Título: Katia Eichbaum
Detalhes
011II15A05.jpg
Alice Brill
Alice Brill > Individualizados > Katia Eichbaum
Katia Eichbaum
(Título atribuído)
Alice Brill (Autoria)
1957(Data de produção)
Retrato de Katia Eichbaum no carrinho de bebê. Gisela Eichbaum, mãe de Jan, nasceu em Manheim, Alemanha, em 1920, e faleceu em São Paulo em 1996. Descende de uma família de músicos, viveu em São Paulo a partir de 1935. Pintora e desenhista, estudou com Yolanda Mohalyi, Samson Flexor e Karl Plattner. No início da década de 50 integra o Ateliê Abstração e frequenta a escola de Arte Moderna de NY. Publica "Canções em Palavras", no MASP e "Meu diário". Gisela também era conhecida como Gisla e foi muito amiga de Alice Brill. Foi casada com Francisco Eichbaum e teve dois filhos: Jan Eichbaum, nascido em 08/11/1954, casado com Marisa e atualmente cônsul de Luxemburgo; e, Katia Eichbaum, com nome verdadeiro de Katharina Eichbaum Esteves, nascida em 21/03/1957.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(dimensão total)
Externa, Retrato individual, Retrato, Diurna, Pessoas, Indumentária
Alice Brill nasceu em Colônia, na Alemanha, em 1920. Assim como outros alemães, sua família emigrou para o Brasil em 1934, com o intuito de escapar do regime nacional socialista de Hitler. Artista plástica, gravadora, ensaísta, fotógrafa, e ainda educadora, Alice dedicou sua vida a expressão artística. Seu primeiro contato com a arte foi através de Paulo Rossi Osir, que acabou se tornando seu primeiro mentor e mestre junto ao Grupo Santa Helena. Aprimora seu olhar artístico indo estudar por dois anos nos EUA, participando de cursos na University of New Mexico e também em The Art Students League, em Nova York. Ao retornar, a artista alemã continua seus estudos na PUC-SP, ao cursar a graduação e pós-graduação, obtendo os títulos de mestre pela faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, e de doutora, pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Como fotógrafa, é contratada para a revista Habitat, por onde faz uma reportagem importante sobre os índios Carajá da Ilha do Bananal, no Mato Grosso. A pedido de Pietro Maria Bardi, realiza um ensaio fotográfico sobre São Paulo e o interior do Estado. Ao longo de sua vida participou de diversas exposições, e teve suas fotografias apreciadas em muitos livros. Em 1988, publicou o livro Da Arte e da Linguagem, uma coletânea de artigos impressos no jornal O Estado de São Paulo. Dois anos depois, em 1990, publicou o seu premiado livro Samson Flexor - do figurativismo ao abstracionismo. Em 2005, além de participar da exposição São Paulo 450 anos: a imagem e a memória da cidade no acervo do Instituto Moreira Salles, em Poço de Caldas, recebe homenagem pelo conjunto de sua obra da Associação Brasileira dos críticos de Arte (ABCA). No mesmo ano, o IMS celebra os 85 anos da artista, promovendo uma exposição individual com imagens da fotógrafa apresentadas em diversos centros culturais do país.
Alice foi casada com Juljan Czapski, com quem teve os filhos Inês, Cláudio e Sílvia.
Alice foi casada com Juljan Czapski, com quem teve os filhos Inês, Cláudio e Sílvia.
Instituto Moreira Salles
