Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Lygia Fagundes Telles (LFT)
Maria Julieta Drummond de Andrade
(Autoria)
Lygia Fagundes Telles
(Destinatário)
(Autoria)
Lygia Fagundes Telles
(Destinatário)
fevereiro de 1980
Detalhes
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Lygia Fagundes Telles (LFT)
Lygia Fagundes Telles (LFT) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
fevereiro de 1980(Não)
; 1(folhas)
Escritora e cronista consagrada, Maria Julieta Drummond de Andrade nasceu em 04 de março de 1928, em Belo Horizonte (MG). Aos seis anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. É conhecida a afinidade intelectual e de personalidade entre Maria Julieta e o pai, Carlos Drummond de Andrade. Iniciou carreira literária aos 17 anos, quando publicou a novela A busca, em 1946. Formada em Línguas Neolatinas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), desempenhou admirável trabalho a favor das letras brasileiras na Argentina. Lecionou literatura na Universidade de Buenos Aires (UBA) e foi diretora do Centro de Estudos Brasileiros. Promoveu o diálogo entre escritores brasileiros e argentinos, por meio de seminários, entrevistas, exposições e traduções para o espanhol. Seus textos, compostos com graça, boa dose de humor e marcados pela observação atenta do cotidiano, foram reunidos em duas antologias: Um buquê de alcachofras, de 1980, e O valor da vida, do ano seguinte. Para o público infantil, publicou, em 1986, Loló e o computador e, no ano seguinte, Gatos e pombos. Maria Julieta Drummond de Andrade faleceu em 05 de agosto de 1987, no Rio de Janeiro.;Prosadora com textos celebrados por grandes nomes da crítica literária brasileira, Lygia Fagundes Telles transitou à vontade entre o romance e o conto. Nasceu em São Paulo (SP), em 19 de abril de 1923. Estreou com Porão e sobrado, de 1938. Em 1941, iniciou o curso na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, onde conviveu com intelectuais modernistas que ainda circulavam pelos cafés e bares do entorno. Em 1985 é eleita para a Academia Brasileira de Letras. Em maio de 1997, Lygia Fagundes Telles participou da série O escritor por ele mesmo, projeto do Instituto Moreira Salles, cujo formato constou de uma entrevista ao vivo, nas sedes do IMS, e na leitura de textos do autor, feita por ele próprio. Em março de 1998, o IMS a homenageou com a edição do volume n.º 5 dos Cadernos de literatura brasileira. Em 2005 recebe o Prêmio Camões. Lygia Fagundes Telles morreu em 3 de abril de 2022.
O Arquivo Lygia Fagundes Telles chegou ao Instituto Moreira Salles em 2004. Contém originais, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e revistas, fotografias, desenhos e documentos audiovisuais. Conserva os datiloscritos da adaptação do romance D. Casmurro, de Machado de Assis, trabalho de Lygia em parceria com Paulo Emilio Salles Gomes (que ficaria perdido em seus papéis e que seria publicado em 1993 com o título de Capitu) e cinco desenhos de autoria de Carlos Drummond de Andrade e a máquina de escrever da escritora.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.