Título: Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Ponte do Batista
Detalhes
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Gilberto Ferrez
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E. F. Petrópolis
(Título original)
Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará (Linha do Norte), Ponte do Batista
(Título atribuído)
Marc Ferrez (Autoria)
circa 1887(Data de produção)
1883 - 1898(Datas-limite)
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Negativo - Vidro
GELATINA/ Prata
P&B
18(altura) x 24(largura)(imagem/dimensão total)
Externa, Horizontal, Paisagem, Diurna, Estrada de Ferro Príncipe do Grão-Pará
Provavelmente trata-se da Ponte do Batista, que tem um único vão de 8 m. e estrutura metálica e já pertence à extensão de Raiz da Serra a Petrópolis, em 1883, sob contrato da Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará. O nome Estrada de Ferro de Petrópolis corresponde à denominação da Imperial Companhia de Navegação a Vapor e Estrada deFerro de Petrópolis, fundada pelo Barão de Mauá em 1854, que operaria a linha Estrada de Ferro Mauá. Éprovável que Ferrez tenha mantido o título "Chemin de Fer de Petrópolis", referindo-se à antiga denominação, mas esteja fotografando a extensão nova, já em 1883;
A Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará foi comprada pela Rio de Janeiro Northern Railway Company, mantendo sua denominação original, e em 1898 adquirida pela Leopoldina Railway Company, passando-se a denominar Linha Grão Pará
A Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará foi comprada pela Rio de Janeiro Northern Railway Company, mantendo sua denominação original, e em 1898 adquirida pela Leopoldina Railway Company, passando-se a denominar Linha Grão Pará
Caderno sem título (Inventário manuscrito de negativos e fotografias de Marc Ferrez), pg. 017 - "Catalogue des vues 18 x 24 (caixa) nº 49”;
Caderno Catalogue des Négatives, pg. 026 – “Negatifs 18 x 24 (caixa) nº 49”.
Caderno Catalogue des Négatives, pg. 026 – “Negatifs 18 x 24 (caixa) nº 49”.
Nascido em 1843 no Rio de Janeiro, Marc Ferrez, filho de franceses, registrou meio século de transformações ocorridas no país. Do Império à República retratou eventos históricos e projetos emblemáticos de reconhecimento do território e da modernização do país. Nas últimas duas décadas de sua vida experimentou a fotografia em cores e dedicou-se ao negócio do cinema, ao lado dos filhos, tornando-se um dos principais distribuidores e difusores da nova arte no Brasil. Após residir na França de 1915 a 1922, com um curto intervalo no Brasil em 1920, faleceu no Rio de Janeiro em 1923.
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Em domínio público
Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
