Title: Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Details
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Gilberto Ferrez
Gilberto Ferrez > NEGATIVOS DE VIDRO > 18x24 > Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
Ponte de Silvestre - 25%
(Título original)
Estrada de Ferro do Corcovado, Viaduto do Silvestre, Km 1 (aproximadamente)
(Título atribuído)
Pont de Sylvestre - 25%
(Título original)
Marc Ferrez (Autoria)
circa 1885(Data de produção)
1884 - 1890(Datas-limite)
Vista tomada da Floresta da Tijuca. A Ponte do Silvestre na Estrada de Ferro Corcovado tinha 75 metros de comprimento e transpunha o vale do Morro do Silvestre. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
A Ponte do Silvestre na Estrada de Ferro Corcovado tinha 75 metros de comprimento e transpunha o vale do morro do Silvestre. Vista tomada da Floresta da Tijuca. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
A Ponte do Silvestre na Estrada de Ferro Corcovado tinha 75 metros de comprimento e transpunha o vale do morro do Silvestre. Vista tomada da Floresta da Tijuca. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador. Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Livro: Marc Ferrez/Rio; organização de Sergio Burgi e Mariana Newlands. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2015; Göttingen: Steidl, 2015.
Livro: Marc Ferrez/Rio; organização de Sergio Burgi e Mariana Newlands. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2015; Göttingen: Steidl, 2015.
Negativo - Vidro
GELATINA/ Prata
P&B
18(height) x 24(width)(imagem/dimensão total)
Paisagem natural, Diurna, Externa, Horizontal, Transporte sobre trilhos, Bonde, Transportes, Pontes, Floresta da Tijuca, Estrada de Ferro Corcovado, Ponte do Silvestre
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Quilometragem atribuída a partir da comparação de mapa da cidade do Rio de Janeiro em que consta o trajeto da linha com imagens de satélite atuais;
Quilometragem atribuída a partir da comparação de mapa da cidade do Rio de Janeiro em que consta o trajeto da linha com imagens de satélite atuais;
Quilometragem atribuída a partir da comparação de mapa da cidade do Rio de Janeiro em que consta o trajeto da linha com imagens de satélite atuais;
Quilometragem atribuída a partir da comparação de mapa da cidade do Rio de Janeiro em que consta o trajeto da linha com imagens de satélite atuais;
Etiqueta no próprio negativo;
Caderno sem título (Inventário manuscrito de negativos e fotografias de Marc Ferrez), pg. 006 - "Catalogue des vues 18 x 24 (caixa) nº 6";
Caderno Catalogue des Négatives, pg. 006 – “Negatifs 18 x 24 (caixa) nº 6”.
Etiqueta no próprio negativo;
Caderno sem título (Inventário manuscrito de negativos e fotografias de Marc Ferrez), p. 006 - "Catalogue des vues 18 x 24 (caixa) nº 6";
Caderno Catalogue des Négatives, pg. 006 – “Negatifs 18 x 24 (caixa) nº 6”;
Livro "FERREZ, Gilberto, O Rio antigo do fotógrafo Marc Ferrez. São Paulo:Ex Libris, 1898, pag.86"
Livro "FERREZ, Gilberto. O Rio antigo do fotógrafo Marc Ferrez. São Paulo: Ex Libris, 1989. pág 86".
Caderno sem título (Inventário manuscrito de negativos e fotografias de Marc Ferrez), pg. 006 - "Catalogue des vues 18 x 24 (caixa) nº 6";
Caderno Catalogue des Négatives, pg. 006 – “Negatifs 18 x 24 (caixa) nº 6”.
Etiqueta no próprio negativo;
Caderno sem título (Inventário manuscrito de negativos e fotografias de Marc Ferrez), p. 006 - "Catalogue des vues 18 x 24 (caixa) nº 6";
Caderno Catalogue des Négatives, pg. 006 – “Negatifs 18 x 24 (caixa) nº 6”;
Livro "FERREZ, Gilberto, O Rio antigo do fotógrafo Marc Ferrez. São Paulo:Ex Libris, 1898, pag.86"
Livro "FERREZ, Gilberto. O Rio antigo do fotógrafo Marc Ferrez. São Paulo: Ex Libris, 1989. pág 86".
Nascido em 1843 no Rio de Janeiro, Marc Ferrez, filho de franceses, registrou meio século de transformações ocorridas no país. Do Império à República retratou eventos históricos e projetos emblemáticos de reconhecimento do território e da modernização do país. Nas últimas duas décadas de sua vida experimentou a fotografia em cores e dedicou-se ao negócio do cinema, ao lado dos filhos, tornando-se um dos principais distribuidores e difusores da nova arte no Brasil. Após residir na França de 1915 a 1922, com um curto intervalo no Brasil em 1920, faleceu no Rio de Janeiro em 1923.
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Em domínio público
Instituto Moreira Salles
Instituto Moreira Salles
Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
