Not all documents, works and objects are available for licensing or loan.

View by
Piquenique na serra do barão; José de Lota e Pedro Miranda, entre outros
Arquivo/Coleção: Chichico Alkmim
P011G00375.jpg
Piquenique na serra do barão; José de Lota e Pedro Miranda, entre outros
Chichico Alkmim
Serra do Barão
1915

O Dedo de Deus na Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0066.jpg
O Dedo de Deus na Serra dos Órgãos
A Serra dos Órgãos foi batizada por colonizadores portugueses, que associaram o formato dos picos da cadeia de montanhas aos órgãos das igrejas européias. Faz parte da Serra do Mar, que ocupa a costa brasileira do Espírito Santo ao sul de Santa Catarina. Na fotografia podemos observar o Dedo de Deus, um dos picos mais conhecidos da Serra, cujos contornos formam uma mão com o indicador apontado para o céu.
Georges Leuzinger
Serra dos Órgãos
circa 1867

Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0065.jpg
Serra dos Órgãos
A Serra dos Órgãos foi batizada por colonizadores portugueses, que associaram o formato dos picos da cadeia de montanhas aos órgãos das igrejas européias. Faz parte da Serra do Mar, que ocupa a costa brasileira do Espírito Santo ao sul de Santa Catarina.
Georges Leuzinger
Parque Nacional da Serra dos Órgãos
circa 1867

Serra dos Órgãos
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm51-0498.jpg
Serra dos Órgãos
A Serra dos Órgãos foi batizada por colonizadores portugueses, que associaram o formato dos picos da cadeia de montanhas aos órgãos das igrejas européias. Faz parte da Serra do Mar, que ocupa a costa brasileira do Espírito Santo ao sul de Santa Catarina.
Autoria não identificada
Teresópolis
circa 1875

Utebrewe Xavante
Arquivo/Coleção: José Medeiros
028JMOR117.jpg
Utebrewe Xavante
A fotografia foi tirada por Medeiros durante a cobertura jornalística à Segunda Expedição Aeronáutica Roncador-Xingu-Tapajós, comandada pelo brigadeiro Raymundo Aboim e publicada na revista O Cruzeiro de 29 de julho de 1950, na matéria intitulada "Os guerreiros da barriga pintada" .O povo Xavante resistiu enquanto pode ao contato com os não-índios, o que levou a opinião pública da década de 1950 caracterizar esse povo como feroz e belicoso. No entanto, a partir do Programa de Integração Nacional na década de 40, eles foram forçados a aceitar o contato, culminando em 1957, quando foram totalmente rendidos já exauridos por epidemias, perseguições e massacres. Na década de 1970, assumiram nova postura de luta política, personificada em líderes como Celestino e Mario Juruna (ex-deputado federal), que conheciam e reivindicavam direitos civis aos seus povos. Ocupam atualmente o leste do Mato Grosso.
José Medeiros
Serra do Roncador
1949

Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Arquivo/Coleção: José Medeiros
028JMOR008.jpg
Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Arquivo/Coleção: José Medeiros
028JMOR007.jpg
Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Série Guimarães Rosa - Boiada atravessa rio ao pé da Serra das Araras
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
02418GUI2313As29.jpg
Série Guimarães Rosa - Boiada atravessa rio ao pé da Serra das Araras
Fotografia integra conjunto realizado em meados da década de 1960, quando Maureen Bisilliat percorreu o sertão de Minas Gerais. Motivada pela leitura de “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, Maureen esteve nos municípios de Cordisburgo, Andrequicé, Curvelo e Januária. Nesses lugares teve a oportunidade de conhecer e registrar aspectos da realidade dos sertanejos, bem como fotografar personalidades ligadas ao mundo rosiano, como Manuel Nardi. O vaqueiro inspirou Guimarães Rosa na escrita do conto “Manuelzão e Miguilim”, publicado no livro “Corpo de baile” (1956). O conjunto foi utilizado no curta-metragem “A João Guimarães Rosa” (1968), em que Maureen foi diretora de fotografia; e deu origem ao livro homônimo, publicado pela primeira vez em 1969.
Maureen Bisilliat
Próximo de Montes Claros
circa 1966

Serra da Piedade
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG013-020.jpg
Serra da Piedade
No alto da Serra da Piedade se encontra o Santuário Nossa Senhora da Piedade, que data do século XVIII. Na igreja é possível encontrar a imagem de Nossa Senhora da Piedade, cuja autoria é atribuída a Aleijadinho.
Augusto Carlos da Silva Telles
Zona rural
1970s

Filter by

Areas

IMS Collection from A to Z

Authorship

Subjects

People

Places

Dates

Documentary Genres

Techniques

Supports