Título: A morte do ator José Guerreiro
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Otto Lara Resende (OLR)
Otto Lara Resende (OLR) > Série Produção na imprensa > A morte do ator José Guerreiro
Recorte sobre
A morte do ator José Guerreiro
(Título)
Paulo Francis (Autoria)
4 de setembro de 1982(Não)
Artigo
Folha de S.Paulo
; 1(folhas)
O anjo negro, Beat the devil, Cabeça de papel
Possui ilustração: imagem de José Guerreiro e Ziembinski, de autoria não identificada. Na primeira organização do Arquivo Otto Lara Resende, dada pelo IMS em 2001, esse documento integrou a série Produção de outros autores, com notação OLR-MP-POA-5973.
Millôr Fernandes (Milton Viola Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil, 1923 –
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;Criado no Rio de Janeiro, o paulista de nascimento Ivan Lessa era filho do casal de jornalistas e escritores Orígenes Lessa e Elsie Lessa. Seguiu a carreira dos pais e trabalhou intensamente, sempre com brilho, em vários periódicos do Rio e de São Paulo. Colaborou no arrojado O Pasquim, para o qual criou Sig, o ratinho mascote do jornal, onde assinou, na década de 1970, a seção “Gip-Gip Nheco-Nheco”. No diário Última Hora fez grande sucesso com os verbetes humorísticos da coluna “ABC do sexo”. Parte de sua obra de cronista foi reunida em Garotos da fuzarca (1986), Ivan vê o mundo (1999) e O luar e a rainha (2005), entre outros. Passou os últimos 34 anos de vida em Londres como colaborador na BBC Brasil.;Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;repórter da redação;diretor
2012), jornalista, desenhista, tradutor, dramaturgo e escritor.
Ao longo de 70 anos de atuação profissional em múltiplas frentes, Millôr
Fernandes colaborou com os principais veículos da imprensa brasileira. Iniciou
sua carreira em 1938 no grupo Diários associados, onde sua passagem foi
marcada pela seção humorística “O Pif-Paf”, publicada na revista O Cruzeiro
entre os anos de 1945 e 1963. Contribuiu com revistas e jornais como Veja,
Jornal do Brasil, Isto É, O Dia, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo,
onde manteve seções diárias ou semanais, que combinavam charges e cartuns
a textos aguçados sobre política e cotidiano que se tornaram sua marca
registrada na imprensa. Durante sua carreira, entre outras exposições, teve
trabalhos exibidos em mostras coletivas e individuais no MAM Rio nos anos de
1957 e 1977, e na Galeria Graffiti, Rio de Janeiro, em 1975.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2013, e teve uma
parte de suas obras apresentada na retrospectiva “Millôr: obra gráfica”, exibida
nas sedes do IMS do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2016 e 2018,
respectivamente.;Criado no Rio de Janeiro, o paulista de nascimento Ivan Lessa era filho do casal de jornalistas e escritores Orígenes Lessa e Elsie Lessa. Seguiu a carreira dos pais e trabalhou intensamente, sempre com brilho, em vários periódicos do Rio e de São Paulo. Colaborou no arrojado O Pasquim, para o qual criou Sig, o ratinho mascote do jornal, onde assinou, na década de 1970, a seção “Gip-Gip Nheco-Nheco”. No diário Última Hora fez grande sucesso com os verbetes humorísticos da coluna “ABC do sexo”. Parte de sua obra de cronista foi reunida em Garotos da fuzarca (1986), Ivan vê o mundo (1999) e O luar e a rainha (2005), entre outros. Passou os últimos 34 anos de vida em Londres como colaborador na BBC Brasil.;Jornalista e escritor, além de homem de notável brilho intelectual, escreveu um único e primoroso romance, O braço direito (1963), revelou-se contista refinado e exerceu atividades múltiplas, além de ser lembrado como extraordinário frasista. Nasceu em São João del-Rei (MG) em 1º de maio de 1922 e na capital mineira começou sua atividade de jornalista. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1946 e nesta cidade produziu sua obra literária além de trabalhar nos principais periódicos da cidade. Morreu no Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 1992.;repórter da redação;diretor
O Arquivo Otto Lara Resende chegou ao Instituto Moreira Salles em 1994. É formado de originais manuscritos e datiloscritos do escritor em diferentes versões, correspondência, documentos pessoais, recortes de jornais e de revistas, fotografias, além de desenhos de artistas diversos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
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