Denominação do documento/obra/objeto: Carta
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende
(Autoria)
Claire Varin
(Destinatário)
(Autoria)
Claire Varin
(Destinatário)
18 de agosto de 1986
Detalhes
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
18 de agosto de 1986(Não)
Promessa de produção de texto sobre Clarice Lispector. Comentário sobre a coluna da revista Comício de Clarice Lispector, sob o pseudônimo de Thereza Quadros. Referência ao texto de Otto Lara Resende publicado por ocasião da morte de Clarice Lispector
; 1(folhas)
Mãe, filha, amiga
Na primeira organização do Arquivo Otto Lara Resende, dada pelo IMS em 2001, esse documento integrou a série Correspondência anexa ao arquivo.
Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;diretor;Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;Escritora de estatura internacional, Clarice Lispector iniciou a carreira na imprensa como jornalista e repórter do jornal carioca A Noite. Nasceu na aldeia de Tchechelnik, na Ucrânia, em 10 de dezembro de 1920, mas, desde os cinco anos de idade, viveu no Brasil, para onde se mudou com a família em fuga da dominação comunista no país durante a guerra civil (1918-1921) que se seguiu à Revolução Bolchevique de 1917. Consagrada com uma das maiores ficcionistas brasileiras, escreveu também contos e crônica. Depois de romancista consagrada, voltaria à imprensa sob o pseudônimo de Helen Palmer e passou a conjugar literatura e jornalismo até o fim da vida. Clarice Lispector morreu no dia 9 de dezembro de 1977, na véspera de completar 57 anos, no Rio de Janeiro.
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;Escritora de estatura internacional, Clarice Lispector iniciou a carreira na imprensa como jornalista e repórter do jornal carioca A Noite. Nasceu na aldeia de Tchechelnik, na Ucrânia, em 10 de dezembro de 1920, mas, desde os cinco anos de idade, viveu no Brasil, para onde se mudou com a família em fuga da dominação comunista no país durante a guerra civil (1918-1921) que se seguiu à Revolução Bolchevique de 1917. Consagrada com uma das maiores ficcionistas brasileiras, escreveu também contos e crônica. Depois de romancista consagrada, voltaria à imprensa sob o pseudônimo de Helen Palmer e passou a conjugar literatura e jornalismo até o fim da vida. Clarice Lispector morreu no dia 9 de dezembro de 1977, na véspera de completar 57 anos, no Rio de Janeiro.
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
![-;-;Uma borboleta, daquelas...;-;-;-;-;-;23 de outubro de 1906;-;-;A serpente acariciada;-;A caminho;-;-;Bestiário de Deus;-;Mas vinha dando ao seu jeito...;-;Poema;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Onde estão os manuscritos...);-;São Manuel Bueno - personagem...;-;A crônica vicia e limita muito;-;-;Bula do egoísmo francês;-;-;Adultério não é questão central de Dom Casmurro;O duplo e sua pepita de ouro;-;-;-;-;-;Compaixão: Dalai Lama. Olhar misericordioso;-;-;-;Índios Quatramani: nome de guerra...;-;-;A idade da razão;-;-;Ontem, nunca;-;Brasileiro acha que inspirou Alfonsín;[O homem de sete partidas];-;-;-;Trecho de carta em verso livre transposto;-;-;-;5ª feira, 13 de agosto - dia do canhoto...;-;-;-;-;-;Amizade com JK é plataforma de candidatos no DF;-;-;-;Cordélia e o Peregrino;-;-;Foi quando Bejo compreendeu...;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (Olhai as aves do céu...);-;-;-;-;As polêmicas mineiras;-;-;J.K.F.;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;O voto e o bode;Frágeis baleias ameaçadas;Casebre, casa, casaréu;Puer natus est;Como é de conhecimento...;Resposta a uma pergunta a Paulo Mendes Campos...;O segredo do viúvo;Montaigne et le moi...;As pompas do mundo;O elefante não se reproduz no cativeiro...;O braço direito: dossiê (Os agudos...);Balanço;Livro - nada é mais promovido...;Inflação, a invicta...;Obras completas...;A fazendeira de crianças;À margem das blagues, das sátiras e até do mundo, vive a Academia (de Letras?);A música que o Brasil não ouve;A política acima dos partidos;A viagem dos garotos;Academia Mineira de Letras;Alceu Amoroso Lima;Artur Anselmo: em defesa do livro e da leitura;Atenção aos sinais;A boca do inferno;Bom motivo;Como um espírito morto;A violência na tv é um bode expiatório](https://acervos.ims.com.br/service.php/File/11354_ca_object_representations_media_586307_medium.jpg)