Título: Vichy - O jardim de rosas
Detalhes
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Gilberto Ferrez
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Vichy - la roseraie - juin 1916
(Título original)
Vichy - O jardim de rosas
(Título atribuído)
Marc Ferrez (Autoria)
junho de 1916(Data de produção)
A maior parte do tempo entre abril de 1915 e agosto de 1922, Marc Ferrez morou na Europa. Apenas entre fevereiro de 1920 e maio de 1921 voltou a residir no Brasil. Em 1921, em correspondência a Malia, sua nora, Ferrez conta que fez belas fotografias de rosas, em sua visita ao roseiral do Parque de La Bagatelle, no Bois de Boulogne, local que frequentava enquanto seu filho Luciano e Malia estavam com ele em Paris (entre 1919 e 1920). Em 14 de agosto de 1922, Marc voltou para o Rio de Janeiro e faleceu em janeiro de 1923.
Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Diapositivo - Vidro
AUTOCHROME / Corante e prata
COR
6(altura) x 13(largura)(imagem/dimensão total)
Externa, Diurna, Flora / Vegetação
Pertencente à caixa 007CX 019, que contém a anotação por Ferrez: "Positives pour lanterne - couleur - choisies"
Cronologia realizada pela pesquisadora Ileana Pradilla Ceron.
Brasiliana Fotográfica - http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6305
Brasiliana Fotográfica - http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6305
Nascido em 1843 no Rio de Janeiro, Marc Ferrez, filho de franceses, registrou meio século de transformações ocorridas no país. Do Império à República retratou eventos históricos e projetos emblemáticos de reconhecimento do território e da modernização do país. Nas últimas duas décadas de sua vida experimentou a fotografia em cores e dedicou-se ao negócio do cinema, ao lado dos filhos, tornando-se um dos principais distribuidores e difusores da nova arte no Brasil. Após residir na França de 1915 a 1922, com um curto intervalo no Brasil em 1920, faleceu no Rio de Janeiro em 1923.
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Em domínio público
Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
