica de conflitos ocorreu ao longo de toda década de 1930, em um contexto de disputas entre a SBAT e compositores, editores e empresários de rádio em torno dos direitos autorais do meio musical. A cobrança de tais direitos se mostrou altamente rentável a partir da promulgação da chamada Lei Getulio Vargas (Decreto nº 18.527, de 10 de dezembro de 1928).
Sociedade Brasileira de Compositores e Editores Musicais (SBCEM)
Rio de Janeiro
1933

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Archive/Collection: Chiquinha Gonzaga
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Carta de solicitação
Conceição Machado
s.d.