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Convite para peça Glanz und Tod des Joaquin Murieta. Interesse em workshop de Augusto Boal
Landestheater WurttemBerg. Hohenzollern
Tubinga
22 de novembro de 1979

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Arquivo/Coleção: Augusto Boal (AB)
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Notícias sobre a vida pessoal. Notícias de atividades teatrais com latino-americanos
Lena Gabrielsson
Suécia
1980s

-;-;-;Erico viu o tempo e o vento em Santo Amaro;Associação Rio-grandense de Imprensa;-;Somos todos mentirosos;-;Erico Verissimo: deveríamos ter com mais frequência escritores portugueses no Brasil;Um fenômeno chamado Erico Verissimo;Erico Verissimo vacilando entre o mar, o trabalho e o fascínio de Copacabana;-;-;Se você fosse o Brasil: que pedido você faria para o bom Papai Noel?;-;-;-;-;-;A volta (para casa) de Erico Verissimo;-;-;-;-;O filho de Dona Bega;-;-;Homenagem de despedida a Erico Verissimo;O último solo;-;-;-;Uma vida à espera de um biógrafo;-;-;Erico, o Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo fez cinquenta anos;-;Erico, doutor Barnard em transplante de alma;-;Breves notas sobre 3 livros brasileiros;Solo de clarineta vol. 1 em edição portuguesa;O sr. Erico Verissimo e seu primeiro livro;Um escritor rio-grandense elogiado em São Paulo;A neurotic's terrible trek;-;Contistas gaúchos;-;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;Verissimo habla de México
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Pablo Neruda
Local não identificado
1 de dezembro de 1970

Olhai os lírios do campo: romance de Erico Verissimo;-;Os êxitos de Erico Verissimo serão os êxitos do Rio Grande do Sul;-;-;-;-;-;De viage con Erico Verissimo;One long, rugged evening;-;-;-;-;Homenagens a Erico Verissimo, que chegará no próximo domingo;-;-;Até breve;-;-;-;-;-;O gaúcho do coração fiel;-;-;-;-;-;-;-;Assembleia suspende sessão em homenagem a Erico Verissimo;-;-;Breve crônica duma editora de província;-;Olhai os lírios do campo, por Erico Verissimo;-;-;-;-;-;Luis Fernando Verissimo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Breve crônica de editora de província;A sonata à Kreutzer;Erico e Portinari contra Brasília;-;-;-;-;Os poliedros de Erico Verissimo;Erico Verissimo na PRA-8;Associação Rio-grandense de Imprensa;Incidente em Antares: o romance de um moralista;-;Night could easily leave one in dark;Que o Brasil cresça com dignidade;Erico Verissimo foi descansar nos EUA: agora vou escrever histórias infantis;Um caçador de almas
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Pablo Neruda
Local não identificado
19 de novembro de 1953

Um grande escritor brasileiro em Lisboa;Erico Verissimo;-;-;-;-;-;-;Parece uma personagem de seus próprios livros;-;Morrer por Saigon;-;-;Escritores e livros;-;-;Pseudônimos literários;-;A mulher na obra de Erico Verissimo I;-;-;-;-;Olhai os lírios do campo;-;-;-;Dr. Barret dies at 67;-;-;-;-;Erico Verissimo, um dos autores brasileiros mais lidos em Portugal, assinala com novo êxito o Natal de 1971;-;Erico Verissimo completou 40 anos de vida literária: parabéns a ele ou a nós;Time and the wind;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Símbolos;Ovidio;Solo de clarineta;-;Erico Verissimo em Portugal;Dois mestres;O senhor embaixador;A ficção e a verdade;-;Erico Verissimo;Comédia Portuguesa no clube dos lisboetas;Pela causa da Itália;-;-;O prisioneiro
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Pablo Neruda
Local não identificado
19 de novembro de 1953

Autógrafos de Erico Verissimo;Guerra e Paz;-;-;-;Seleção popular da literatura brasileira;-;Os direitos do escritor;John dos Passos visto por Erico Verissimo;-;-;-;-;-;A marquesa saiu às cinco da tarde;Solo de clarineta: o registro de um contador de história de Cruz Alta a Wash;Brasil para a revolução;-;Serão fascistas os escritores gaúchos?;Verissimo: o livro do Vietname;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo (un gran narrador), en Madrid;-;Erico Verissimo, um filho das Macegas;-;-;-;Notícia de um grande romance;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Fornari, romancista;-;Biografia;E agora é silêncio;Governador do Estado presta homenagem a Erico Verissimo;-;Incidente em Antares;Fine long novel of Brazil's yesterdays;Into the sun;Cut in half, book could be twice as good;Crossroads;Erico Verissimo, o épico;-;His excellency, the ambassador
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Comentários sobre imprensa, peças de teatro, música, literatura, tradução e amigos
Erico Verissimo
Local não identificado
30 de dezembro de 1953

-;-;Erico diante do espelho, as histórias que contou;-;-;-;-;-;-;O Pato Donald e a psicanálise;-;Erico Verissimo deixou a Revista do Globo;-;-;Erico Verissimo ainda tem parentes em Ervedal da Beira;-;-;-;-;-;-;-;-;Erico Verissimo entre os amigos;-;-;-;Pablo Ortega tem muito de Erico;One long, rugged evening;-;El Sacramento too similar to Cuba;-;-;-;-;-;-;-;-;O estranho encontro de dois homens que são um só;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Breve crônica duma editora de província;-;-;-;-;Os fantasmas de Erico Verissimo;Um artista: Solo de clarineta define um estilo;-;Erico Verissimo em encruzilhada;Nacht von Erico Verissimo;Prêmio Nobel de Literatura;L'inconnu;Erico Verissimo lança romance que a vida tornou mais real;Erico Verissimo de novo em Portugal;Solo de clarineta: o registro de um contador de estórias...;-;O tempo e o vento;-;-
Arquivo/Coleção: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Notícias sobre a vida profissional. Referência a recebimento de crônicas de Herbert Caro. Comentários sobre a situação política dos Estados Unidos. Referência ao posicionamento político de Pablo Neruda. Comentários sobre música. Referencia a tradução do livro O Tempo e o Vento para o alemão
Erico Verissimo
Washington, D.C.
30 de dezembro de 1953

-;[Poemas ingleses traduzidos];Apetite feminino;-;Cena/Grande terraço no palácio de Herodes...;Dreaming of both (Rococo);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Os 4 mineiros;[Flores rosas];[Médico];Humanidade perdida, sedenta...;Canção do grego desencantado;[Outros]
Arquivo/Coleção: Paulo Mendes Campos (PMC)
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Cartão
Envio de material não especificado de Vinicius de Moraes. Reprodução de comentários de Vinicius de Moraes sobre o apreço de Pablo Neruda por Paulo Mendes Campos
Rubem Braga
Local não identificado
Século XX

Um senhor Elói Pontes;Os milhões de viúva;Cultura também fatura;Lisboa: um momento, uma mensagem;Farsanterias;Capitães do asfalto;Passagem pelo estreito;Rota de colisão;Finalmente;Tabuleta de ontem, de hoje, de sempre;O caminho da esperança (Il camino della speranza);Minas, os intelectuais e uma revista;Vida e poesia: Murilo Mendes;O deserto e suas miragens;Carambouillage;Pelo correio;Do jornalista Otto Lara Resende;Documento muito pessoal;São coisas assim;Tremores;O diabo no rodamoinho;Cem mil sóis: terceira mineração;Zero absoluto;O futuro visto de costas;O sineiro;Puzo, a fórmula do sucesso nas malhas da máfia;Entre lobo e cão;Homenagem a João Camilo;Um menino inútil;Nem 8, nem 80: 88;O homem com a minha cara;O tirano (The strange door);Com o romancista Octávio de Faria;Constituinte: o laboratório;Esplendor e sepultura;Sim, as estátuas riem;Isso passa;Um pássaro das tormentas;Nuvens de desespero (The clouded yellow);O homem que não gostava de abacate;Cala-te boca;Cansado como um rio;Cineminha de segunda-feira;Denso e terrível: Brasil;Dinamarca: vacas e crianças num jardim de felicidade;Escuridão ao meio-dia;Fala, memória;Francis' fun fair/Dosagem errada;Fuga e persistência da imagem;Há cinquenta anos;Marcha, soldado;Mimoso poder;Modo de ser: várias versões;Na altura do céu;O adiado mundo de amanhã;O apocalipse viaja de avião;O mau humor de Camus;O poético bacilo da longevidade;O quarto dígito;O rito e o mito;O segredo violado;Os livros e um livro;Papini;Presença da poesia;Quando a República era novidade;Quem matou Maluf;Rato ator rota: tora tora tora;Reforma social cristã;Saco de gatos contra gatos-pingados;Sem cocar nem botoque;Semostração;Sósias e imitadores;Suécia: uma vitória do trabalho sobre a natureza;Terras do norte (The wild north);Um ilustre desconhecido;Uma revista literária...;Velhos piratas, nova galera;Vila Rica, cidade livre
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Zero absoluto
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
20 de maio de 1984

Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Pecadora imaculada;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Ler e escrever;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;O aéreo prazer do texto;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Vem aí a República
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
2 de dezembro de 1984

O aéreo prazer do texto;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Uma certa ideia da França
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
8 de outubro de 1978

Teimosia boba
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Teimosia boba
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
5 de agosto de 1991

Mária digam por favor;Vozes de Minas;O remorso;Dilúvio impresso;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;Eu, pescador, me confesso;Letra morta;Miragem à distância;O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;O riso indignado;O encontro;O segredo de Minas;Pátria adiada;Literatura... pra quê?;Morto e asfalto;Uma lufada de otimismo;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Érico;Poeira sonâmbula;Ficção e realidade: à mão livre;Escrever e ler;Político, tríplice coroado;Luz e sombra;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Conversa remunerada;Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;O poeta e o dragão;Coração da República;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Traças e dromedários;O Brasil do primeiro mundo;O poeta, coitado;De carne, osso e papel;Ora, acontece as vezes;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;O Brasil precisa de paz;Começando a andar;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
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Rosas e outras flores de retórica
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
16 de setembro de 1979

Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;O poeta e o dragão;Coração da República;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Ora, acontece as vezes;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Traças e dromedários;O Brasil do primeiro mundo;O poeta, coitado;De carne, osso e papel;O Brasil precisa de paz;Começando a andar;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;Mária digam por favor;Vozes de Minas;O remorso;Dilúvio impresso;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;O riso indignado;Eu, pescador, me confesso;Letra morta;Miragem à distância;O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;Morto e asfalto;O encontro;O segredo de Minas;Pátria adiada;Literatura... pra quê?;Ficção e realidade: à mão livre;Uma lufada de otimismo;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Érico;Poeira sonâmbula;Conversa remunerada;Escrever e ler;Político, tríplice coroado;Luz e sombra;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Pai dos burros
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
21 de setembro de 1980

Uma lufada de otimismo;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Érico;Poeira sonâmbula;Ficção e realidade: à mão livre;Escrever e ler;Político, tríplice coroado;Luz e sombra;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Conversa remunerada;Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;O poeta e o dragão;Coração da República;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Traças e dromedários;O Brasil do primeiro mundo;O poeta, coitado;De carne, osso e papel;Ora, acontece as vezes;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;O Brasil precisa de paz;Começando a andar;Mária digam por favor;Vozes de Minas;O remorso;Dilúvio impresso;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;Eu, pescador, me confesso;Letra morta;Miragem à distância;O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;O riso indignado;O encontro;O segredo de Minas;Pátria adiada;Literatura... pra quê?;Morto e asfalto;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Ode aos calhordas
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
18 de maio de 1980

O poeta e o marechal
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O poeta e o marechal
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
1 de junho de 1991

Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Mulheres na política;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Eles sabem o que fazem;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Natal;O discreto Rangel;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Olha ele aí;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O nome dos gringos
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
10 de janeiro de 1991

Sejamos otimistas;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;Os 160 dias;Horas intermináveis;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;De João a João;Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Constituinte: o entulho;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;Francis' fun fair;Literatura de exportação;Recomeço do sonho;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Ponto de saturação;Mocinhos e bandidos;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O descobridor descoberto
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
7 de janeiro de 1979

O Brasil do primeiro mundo;O poeta, coitado;De carne, osso e papel;Ora, acontece as vezes;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Traças e dromedários;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;O Brasil precisa de paz;Começando a andar;O remorso;Dilúvio impresso;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;Mária digam por favor;Vozes de Minas;Letra morta;Miragem à distância;O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;O riso indignado;Eu, pescador, me confesso;Pátria adiada;Literatura... pra quê?;Morto e asfalto;O encontro;O segredo de Minas;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Érico;Poeira sonâmbula;Ficção e realidade: à mão livre;Uma lufada de otimismo;Luz e sombra;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Conversa remunerada;Escrever e ler;Político, tríplice coroado;Coração da República;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;O poeta e o dragão;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
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O Brasil precisa de paz
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
2 de setembro de 1979

Sejamos otimistas;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;Os 160 dias;Horas intermináveis;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;De João a João;Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Constituinte: o entulho;Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;Francis' fun fair;Literatura de exportação;Recomeço do sonho;Conversa à vista;O mata-sete (El siete machos);O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Ponto de saturação;Mocinhos e bandidos;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
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Ninguém sabe, ninguém viu
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
20 de janeiro de 1980

Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;O aéreo prazer do texto;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
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Jaratataca
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
7 de janeiro de 1988

Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Hoje é ontem;Cidade e delírio: ontem e hoje;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Oliver Twist;Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Por entre os astros subindo;Franco-atirador;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;O quarto escuro dos aposentados;Papo de logradouro;Modos, senhores;Reminiscências;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
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Gosto de complicar
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
17 de fevereiro de 1991

Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
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Enfim a grota
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
3 de maio de 1981

Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Livros e vinhos;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Pra trás, Brasil;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Scaramouche;Nosso jeito de ser;Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
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De um polo a outro
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
28 de dezembro de 1980

-;-;-;Beirute é aqui;-;-;Coitado!...;-;-;-;Janot Malcolm - Nos arquivos de...;-;-;-;-;-;Espera aí: v. tem que ter...;-;-;-;-;-;-;A boca do inferno. Sete hitórias de crianças;O gato epicurista;-;-;-;Bola dividida;Graciliano revisitado;-;-;-;-;Posso anotar mais uma queda...;-;-;-;-;Acabou a censura;-;-;-;-;-;Brasil: anti-pasárgada;[Circo-lar];-;-;-;Sous le soleil...;-;-;-;-;-;-;-;Air France elogia crônica de Otto Lara sobre o Concorde;-;-;Se você desde criança, você queria ser escritor, como é que surgiu a vocação?;-;Hora do exorcismo;-;-;Les diplomates...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Arte de pagar;-;-;A arte cavalheiresca do Arqueiro Zen;-;Casal de três;-;-;O braço direito: dossiê (Desculpa esfarrapada...);-;-;-;-;Nas Lezírias;-;-;O braço direito: dossiê (Que é o tempo...);-;-;-;-;A guerra na medicina: de Hamurabi a Alceni;-;As memórias do profeta;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A arara de luto;O futuro adiado;O que vou ser quando crescer;Aucunes choses ne méritent de...;Homens que da sua terra não saem...;Documento muito pessoal;Doidinho, de José Lins do Rego;Nada mais belo do que...;Bejo;O braço direito: dossiê (BD: Cidade cujo nome é odioso...);Em vão tentas o impossível...;Milenárias gafeiras...;Eça está presente em todas...;Nemo dat quod non habet...;O braço direito: dossiê (Roxane: mulher de Alexandre...);Não é preciso ser dotado de grande...;O braço direito: dossiê (A Calu tirou a roupa...);1.900 Foi a blague;A beleza do Diabo;A cordialidade apunhalada;A falta que Mário nos faz;A mala da felicidade;A mudança da Academia;Adeus, Pedro Nava;Amar homem casado;Contre-fugue;História de cavalos;Os 40 anos da palava crítica;Que o ideal não morra;Dilema democrático;Prosa de 24 de agosto de 1947
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Brasil: anti-pasárgada
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
20 de abril de 1976

A história das casas de Maura;-;A palavra do leitor;-;-;-;-;As fontes da vocação;-;-;Mais: biografia de escritores...;-;-;-;-;-;Acordo/Abro os olhos...;-;Nem sei se te amo...;-;-;[Fotografia];-;-;-;-;-;Assaltantes assustam rua da Zona Sul;-;-;-;A última;-;-;-;-;Ave rara: crítico à vista;Um bem de família;-;-;-;San Manuel Bueno, mártir - Unamuno...;-;Sisto senovial cura-se com...;-;-;-;A arte pela arte;-;-;Então ele olhou o flamboyant...;-;-;A conquista do espaço político;-;-;ABI elege hoje terço de seu Conselho;-;Algumas histórias de morte;-;-;-;-;-;Depoimento sobre Otto Lara Resende/Perfil de Otto Lara Resende;O braço direito: dossiê (O I. olha para Silvana...);-;-;-;-;-;-;Ode à loucura;-;-;-;Esfiha [pastel de carne]...;-;-;A esfinge do paraninfo;-;-;-;Brasil, brisa e bichos;-;-;-;-;-;Desde que apareceu Sagarana...;-;-;-;-;Questionário;-;-;Capicua/De maço e mena...;-;-;-;-;-;O homem tá com uma coragem...;-;A luz da glória;-;-;-;-;Fala, Brasil;-;-;Mudanças políticas II;[A cilada];-;-;-;Antologia de Emílio Moura;-;A festa;-;-;Chamada;-;-;-;-;-;Poema inútil;-;-;A morte do ator José Guerreiro;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A vaca magra pode ser feliz;Você sabe que sou um alienado...;Francis's fun fair;J.K.F.;O gambá;Carioca;O braço direito: dossiê (Une certaine nuit...);Fazer troça/quitutes/gatuno...;Proezas literárias como a ...;Quisera dizer-te.../A que preço foi comprado...;Carta a um velho escritor;A geopolítica de São Paulo - SP;A repetição do mundo;Adeus ao poeta Paulo Mendes Campos;Ainda a história mineira;Aluguel de bicicletas;Banquete queirosiano;Bobbio e a democracia;A boca do inferno;Poema/Vozes vieram/Consagração/Sepultei meus sonhos na tarde/Canto do homem novo/Renovação/Irremediável/Vozes da noite/Frias estrelas/Poema/Teus olhos/Poema/Quando ele desceu dos montes/A pureza, Senhor/Brancas rosas/O meu silêncio/Incompreensão/O inútil lamento;Otto Lara Resende...;Da válvula ao disk track: uma revolução nas ondas do rádio
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Ave rara: crítico à vista
Artigo
José Guilherme Merquior
Rio de Janeiro
5 de janeiro de 1980

-;-;Adultério não é questão central de Dom Casmurro;O duplo e sua pepita de ouro;-;-;-;-;-;Compaixão: Dalai Lama. Olhar misericordioso;-;-;-;Índios Quatramani: nome de guerra...;-;-;A idade da razão;-;-;Ontem, nunca;-;Brasileiro acha que inspirou Alfonsín;[O homem de sete partidas];-;-;-;Trecho de carta em verso livre transposto;-;-;-;5ª feira, 13 de agosto - dia do canhoto...;-;-;-;-;-;Amizade com JK é plataforma de candidatos no DF;-;-;-;-;Cordélia e o Peregrino;-;-;Foi quando Bejo compreendeu...;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Olhai as aves do céu...);-;-;-;-;As polêmicas mineiras;-;-;J.K.F.;-;-;Uma borboleta, daquelas...;-;-;-;-;-;23 de outubro de 1906;-;-;A serpente acariciada;-;A caminho;-;-;Bestiário de Deus;-;Mas vinha dando ao seu jeito...;-;Poema;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Onde estão os manuscritos...);-;São Manuel Bueno - personagem...;-;A crônica vicia e limita muito;-;-;Bula do egoísmo francês;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O voto e o bode;Frágeis baleias ameaçadas;Casebre, casa, casaréu;Puer natus est;Como é de conhecimento...;Resposta a uma pergunta a Paulo Mendes Campos...;O segredo do viúvo;Montaigne et le moi...;As pompas do mundo;O elefante não se reproduz no cativeiro...;O braço direito: dossiê (Os agudos...);Balanço;Livro - nada é mais promovido...;Inflação, a invicta...;Obras completas...;A fazendeira de crianças;À margem das blagues, das sátiras e até do mundo, vive a Academia (de Letras?);A música que o Brasil não ouve;A política acima dos partidos;A viagem dos garotos;Academia Mineira de Letras;Alceu Amoroso Lima;Artur Anselmo: em defesa do livro e da leitura;Atenção aos sinais;A boca do inferno;Bom motivo;Como um espírito morto;A violência na tv é um bode expiatório
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Amizade com JK é plataforma de candidatos no DF
Não identificado
Rio de Janeiro
11 de fevereiro de 1985

-;-;-;-;-;-;Academia;-;-;-;A boca do inferno;Rei de Brodósqui;-;-;-;-;1930 A revolta;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alceu de Amoroso Lima;-;-;-;Violência;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A festa que não existe;-;-;-;-;-;Já estava quase adormecendo...;[Casa dentro da casa];-;-;-;-;-;Algumas atividades não convencionais...;O colaborador de Deus;Indefeso;-;-;-;-;À margem do romance;-;-;-;A política econômica;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Amicitiae vinculum nullum...);-;-;-;Lembrança;-;-;-;-;-;-;Atentado contra un miembro de la familia real portuguesa por conflictos laborales;As duas novelas;-;A vida como exílio;-;-;-;Conto de Natal;-;O elo partido e outras histórias;-;-;Eric Nepomuceno;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Um marginal na academia;Eleições cá e lá;Voto de letra;Brasil: arquive-se;Mario Quintana é um poeta...;Agora compreendes como sempre...;Nelly Novaes Coelho...;Epa ferro!!...;Já faz tempo que essas coisas...;O braço direito: dossiê (BD: 1. Um raio seco...);Cavalos pastando o azul;A escada;S. poetas p. MFIS: morte...;Galeria póstuma...;Goiabada com queijo...;Caso da segurança...;Norte: chuva: deu para fazer...;Áspide: masc...;25 anos de Manchete;A capucha;A curra;A situação do escritor de língua portuguesa. Otto Lara Resende: profissão ou não, o que eu queria era viver para escrever;Aeroportos enfrentam as gaivotas;Amor na bandeira;Ao sopé do Corcovado;As pompas do mundo;Biblioteca veio do Egito;Bomba, bomba e eu sou invadido por uma dúvida;Um autor e seus leitores
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Alceu de Amoroso Lima
Artur da Távola
Local não identificado
16 de agosto de 1983

Já vim penteado da Bahia...;-;-;-;-;A esphynge do paranympho;-;Discourse l'Ambassade de la France;-;-;-;[Discurso sobre Camilo Castelo Branco];-;-;-;-;-;Ai dos mineiros...;-;-;A ilustre companhia, na ABL;-;-;Amnésia;Abertura de boca fechada;-;-;-;Ao povo de Curitiba;Qual é o signo do Brasil?;Sabem por que Adão e Eva...;-;-;-;-;Motorist [inglês], apud...;-;-;-;O narrador do B. da A...;-;-;-;-;-;-;As Pompas do Mundo;-;-;Notas;-;-;-;Capote: perder no capote...;-;-;A sina sinistra dos canhotos;-;24 de setembro;-;-;-;-;Molho de peixes...;-;Estive pensando em todos...;-;-;O braço direito: dossiê (As maçãs...);-;A tarde me envolve;-;-;A capitulação de Capitu;-;-;-;-;Bibliografia e indicação crítica;-;-;-;Advogado afirma que sósia de Honecker é o réu do processo;Língua legal;-;-;-;O braço direito: dossiê (10,2: O coração do sábio...);-;Nava e a barba. Os pelos e s/sentido...;-;A culpa foi só minha;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A poeira da glória;Gato gato gato;Rei de Brodósqui;Notas para O baile de aleluia;A novela substitui o antigo...;Itinerário de Cabo Frio;Os princípios e o fim;O retrato na gaveta;Padre Antonio Ribeiro Pinto...;O braço direito: dossiê (Sem sangue, não há testemunho...);Velhas imagens, velhos ventos ...;Rubem Braga e Borges em B.A./Um país fantasmagórico...;O livro procura o leitor...;A festa é sua, a festa é nossa;À margem do herói fracassado;A política e o tédio;A vida com paixão de Pompeu de Sousa;Academia: hoje, o novo imortal;Alceu de Amoroso Lima morre do coração aos 90 anos;As andorinhas de Nossa Senhora;Atenção: curva perigosa;A boca do inferno;O conto português: hoje
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Academia: hoje, o novo imortal
Não identificado
Rio de Janeiro
Século XX

-;-;-;-;-;-;Homenagem a Otto Lara Resende;-;O braço direito: dossiê (Conspiração junta maçons...);-;-;-;-;Eu sou aquele extremamente frágil...;-;-;-;-;A vida e a obra de quatro mineiros, para os paulistas verem;-;-;Atestado de jumentalidade;Epicédio para uma carta;-;-;-;-;A boca do inferno;Recordação do preclaro e ilustre mestre;-;-;Aproveitar para coluna...;-;Patavina/Caetano, que é nenhum best-seller...;-;-;-;Academia;-;-;-;-;-;-;-;Dois acontecimentos...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alceu e Otto;-;Há uma coisa triste...;-;-;-;-;-;O primeiro livro...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Um porteiro loquaz;-;-;-;A livraria de seu José;Itinerário obscuro de uma personalidade difícil;-;Reseda;-;-;-;-;A melhor escola;-;-;-;As cartas não mentem jamais;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Tempo de menino;Da mortalidade dos jornais;Vem aí o cometa;Evangelho da cólera coletiva;Não sei se acordei...;Para os enforcados desconhecidos;Onda de frio;Nossa Senhora do Leite...;Poema concreto [nomes de personalidades reunidos por livre associção de ideias];O braço direito: dossiê (BD: Gólgota quer dizer...);[Boca do inferno];Definição;Nasce em SD, na noite de...;Tinha  uma semana de cinco dias...;Nevo [pinta na pele], mancha...;Um cavalo como qualquer outro...;Genolino traduziu...;Aurora - ouro e vermelho de tacho...;Tenho fé em Santa Teresinha...;40 volumes de vida;A de abismo, B de Brasil;A Fiat estimula a pesquisa;A porta da frente;Afinal, a TV incentiva a violência?;Amós Oz O ideal é irrealista e incompatível com a natureza humana;Aos 64 anos, morre de infarto o psicanalista Hélio Pellegrino;As pompas do mundo;Bombeiro eletricista e faquir;Brasileiros torcem o nariz;As coisas eternas;Soneto/Soneto do amigo
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A vida e a obra de quatro mineiros, para os paulistas verem
Artigo
Não identificado
São Paulo
15 de junho de 1981

A ponte dos suspiros traça roteiro intelectual
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A ponte dos suspiros traça roteiro intelectual
Resenha
Otto Lara Resende
São Paulo
12 de janeiro de 1991

-;-;Graciliano Ramos e a sede de justiça;-;-;-;Aventuras de um piolho/Severino não gosta de queijo/Triste história de um cantor de banheiro;O braço direito: dossiê (Só viria para o Divino...);-;Num mundo de comunicações difíceis...;-;-;-;-;A Som livre lança segunda-feira;-;-;-;-;A vida não lhes passa ao lado;-;Ato de contrição, antes do sono;O sucesso de Fogão de Lenha...;-;-;-;-;Raposa que F vê...;-;-;-;-;-;-;-;-;Acendam a luz, por favor;-;-;Biggs autografa seu livro ao som do Pega ladrão;-;-;-;-;-;A boca do inferno;O sargento suicida;-;-;-;-;-;-;-;Alceu, radiante espelho;-;-;Bonitinha e Boa;O javali;-;-;-;Otto Lara Resende nasceu a 1º de maio de 1922...;-;X me pergunta como...;-;-;-;A inexplicável viagem de quem prefere morrer;-;-;-;À memória do mestre;-;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Lutero acreditava...);-;-;-;-;Balanço;-;-;-;-;-;-;As centenas de pessoas que atenderam ao convite;Rosa Rosae Rosam;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Puzo, a fórmula do sucesso nas malhas da máfia;A mão que de longe acena;Traças e dromedários;Saudades de 1500;[O relógio certo/Feliz coincidência];A história das casas de Maura/A vila Maurina/A casa da Glória/A casa da palavra;Começa na Barra da Tijuca...;O braço direito: dossiê (Aula de catecismo...);O ar de uma tiazinha modesta...;O braço direito: dossiê (Cheiro de casa rica...);Tirania do econômico/Emblemático...;A escada;Água do nariz...;Soneto de Arvers...;Olimpíadas - o ser humano...;Dólar 2 dígitos: USA 10 mil...;P. Gomes na kombi...;Preencher o vazio...;Eu sou um garOtto...;44% querem sair do país;A decisão de voltar;A ficção em 1976;A porta larga da democracia;Afobado;Analfabetos eleitores e leitores analfabetos;AP e DP: novas siglas;As surpreendentes previsões políticas de Carlos Castello Branco, o mais bem informado jornalista brasileiro.;Brasiliansk presse ser pa Sunmore (Imprensa brasileira aparece no Sunmore);Corações ingênuos;Soneto
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A decisão de voltar
Entrevista
Sérgio Oliveira
São Paulo
26 de outubro de 1977

-;-;-;-;Antes de assumir de Embaixada do Brasil em Honduras, o Embaixador João Cabral de Melo Neto;-;Cabala;-;-;-;2. A culpa é de Bsb. Salvador...;-;Nesse meio tempo...;-;-;O.P. e C.E. ambos/Lisboa, lembrança...;-;-;-;-;-;-;As duas novelas;-;-;-;-;-;-;-;Vieira da Silva/Jânio: justiça...;-;-;-;-;-;-;-;A radiosa aurora de Alceu;-;-;-;-;Reciclagem do papo;O domingo azul do mar;-;-;-;Bananas e mísseis;-;A honra de servir;Meu interesse pela obra...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Soneto das vacas de outrora;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Domingo da Trindade, primeiro depois...);-;-;-;-;-;-;-;-;Ai, que saudades do Brasil;A boca do inferno;-;Walter Clark era...;-;-;Almoço;-;O retrato na gaveta;Laranja da Pérsia docinho [Serra d'água]...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Brasil: anti-pasárgada;A luz dos infelizes;O meu velho senado;FAB ou o Chico;Otto/Nunca teve...;Há dez anos...;Uma vez na vida e outra na morte;Conto O Gambá;Briga de beija-flor...;O braço direito: dossiê (Chegou aqui de mãos abanando...);Na concha de teus ouvidos...;Sentou-se ao...;Ratos de vis - Na Serra, ração...;A girafa é mais alta espécie...;Sois o selo do...;Casa da mãe Joana...;Pois não sabes que choraria?...;Rua General Dionísio  53/Jornal do Brasil;[Fotografia];A arte de desaprender o falso saber do nosso tempo;A comunidade e o momento político nacional;A escolha de Camille;A Fundação Catarinense de Cultura e a comissão organizadora do Prêmio Cruz e Souza;A libertação pela horticultura ou a importância de ver as coisas crescer;A morte de Machado de Assis;A paixão de Paul Valéry;Abalo nas letras;Adeus a Merquior;Asnos, doidos e subversivos;Autorretrato;Boas cartadas;Brasil cinza;Canção;Inverno;Correspondência: Jackson de Figueiredo e Alceu Amoroso Lima;Fausto e a estátua;Flores do bem
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Carta
Comentário sobre projeto de edição de livro sobre Minas Gerais. Notícia de inclusão de Otto Lara Resende na justificativa do projeto. Pedido de relação de poema de Yves G.F. Alves com trecho de memórias de Pablo Neruda. Manifestação do desejo de inclusão do texto Comarca do Rio das Mortes, de Cecília Meireles no livro
Yves G.F. Alves
Belo Horizonte
2 de março de 1982

-;-;-;-;Luisa;-;-;-;-;A morte de Clarice Lispector;-;-;Um cadáver sob o divã;-;-;-;Poemas coronários;Era bem modesta a Fundação Universitária...;-;-;-;-;-;O purgatório;Dança;-;-;-;-;-;Vinicius e Santoro/Vinicius e Carlinhos Lyra - pobre menina rica/Vinicius e Lorca/Vinicius compositor/De Pixinguinha a Edu/Orfeu da Conceição/Vinicius, poeta do encontro;-;-;-;A onça e o computador;-;-;-;[Anúncio];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;R.P. nasceu em Angra dos Reis...;-;-;Esquecemos para viver...;-;-;-;O braço direito: dossiê (Arca do sigilo...);-;-;O que a medicina não sabia...;-;-;-;A aritmética presidencial;-;-;-;-;-;-;-;Autógrafos;-;O cogumelo [Mater dolorosa];-;-;-;A voz pode identificar o caráter;[O braço direito];-;-;[Prelúdio];-;-;-;-;Paulo Sérgio Oliveira, 34...;-;-;-;A cidade que será construída;-;-;João-de-barro é só brasileiro?...;-;-;-;-;-;-;-;Ad Immortalitatem;Solução britânica;-;-;-;-;-;Miragem;-;-;-;Café com leite;-;-;-;[Roteiro de entrevista a Otto Lara Resende];-;-;Fumar - causas humildes...;-;A fulminante ação da Graça;-;-;Tartufaria;-;-;A lembranças do amigos;-;-;Aliança e memória;Os selvagens também sonham;-;-;-;Branca de Neve e os sete anões;-;Poética;-;-;-;Armadilha de Epimênides...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Um marginal na academia;O dinheiro ou a nova pátria de mamma Lucia;[Quem é Otto Lara Resende?];Feliz Natal;O braço direito: dossiê (Cruz ansata...);O braço direito: dossiê (2. Cabritismo (Moraes etc.)...);A mocinha pobre, cabelos de...;O braço direito: dossiê (BD: Incenso para aromatizar...);Táxi que não levou/Roubo do relógio...;Cientista americano...;A era do dr. Tancredo;A próxima semana;A Torre de Londres - Inglaterra;Ai que preguiça;Anteontem de madrugada, no Antônio's;Aproximação de provincias;As cores da pátria;Bagdá e Juiz de Fora;Boa notícia (1 e 2);A boca do inferno;Soneto do amor demais;Uma vela para Dário;Epitáfio;Às oito da noite...
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Carta
Comentário sobre criação poética a partir da crônica Na sociedade de massa o poeta está mais só, de Otto Lara Resende. Relato sobre personalidades transformadoras do pensamento no mundo. Referência ao desejo de se tornar poeta
Roseli Mara Ferraz de Arruda
Votuporanga
6 de julho de 1992

-;-;Tiro pela culatra;-;Brasil: proibido para os trouxas;-;-;-;-;Parataxe das proposições coordenadas...;-;-;A hora das barbas brancas;-;Cacique 1ª maladie de la peur...;-;-;-;-;-;Amigos, consternados, falam da mulher brilhante que conhecia o mundo inteiro;Não é uma bobagem;-;Sofrendo à noite;-;-;-;-;Pra trás, Brasil;-;-;A tia;-;-;-;-;-;V. precisa tirar da cabeça essa ideia ...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;As panelinhas literárias;-;-;As pompas do mundo;-;-;Natal/Ano-Novo...;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Afaste ela de sua face...);-;-;-;-;A semana foi assim;-;-;Até os gansos reclamam carinho;-;[Súdito da noite: Antonio Nobre, Soneto I, II, XI, XIV];-;O guarda do anjo;-;-;Berço da Rosa;-;-;Discurso de Lêdo Ivo na União Brasileira de Escritores;O dia de Malu/Do inexistente sentimento de propriedade;-;-;-;-;20 notas imortais;-;-;-;-;-;A crônica humorística de Oswald de Andrade na revista O Pirralho;-;-;-;-;-;-;O menu;-;Sei que é o fim...;-;-;Mau poema que pretende dizer...;-;-;Socialismo e liberdade;-;O braço direito: dossiê (O dia em que o pai...);-;Trescalar...;-;-;-;Adonias Filho: solidão e morte;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O século do pai...;A fuga para o Brasil;Acho que Clementina de Jesus...;Joia sofrida;Esse rapaz se chamava Goldberg...;Introdução ao modelo brasileiro de televisão/Uma experência bem sucedida: a rede Globo;Afinal, Jorge Luis Borges;Tia Ovídia;Para fugir de uma...;O braço direito: dossiê (Agostinho, especial...);O tempo recompõe as perdas, e restitui-nos...;Mata dos milagres...;Agradeço as palavras generosas...;Ant: cena de trem...;A fatalidade literária e o complexo de César;A marca da maldade;A multiplicação das seitas;A polêmica sobre a traição de Capitu;A versão verdadeira;Academia elege Otto Lara Resende;Alceu Amoroso Lima deixa o humorismo como herança;Arthur Azevedo. O gênio está vivo;A boca do inferno;Bom dia, Avenida Central;Árvore morta;Verdes anos sessenta
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Carta
Notícia da partida de Pablo Neruda do Brasil. Referência a visita a Candido Portinari
Paulo Mendes Campos
Rio de Janeiro
julho de 1945

O braço direito: dossiê (Na casinha);-;-;-;-;-;-;O dia em que o Pol Pot viu a uva;-;A uva é um ser [fruto]...;-;-;O despertar para o aqui e agora: sinopse;-;Notas para esboço de um compromisso;-;-;-;100 anos depois;-;-;-;-;-;-;Adeus, sertão;-;-;-;-;-;-;Gangorra;-;Notas sem destino;-;Notas adolescentes;-;-;-;A belle époque do jornal;-;-;16 de outubro...;-;-;A criada de Herculano;-;-;-;-;-;-;-;Helio Pellegrino, Belo Horizonte, feliz e contente da vida...;-;Em 1772 fundou-se o Grande Oriente da França...;-;-;Belo Horizonte enoitada...;-;-;O braço direito: dossiê (BD: O homem justo...);-;-;Grilhões de ouro...;-;-;-;A família de Henrique;-;-;Amargurado;-;-;A mulher absoluta (Pat and Mike);-;-;Um antecipador;-;No dia...;-;-;-;-;Quem ama o perigo...;-;-;Não solte a franga. Pelo menos assim de saída...;-;-;-;-;-;-;Por quem dobram os sinos;-;-;Já se tornou um lugar-comum...;-;-;-;Horóscopo do Brasil;-;-;País periférico [HJ]...;-;-;Virtudes profissionais e cívicas, portanto...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adeus AI-5;O poeta e o dever;Um raio pode apagar a luz;Sonho de 27 de agosto...;Notei em seu admirável As pompas do mundo...;Confissão e testamento;O grande roedor;O braço direito: dossiê (O Cel. morre, a Riachinho...);Montar no porco com a mão...;Adalberto analisa Eduardo...;As palavras penetram...;Obviously a suicide is the opposite...;A piedosa arte de matar;A saída do naufrágio;A verdade e a honra militar;Academia/A alma da gente de Minas;Alá, meu bom alá;Ao céu, Alceu;Arte e literatura Infantil;As meninas da new generation estão com a a cabeça vidrada pelo charme de André Lara Resende;Astres e desastres;Belmiro Braga: o João de Deus de Minas/A poesia jocosa de Belmiro Braga;A boca do inferno;Brasil: arquive-se;Ode XXXI;Otto Lara Resende.../São João del-Rei...
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Carta
Referência a palestra de Otto Lara Resende em Portugal sobre Carlos Drummond de Andrade. Comentários sobre a Editora Sabiá. Comentário sobre lançamento de livro de João Cabral de Melo Neto. Referência a movimento político no Brasil. Referência a perseguição da ditadura militar
Fernando Sabino
Rio de Janeiro
1 de abril de 1968

-;Começar "Vamos matar vovô" com a família...;-;-;-;-;-;-;-;-;Brasil participa de congresso de mágica na Itália;-;-;-;-;João Garrafinha: toucinho preso em...;-;-;Raízes do Brasil 1ª edição...;-;-;-;-;-;-;-;-;A República de meus sonhos;-;-;-;Acendam a luz, por favor;-;-;-;Pedro Viaduto [pg 12] é Pedro Gabriel...;-;-;Labirinto;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Num sentido estrito...;-;-;-;-;-;Companheiros/Fazer um discurso...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Adeus ao velho Braga;-;-;Bar doce lar;-;Marília: textura e contextura;-;Carta aos homens de boa vontade e poucas armas;-;A boca do inferno;-;Em 1946, Sagarana...;-;-;O braço direito: dossiê (A criada... fala sozinha...);-;-;-;-;-;Ainda escritor e leitor;-;-;A geração de 45;-;-;Aluna, entre outros;-;Boca no trombone;-;O barco;-;Parcimônia/Parcimonioso/Aleijadinho...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Nênia para o MDB;Vozes de Minas;Vamos olhar para trás;Ontens que choram;A pequena via do grande Braga;O elo partido;Um só pecado mortal...;Cão de estimação...;Direito autoral: Maria Julieta...;O olhar indireto...;O braço direito: dossiê (Ao bazar persa...);Fina e astuta, minha caligrafia...;Simão, filho de Chica da Silva...;Fumo/Deixar de fumar;Betinho: Volte p/o Brasil...;Simeão: estilita, o jovem com a fama...;Fantasma: dic. etimol...;Sintomático aparelho...;A história das casas de Maura;[Fotografia];A árvore do menino;A conquista do futuro;A esquerda ainda não entendeu o PT;A luz das entranhas e o anel de grau;Sevilha;A única e verdadeira entrevista com mulher nua;Abílio Santos Novais. Missa de 7º dia;Antologia em miniatura;As fontes ideológicas da sedição;Assalto na Lagoa;Aurora de um novo mundo;Ave, Eva;Já não se fazem cristãos como antigamente (Atos dos apóstolos)...;Chamada;Press statement from amnesty international;New York; A Heráclito;Ata do Sabadoyle - João Guimarães Rosa: as sete sereias do longe
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Carta
Agradecimento pelos comentários sobre poemas. Referência a nomes de escritores de leitura frequente
Atanásio Mykonios
Mogi das Cruzes
julho de 1992

-;-;23 de outubro de 1906;-;-;A serpente acariciada;-;-;Uma borboleta, daquelas...;-;-;-;Bestiário de Deus;-;Mas vinha dando ao seu jeito...;-;Poema;-;A caminho;-;-;A crônica vicia e limita muito;-;-;Bula do egoísmo francês;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Onde estão os manuscritos...);-;São Manuel Bueno - personagem...;-;-;-;Compaixão: Dalai Lama. Olhar misericordioso;-;-;-;-;Adultério não é questão central de Dom Casmurro;O duplo e sua pepita de ouro;-;-;-;Ontem, nunca;-;Brasileiro acha que inspirou Alfonsín;[O homem de sete partidas];-;-;-;Índios Quatramani: nome de guerra...;-;-;A idade da razão;-;-;5ª feira, 13 de agosto - dia do canhoto...;-;-;-;-;-;Amizade com JK é plataforma de candidatos no DF;-;Trecho de carta em verso livre transposto;-;-;-;-;-;Foi quando Bejo compreendeu...;-;-;-;-;Cordélia e o Peregrino;-;-;As polêmicas mineiras;-;-;J.K.F.;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Olhai as aves do céu...);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O voto e o bode;Frágeis baleias ameaçadas;Casebre, casa, casaréu;Puer natus est;Como é de conhecimento...;Resposta a uma pergunta a Paulo Mendes Campos...;O segredo do viúvo;Montaigne et le moi...;As pompas do mundo;O elefante não se reproduz no cativeiro...;O braço direito: dossiê (Os agudos...);Balanço;Livro - nada é mais promovido...;Inflação, a invicta...;Obras completas...;A fazendeira de crianças;À margem das blagues, das sátiras e até do mundo, vive a Academia (de Letras?);A música que o Brasil não ouve;A política acima dos partidos;A viagem dos garotos;Academia Mineira de Letras;Alceu Amoroso Lima;Artur Anselmo: em defesa do livro e da leitura;Atenção aos sinais;A boca do inferno;Bom motivo;Como um espírito morto;A violência na tv é um bode expiatório
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Carta
Notícias sobre a vida pessoal. Notícia do lançamento de livros. Comentários sobre a leitura de livros e textos
Marco Aurélio de Moura Mattos
Belo Horizonte
30 de agosto de 1949

-;-;-;-;-;A favor do contra;-;-;Um menino inútil;-;Bom dia;É fora de dúvida que o Brasil...;Alceu Amoroso Lima morre aos 90 anos;-;-;Adesão ao herói de nosso tempo;-;Lerdo/A. Candido/Três pedras...;-;-;-;-;-;-;-;-;A marcha do caranguejo;-;-;-;-;-;Meninos/Boca do inferno;-;Munus petrino...;-;-;-;Na sala ampla, com inquietação...;-;-;-;-;A música ao alcance de todos;-;-;Ao novo estilo;-;-;A política acima dos partidos;-;-;-;Artista virou peça de museu de cera;Brasil, brisa e bichos;-;-;Árvore morta;[Panorama da literatura brasileira por cidades];-;A Bia achou na rua...;-;-;-;-;2 Pg 306 - JK no apart. do...;-;-;-;-;-;-;Abre-se agora o VIII Salão Global...;-;-;A noctâmbula;-;O meu velho senado;-;-;-;Conmigo se ha vuelto lace...;-;-;A vez da poesia;-;-;-;-;-;Academia fechada. Castelo Branco não entra;-;A boca do inferno;Gutemberg vai bem, obrigado;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Bombeiro, eletricista e faquir;No torvelim da mascarada;Enfim, o culpado;Os outros não existem;Rien que la vérité;P.M.C.: iniciei muitos cursos...;O veneno do cunhadio...;O braço direito: dossiê (Não há consolo para a miséria...);Poema que deveria ser terníssimo;Vieira, pg 152, vol XII.../Como cristã...;Amizade não se transfere...;O velho: todo cardado, encordoado, o tempo...;Os ventos têm nome e personalidade;...;Bejo;O braço direito: dossiê (Pg 163/4: Cumeeira de Coroa...);21 anos de boemia inteligente, bem-humorada e carioca;A crônica perfeita;A hora do exorcista;A sensualidade sem limites;Adonias, Arinos, Rubem;Amigos, o mais formidável time pecisa de um mínimo de medo;As patrulhas ideológicas;Bernanos em Minas;Brasil;Soneto/Poema;Nous partirons ensemble [Nós partiremos juntos]
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Carta
Comentário sobre carta de Otto Lara Resende. Pedido de lembrança a Vinicius de Moraes de envio de texto para contra-capa do disco Duas canções de amor. Pedido de opinião sobre centro de opinião brasileira
Irineu J. Garcia
Rio de Janeiro
25 de março de 1969

A bolsa e a vida...;-;-;-;-;Até o ano 2000;-;-;Pequena e frágil;-;Dá-me tua tranquilidade...;-;Talvez um gesto. Talvez um olhar...;-;-;-;O braço direito: dossiê (O salmo 50 é penitencial...);-;-;O braço direito: dossiê (Sordidae vestes candidae...);-;-;A crônica era, para nós, um meio de sobrevivência;-;-;Saudades do Fla-Flu;-;-;Bem-vindo, Jack;-;-;Carlos Drummond de Andrade;Adivinhe se puder;Sósias e imitadores;-;-;-;Paris/85;-;Vozearia/O x/Gambá fuçava...;-;-;-;-;-;Sabem eles, desde longa data...;-;-;-;A história do maestro Jouteux e sua ópera;-;-;-;Circo de focas;-;Bolhas de sabão;O homem que não gostava de abacate;-;-;Sentimento da morte;-;-;-;Histórias da beira do rio;-;Infância: galinha choca...;-;-;-;Clube do Z: Zazi, Zélio, Zélia, Ziraldo...;-;-;-;-;-;Amigos falam sobre a obra do escritor;-;-;A mulher na diplomacia;-;-;Ao lado da sombra;-;Auto do frade;-;-;-;-;Se você pudesse parar o tempo...;-;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Seremos julgados);-;-;-;-;-;-;-;Capicua...;-;-;-;-;Era um homem universal...;-;-;-;1991, o ano já acabou...;-;-;A segunda chance;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Uma pena que vale a pena;O homem que não gostava de abacate;Exílio, seus ecos;A partir de A graça de esquecer...;Sete palmos;Tem sido dito e é verdade...;O silêncio tímido;-;O braço direito: dossiê (BD: O provedor aparece...);Caldo/sopa/bilha/talhe...;Segredo perdido na fronteira...;Apart. no Cop. Palace...;Entre teus amigos...;Ismael Nery + 6 de abril 1934...;A fascinante aventura de Zélia Gattai;A mão que de longe acena;A poesia, contra e a favor da poluição;A verdadeira história de São Simonino;Academia elege Carlos Castelo Branco;Alceu Amoroso Lima (falecimento);Artesanato da língua;As obscuras razões da Academia;A boca do inferno;Sonetos antigos;Augusto Frederico Schmidt...
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Carta
Referência ao aguardo de notícias de Otto Lara Resende. Comentário sobre nascimento de Helena Lara Resende. Comentário sobre viagem de Fernando Sabino, Rubem Braga e João Cabral de Melo Neto a Porto Alegre para autógrafos e divulgação da Editora Sabiá. Referência ao bar Antonio's. Pedido de remessa de trabalho de Identificação parcial [Bréchon]
Irineu J. Garcia
Rio de Janeiro
8 de agosto de 1968

-;Poesia;Sesta em Assis;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alceu Amoroso Lima (91º aniversário de nascimento);-;-;-;-;Artes da palavra;-;A ilusão literária;A carta;-;O braço direito: dossiê (Perini, candidato mesmo...);-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Pão de Sto. Ant...);-;-;-;-;-;A mão e a luva;-;-;-;-;-;-;A boca do inferno;A primeira edição de 'A ilusão literária';-;-;-;-;Diadorim meu dia...;-;-;-;-;A poesia e o jornalismo;-;-;-;-;-;-;Brasil: nome e sobrenome;-;-;-;-;Biografia de um grande homem;-;-;-;-;-;Por trás dos gestos secos e bruscos...;-;-;-;A verdadeira história de Maria Baderna;-;Brasil: nome e sobrenome;20 junho, sábado...;-;Academia e a Universidade, estão bem mais próximas do que se pode parecer à primeira vista.;-;Fala, memória;-;-;-;-;-;Efom 28.8.1881...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Uma pena que vale a pena;-;Sinal presente e promissor;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Rosa Rosae Rosam;Eutrapellia;Fala, coreano;Persistência da imagem;1. Escorpião. Mordida de...;Boca do inferno;O conto é o seguinte...;Nótula I sobre as convenções sociais;Missões - todo mundo gostava...;O braço direito: dossiê (Catinga (de bicho)...);Talvez um gesto. Talvez um olhar...;O braço direito: dossiê (Mistérios gozosos...);A serviço militar obrigatório...;Pedro mentiu...;O anti-Carlos Drummond quem diria...;Não é pecado - será? - ser mineiro...;O braço direito: dossiê (Euzébio...);1975 Literário-romance e poesia;A boa hora;A crônica de uma morte anunciada;A história de Édipo, Ali, no tempo do bouça;A sedução do deserto;Adido de imprensa junto da embaixada do Brasil;Até na França, quem diria;Boletim médico;O ponto;Improviso para embalo;Superdotado;1991 - Esse ano;Minuto antes;II
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Comentário sobre entrevistas de Pablo Neruda e Jorge Luis Borges lançadas pela gravadora Festa. Referência a ditadura miltar no Brasil. Referência a negociação para vinda de João Cabral de Melo Neto ao Brasil. Referência a encontro com Paulo Mendes Campos. Comentário sobre esperança de Paulo Mendes Campos e Irineu J. Garcia do retorno de Otto Lara Resende ao Brasil. Referência a almoço com Rubem Braga. Notícia de envio de carta a David Mourão e Arnaldo Saraiva
Irineu J. Garcia
Rio de Janeiro
6 de julho de 1968

-;Podia ser pior;-;-;-;-;São Chiquinho Alegre...;-;-;Democracia ver livro Padre...;Um pouco de autobiografia;-;-;-;-;-;Foi diversa/Farrampa [fanfarronada];-;-;-;Brasil-Portugal;-;Cusparação: cuspida de esguicho...;-;-;Talvez um gesto...;5 que no momento;-;-;-;A carga pesada do Brasil;-;And now, some jokes;-;-;-;Descobri [comecei a pensar]...;-;-;Batizar o feijão...;-;O braço direito: dossiê (O jornal maçon diz...);-;-;Solum cum sola, nudum...;-;-;A figura do sátiro em Rubem Fonseca (a propósito de Bufo e Spallanzani);Apaixonado por futebol;-;-;-;-;Soneto de luz e treva;-;-;A peregrinação saborosa de António Alçada;-;-;-;-;-;Olhos cheios. As pupilas ocupam...;-;-;Sem rei nem roca [Aug. de A.]...;-;-;As tentações de Pasárgada;O tatu de Kipling;-;-;-;-;-;A história das casas de Maura/A vila Maurina/A casa da Glória/A casa da palavra;-;-;-;-;Pleonasmos. Não existe alto calão...;A posse de Otto;-;Arrastão;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Só um pedido: andem ligeiro;Urnas milionárias;Barra poética;Gostando de ver...;Os conspiradores;Não é de hoje que...;Mário de Andrade;JK: boulevard Suchet...;O braço direito: dossiê (Padrinho de representar...);Poema;Desde o romantismo, passando pelo naturalismo...;A infância mestra da vida;A menina e a estrela;A sombra das palmeiras;A vida simples do imortal sem galões;Alceu, radiante espelho;As ciências modernas e os processos antigos;Bilhete a João;A boca do inferno;Bonitinha mas ordinária ou Otto Lara Resende - Um filme dionisíaco;O fariseu;O braço direito
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Considerações a respeito da relação entre a carreira acadêmica e a literatura. Comentários sobre o jornal de protesto O marginal produzido na escola, planos de escrever em jornais, planos para publicação de livro, defesa de tese sobre Olavo Bilac, falecimento de Hélio Pellegrino e Henfil, sua aprovação na prova do Itamaraty. Agradecimento pela torcida de Otto Lara Resende
Felipe Fortuna
Rio de Janeiro
9 de agosto de 1988

-;-;A bolsa e a vida...;-;-;-;-;Até o ano 2000;-;-;Pequena e frágil;-;Dá-me tua tranquilidade...;-;Talvez um gesto. Talvez um olhar...;-;-;Carlos Drummond de Andrade;-;O braço direito: dossiê (O salmo 50 é penitencial...);-;-;O braço direito: dossiê (Sordidae vestes candidae...);-;-;A crônica era, para nós, um meio de sobrevivência;-;-;Saudades do Fla-Flu;-;-;Bem-vindo, Jack;-;-;Adivinhe se puder;Sósias e imitadores;-;-;-;Paris/85;-;Vozearia/O x/Gambá fuçava...;-;-;-;-;Sabem eles, desde longa data...;-;-;-;A história do maestro Jouteux e sua ópera;-;-;-;Circo de focas;-;Bolhas de sabão;O homem que não gostava de abacate;-;-;Sentimento da morte;-;-;-;-;Histórias da beira do rio;-;Infância: galinha choca...;-;-;-;Clube do Z: Zazi, Zélio, Zélia, Ziraldo...;-;-;-;-;-;Amigos falam sobre a obra do escritor;-;-;A mulher na diplomacia;-;-;Ao lado da sombra;-;Auto do frade;-;-;-;-;Se você pudesse parar o tempo...;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Seremos julgados);-;-;-;-;-;-;-;Capicua...;-;-;-;-;-;Era um homem universal...;-;-;-;1991, o ano já acabou...;-;-;A segunda chance;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Uma pena que vale a pena;O homem que não gostava de abacate;Exílio, seus ecos;A partir de A graça de esquecer...;Sete palmos;Tem sido dito e é verdade...;O silêncio tímido;-;O braço direito: dossiê (BD: O provedor aparece...);Caldo/sopa/bilha/talhe...;Segredo perdido na fronteira...;Apart. no Cop. Palace...;Entre teus amigos...;Ismael Nery + 6 de abril 1934...;A fascinante aventura de Zélia Gattai;A mão que de longe acena;A poesia, contra e a favor da poluição;A verdadeira história de São Simonino;Academia elege Carlos Castelo Branco;Alceu Amoroso Lima (falecimento);Artesanato da língua;As obscuras razões da Academia;A boca do inferno;Sonetos antigos;Augusto Frederico Schmidt...
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Agradecimento pelo envio de discurso de Luiz Cláudio Cardoso sobre Graciliano Ramos. Considerações a respeito da designação das pessoas nascidas nos Estado Unidos
Moacir Werneck de Castro
Rio de Janeiro
10 de dezembro de 1990

-;-;-;-;-;As centenas de pessoas que atenderam ao convite;Rosa Rosae Rosam;-;-;-;Balanço;-;-;-;-;Aventuras de um piolho/Severino não gosta de queijo/Triste história de um cantor de banheiro;O braço direito: dossiê (Só viria para o Divino...);-;Num mundo de comunicações difíceis...;-;-;-;-;A Som livre lança segunda-feira;-;-;Graciliano Ramos e a sede de justiça;-;-;A vida não lhes passa ao lado;-;Ato de contrição, antes do sono;O sucesso de Fogão de Lenha...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Acendam a luz, por favor;-;-;Biggs autografa seu livro ao som do Pega ladrão;Raposa que F vê...;-;-;-;-;A boca do inferno;O sargento suicida;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Alceu, radiante espelho;-;-;Bonitinha e Boa;O javali;-;-;-;X me pergunta como...;-;-;-;A inexplicável viagem de quem prefere morrer;-;-;-;-;Otto Lara Resende nasceu a 1º de maio de 1922...;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Lutero acreditava...);-;-;-;-;À memória do mestre;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Puzo, a fórmula do sucesso nas malhas da máfia;A mão que de longe acena;Traças e dromedários;Saudades de 1500;[O relógio certo/Feliz coincidência];A história das casas de Maura/A vila Maurina/A casa da Glória/A casa da palavra;Começa na Barra da Tijuca...;O braço direito: dossiê (Aula de catecismo...);O ar de uma tiazinha modesta...;O braço direito: dossiê (Cheiro de casa rica...);Tirania do econômico/Emblemático...;A escada;Água do nariz...;Soneto de Arvers...;Olimpíadas - o ser humano...;Dólar 2 dígitos: USA 10 mil...;P. Gomes na kombi...;Preencher o vazio...;Eu sou um garOtto...;44% querem sair do país;A decisão de voltar;A ficção em 1976;A porta larga da democracia;Afobado;Analfabetos eleitores e leitores analfabetos;AP e DP: novas siglas;As surpreendentes previsões políticas de Carlos Castello Branco, o mais bem informado jornalista brasileiro.;Brasiliansk presse ser pa Sunmore (Imprensa brasileira aparece no Sunmore);Corações ingênuos;Soneto
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Pedido de intervenção junto a Fundação Gulbenkian para bolsa de estudo para a psicóloga Regina Glória Andrade Ballalai. Referências à venda de galeria de artes, exposição de obras de Guima, pintor portugês, em São Paulo, mudança de endereço da Editora Sabiá, projetos para publicação, viagem de Pablo Neruda ao Brasil, tradução de Cem anos de solidão e elaboração de dicionário de espanhol
Rubem Braga
Rio de Janeiro
24 de julho de 1968

Burle Marx, Pablo Neruda e sua mulher, Matilde Urrutia, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Burle Marx, Pablo Neruda e sua mulher, Matilde Urrutia, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Roberto Burle Marx, Pablo Neruda e sua mulher , Matilde. Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Visita de Pablo Neruda ao Sítio Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Visita de Pablo Neruda ao Sítio Burle Marx
Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Pablo Neruda e Renato Archer, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Pablo Neruda e Renato Archer, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Pablo Neruda e Renato Archer. Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Burle Marx, Pablo Neruda e Vinicius de Morais, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Burle Marx, Pablo Neruda e Vinicius de Morais, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Roberto Burle Marx, Pablo Neruda e Vinicius de Morais. Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Burle Marx, Pablo Neruda, o fazendeiro Paulino Salgado e Rubem Braga (cabelo branco), no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Burle Marx, Pablo Neruda, o fazendeiro Paulino Salgado e Rubem Braga (cabelo branco), no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Roberto Burle Marx, Pablo Neruda, o fazendeiro Paulino Salgado e Rubem Braga (cabelo branco). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Burle Marx (camisa listrada) e Pablo Neruda, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Burle Marx (camisa listrada) e Pablo Neruda, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Roberto Burle Marx (camisa listrada) e Pablo Neruda. Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Burle Marx (camisa listrada) e Pablo Neruda, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Burle Marx (camisa listrada) e Pablo Neruda, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Roberto Burle Marx (camisa listrada) e Pablo Neruda. Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Renato Archer, Burle Marx, Pablo Neruda e Vinicius de Morais, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Renato Archer, Burle Marx, Pablo Neruda e Vinicius de Morais, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Renato Archer, Roberto Burle Marx, Pablo Neruda, Nelita Léclery e Vinicius de Morais. Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Roberto Burle Marx, Pablo Neruda e Vinicius de Morais, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ28260.jpg
Roberto Burle Marx, Pablo Neruda e Vinicius de Morais, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Roberto Burle Marx, Pablo Neruda, Nelita Léclery e Vinicius de Morais. Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Renato Archer (com cachimbo), Burle Marx (de perfil), Pablo Neruda (paletó claro) e Vinícius de Morais (de óculos), no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Renato Archer (com cachimbo), Burle Marx (de perfil), Pablo Neruda (paletó claro) e Vinícius de Morais (de óculos), no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Renato Archer (com cachimbo), Roberto Burle Marx (de perfil), Pablo Neruda (paletó claro) e Vinícius de Morais (de óculos). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Renato Archer (com cachimbo), Burle Marx (de perfil), Pablo Neruda, sua mulher, Matilde Urrutia, e Vinícius de Morais (de óculos), no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Renato Archer (com cachimbo), Burle Marx (de perfil), Pablo Neruda, sua mulher, Matilde Urrutia, e Vinícius de Morais (de óculos), no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita de Pablo Neruda
Renato Archer (com cachimbo), Roberto Burle Marx (de perfil), Pablo Neruda sua mulher Matilde e Vinícius de Morais (de óculos). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Renato Archer, Burle Marx, Pablo Neruda, sua mulher, Matilde Urrutia, e Vinícius de Morais, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita do poeta chileno Pablo Neruda
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Renato Archer, Burle Marx, Pablo Neruda, sua mulher, Matilde Urrutia, e Vinícius de Morais, no Sítio Burle Marx, na ocasião da visita do poeta chileno Pablo Neruda
Renato Archer, Roberto Burle Marx, Pablo Neruda, sua mulher Matilde e Vinícius de Morais. Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

Visita de Pablo Neruda ao Sitio Burle Marx, acompanhado de Vinícius de Moraes, Renato Archer, Paulino Salgado, Nelita Leclery, Burle Marx, dentre outros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Visita de Pablo Neruda ao Sitio Burle Marx, acompanhado de Vinícius de Moraes, Renato Archer, Paulino Salgado, Nelita Leclery, Burle Marx, dentre outros
Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). O poeta Vinícius de Morais está de perfil, em primeiro plano / O ministro Renato Archer está de blaser / Nelita Leclery, então esposa de Vinícius, está de óculos escuros, o poeta chileno Pablo Neruda é o careca / De boina, o fazendeiro Paulino Salgado / Burle Marx de camisa listrada O poeta chileno Pablo Neruda (1904 - 1973) esteve, em setembro de 1968, no Rio de Janeiro, onde hospedou-se, com sua mulher, Matilde Urrutia (1912 - 1985), na casa do escritor Rubem Braga (1913 - 1990). Alguns de seus trabalhos mais importantes foram o "Canto Geral" e "Confesso que vivi" . Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 1971.
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
setembro de 1968

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