Title: Hilde Weber e sua obra "Retrato de Claudio Abramo"
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Alice Brill
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Hilde Weber e sua obra "Retrato de Claudio Abramo"
(Título atribuído)
Alice Brill (Autoria)
circa 1951(Data de produção)
1950 - 1951(Datas-limite)
Hilde Weber e sua obra "Retrato de Claudio Abramo", seu filho. A artista plástica, foi casada com o jornalista Claudio Abramo.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(dimensão total)
Externa, Retrato, Diurna, Arte
Alice Brill nasceu em Colônia, na Alemanha, em 1920. Assim como outros alemães, sua família emigrou para o Brasil em 1934, com o intuito de escapar do regime nacional socialista de Hitler. Artista plástica, gravadora, ensaísta, fotógrafa, e ainda educadora, Alice dedicou sua vida a expressão artística. Seu primeiro contato com a arte foi através de Paulo Rossi Osir, que acabou se tornando seu primeiro mentor e mestre junto ao Grupo Santa Helena. Aprimora seu olhar artístico indo estudar por dois anos nos EUA, participando de cursos na University of New Mexico e também em The Art Students League, em Nova York. Ao retornar, a artista alemã continua seus estudos na PUC-SP, ao cursar a graduação e pós-graduação, obtendo os títulos de mestre pela faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, e de doutora, pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Como fotógrafa, é contratada para a revista Habitat, por onde faz uma reportagem importante sobre os índios Carajá da Ilha do Bananal, no Mato Grosso. A pedido de Pietro Maria Bardi, realiza um ensaio fotográfico sobre São Paulo e o interior do Estado. Ao longo de sua vida participou de diversas exposições, e teve suas fotografias apreciadas em muitos livros. Em 1988, publicou o livro Da Arte e da Linguagem, uma coletânea de artigos impressos no jornal O Estado de São Paulo. Dois anos depois, em 1990, publicou o seu premiado livro Samson Flexor - do figurativismo ao abstracionismo. Em 2005, além de participar da exposição São Paulo 450 anos: a imagem e a memória da cidade no acervo do Instituto Moreira Salles, em Poço de Caldas, recebe homenagem pelo conjunto de sua obra da Associação Brasileira dos críticos de Arte (ABCA). No mesmo ano, o IMS celebra os 85 anos da artista, promovendo uma exposição individual com imagens da fotógrafa apresentadas em diversos centros culturais do país.
Alice foi casada com Juljan Czapski, com quem teve os filhos Inês, Cláudio e Sílvia.;Hilde Weber (Hildegard Wilhelmine Weber, Waldau, Alemanha, 1913 - São
Paulo, Brasil, 1994), desenhista, ilustradora e gravadora de origem alemã,
naturalizada brasileira.
Hilde Weber chegou no Brasil no ano de 1933, aos 19 anos. Logo em seus
primeiros anos no país, vivendo no Rio de Janeiro, colaborou com ilustrações e
caricaturas para O Cruzeiro e O Jornal, ambos publicados pelo grupo Diários
Associados.
Na década de 1940, em São Paulo, fez parte do ateliê Osirarte de artes
decorativas. Nesse período, além da atuação como ilustradora, participou da
equipe de cenógrafos do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e teve trabalhos
exibidos em diversas exposições, incluindo, posteriormente, participações na
Bienal de São Paulo.
A charge política e do cotidiano ganhou maior ênfase em sua atuação na
imprensa a partir da década de 1950. Hilde colaborou em especial com os
jornais Tribuna da Imprensa, no Rio de Janeiro, e com o Estado de São Paulo,
veículo onde permaneceu até o início da década de 1990, quando se
aposentou após 40 anos de atividade ininterrupta acompanhando
acontecimentos políticos e sociais no Brasil e no mundo.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2022 e sua produção
é um dos eixos da Bolsa IMS de Pesquisa 2025.
Alice foi casada com Juljan Czapski, com quem teve os filhos Inês, Cláudio e Sílvia.;Hilde Weber (Hildegard Wilhelmine Weber, Waldau, Alemanha, 1913 - São
Paulo, Brasil, 1994), desenhista, ilustradora e gravadora de origem alemã,
naturalizada brasileira.
Hilde Weber chegou no Brasil no ano de 1933, aos 19 anos. Logo em seus
primeiros anos no país, vivendo no Rio de Janeiro, colaborou com ilustrações e
caricaturas para O Cruzeiro e O Jornal, ambos publicados pelo grupo Diários
Associados.
Na década de 1940, em São Paulo, fez parte do ateliê Osirarte de artes
decorativas. Nesse período, além da atuação como ilustradora, participou da
equipe de cenógrafos do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e teve trabalhos
exibidos em diversas exposições, incluindo, posteriormente, participações na
Bienal de São Paulo.
A charge política e do cotidiano ganhou maior ênfase em sua atuação na
imprensa a partir da década de 1950. Hilde colaborou em especial com os
jornais Tribuna da Imprensa, no Rio de Janeiro, e com o Estado de São Paulo,
veículo onde permaneceu até o início da década de 1990, quando se
aposentou após 40 anos de atividade ininterrupta acompanhando
acontecimentos políticos e sociais no Brasil e no mundo.
Seu arquivo foi incorporado ao acervo do IMS no ano de 2022 e sua produção
é um dos eixos da Bolsa IMS de Pesquisa 2025.
Instituto Moreira Salles
