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Otto Lara Resende (OLR)
Irineu J. Garcia
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
(Autoria)
Otto Lara Resende
(Destinatário)
1 de março de 1970
Details
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Correspondência pessoal > -
Carta
1 de março de 1970(Não)
Notícia da possibilidade de publicação de obra de Fernando Pessoa. Relação das possíveis empresas financiadoras. Referência aos cortes de financiamento da Editora Sabiá feitos por José Luiz de Magalhães Lins. Referência a tradução de Maria Julieta Drummond de Andrade do livro Rayuela, de Julio Cortázar, a pedido da Editora Civilização Brasileira. Referência a absolvição de Hélio Pellegrino. Referência às crônicas de Carlos Drummond de Andrade sobre Lupe Cotrim Garraux e o 25º aniversário de Mário de Andrade
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Rayuela, La peau Chagrin
Há nota de Otto Lara Resende: R. 5/3/70. Na primeira organização do Arquivo Otto Lara Resende, dada pelo IMS em 2001, esse documento integrou a série Correspondência com o código OLR-C-CP- Há pessoas cujo nome citado está parcialmente identificado: Buzaid.
Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;Chamado o "grande poeta universal do Brasil", Carlos Drummond de Andrade foi também cronista do time dos melhores. Nasceu em Itabira do Mato Dentro (MG), e, aos dezoito anos, começou a colaborar no jornal belo-horizontino Diário de Minas, ao mesmo tempo que se integrava ao movimento modernista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1934, onde escreveu a sua obra poética e aproximadamente seis mil crônicas. Morreu no Rio de Janeiro, em 17 de agosto de 1987.;Escritora e cronista consagrada, Maria Julieta Drummond de Andrade nasceu em 04 de março de 1928, em Belo Horizonte (MG). Aos seis anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. É conhecida a afinidade intelectual e de personalidade entre Maria Julieta e o pai, Carlos Drummond de Andrade. Iniciou carreira literária aos 17 anos, quando publicou a novela A busca, em 1946. Formada em Línguas Neolatinas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), desempenhou admirável trabalho a favor das letras brasileiras na Argentina. Lecionou literatura na Universidade de Buenos Aires (UBA) e foi diretora do Centro de Estudos Brasileiros. Promoveu o diálogo entre escritores brasileiros e argentinos, por meio de seminários, entrevistas, exposições e traduções para o espanhol. Seus textos, compostos com graça, boa dose de humor e marcados pela observação atenta do cotidiano, foram reunidos em duas antologias: Um buquê de alcachofras, de 1980, e O valor da vida, do ano seguinte. Para o público infantil, publicou, em 1986, Loló e o computador e, no ano seguinte, Gatos e pombos. Maria Julieta Drummond de Andrade faleceu em 05 de agosto de 1987, no Rio de Janeiro.;Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
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