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Mario Quintana (MQ)
Paulo Autran
(Autoria)
Mario Quintana
(Destinatário)
(Autoria)
Mario Quintana
(Destinatário)
7 de maio de 1985
Details
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Mario Quintana (MQ)
Mario Quintana (MQ) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
7 de maio de 1985(Não)
; 1(folhas)
Na primeira organização do Arquivo Mario Quintana em 1995, esse documento integrou a classe Correspondência com o código 02b1934-85.
A trajetória de Paulo Autran reflete a evolução do movimento teatral no país. Nasceu em 07 de setembro de 1922, no Rio de Janeiro (RJ) e, formou-se pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Chegou a advogar por sete anos até conhecer a atriz Tônia Carrero quando tratou imediatamente de fechar o escritório de advogado em São Paulo e subir ao palco para encenar Esquina perigosa, com o grupo Artistas Amadores, os AA. Entre Rio de Janeiro e São Paulo, encenou as peças Um deus dormiu lá em casa, em 1949 e Seis personagens à procura de um autor, em 1959, com o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). EM 1956, ao lado de Tônia Carrero e Adolfo Celi, na Companhia Tonia Celi-Autran, encena a peça Otelo. Torna-se empresário e monta e protagoniza peças como Édipo rei e Macbeth. Em 1962, protagoniza a versão brasileira do musical My fair lady, ao lado de Bibi Ferreira, com quem, dez anos depois, volta a contracenar em O homem de la Mancha. Paulo Autran também foi ator de cinema e televisão. Em 1999, aos 77 anos, casou-se com a atriz Karin Rodrigues. Morreu em São Paulo, em 12 de outubro de 2007.;Poeta que escreveu versos desde a infância, Mario Quintana nasceu em Alegrete (RS), em 30 de julho de 1906. Em 1924, começou a trabalhar na Livraria do Globo, em Porto Alegre, inicialmente na função de desempacotador de livros, anos depois como colaborador da Revista do Globo, e mais tarde, em 1934, estreou como tradutor na editora gaúcha. Ali foi o tradutor de autores como Proust e outros de peso equivalente, sem desdenhar dos escritores menores, que traduziu com dedicação. Em 1926, Quintana estreou com o conto “A sétima personagem”, publicado no Diário de Notícias, de Porto Alegre. No ano seguinte a revista carioca Para Todos, publicou um poema seu. Ainda no ano de 1934, iniciou colaboração, que se revelaria longa, no Correio do Povo, de Porto Alegre. Em 1940, publicou, pela Globo, seu primeiro livro: a coleção de 35 sonetos intitulada A roda dos cataventos. Com textos curtos e poéticos publicados na coluna “Do Caderno H”, iniciou, em 1945, colaboração na revista Província de São Pedro. Muitos textos nesse estilo seriam publicados ao longo de sua fiel colaboração no Correio do Povo. Em 1946, publicou o segundo livro de versos, Canções. A este livro se seguiu Sapato florido, de 1948, com prosa poética e alguns aforismos. Em 1950, publicou O aprendiz de feiticeiro, e no ano seguinte, Espelho mágico. Mario Quintana morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre.
O Arquivo Mario Quintana chegou ao Instituto Moreira Salles em 2009. É formado de datiloscritos e manuscritos, como cadernos com rascunhos de poemas, frases e haicais, além de correspondência, recortes de jornais e de revistas e fotografias.
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