Título: Vista do Pão de Açúcar; tomada do Morro da Urca
Detalhes
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Gilberto Ferrez
Gilberto Ferrez > Estereoscopias em vidro > Autocromos > Vista do Pão de Açúcar; tomada do Morro da Urca
Vue ferise de la Urca
(Título original)
Vista do Pão de Açúcar; tomada do Morro da Urca
(Título atribuído)
Vista do Pão de Açúcar tomada do morro da Urca
(Título atribuído)
Marc Ferrez (Autoria)
1914(Data de produção)
Em 27 de outubro de 1912, foi inaugurado um caminho aéreo no Rio de Janeiro, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, que se tornaria o mundialmente famoso Bondinho do Pão de Açúcar. Alguns dias antes, houve uma visita da imprensa às obras. Em 1º de dezembro, foi inaugurada a iluminação elétrica no caminho aéreo. O bondinho no segundo trecho, entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, numa extensão de 750 metros e 396 metros de altura, começou a funcionar no dia 18 de janeiro de 1913, completando a ligação até o alto do pico do Pão de Açúcar.
Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Publicada no livro "O Brasil de Marc Ferrez" - 2005 p. 216Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Publicada no livro "O Brasil de Marc Ferrez" - 2005 p. 216Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Diapositivo - Vidro
AUTOCHROME / Corante e prata
COR
6(altura) x 6,5(largura)(imagem/dimensão total)
Diurna, Externa, Paisagem, Horizontal, Paisagem natural, Árvores, Flora / Vegetação, Indumentária, Chapéu, Pessoas, Montanha/Morro, Acidente Geográfico, Homem, Morro do Pão de Açúcar, Urca
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
Pertence à caixa de estereoscopias coloridas (autocromos) 007CX196.
Pertence à caixa de estereoscopias coloridas (autocromos) 007CX196.
Pertence à caixa de estereoscopias coloridas (autocromos) 007CX196.
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Cronologia realizada pela pesquisadora Ileana Pradilla Ceron.
Brasiliana Fotográfica - http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6305
Brasiliana Fotográfica - http://brasilianafotografica.bn.br/?p=6305
Nascido em 1843 no Rio de Janeiro, Marc Ferrez, filho de franceses, registrou meio século de transformações ocorridas no país. Do Império à República retratou eventos históricos e projetos emblemáticos de reconhecimento do território e da modernização do país. Nas últimas duas décadas de sua vida experimentou a fotografia em cores e dedicou-se ao negócio do cinema, ao lado dos filhos, tornando-se um dos principais distribuidores e difusores da nova arte no Brasil. Após residir na França de 1915 a 1922, com um curto intervalo no Brasil em 1920, faleceu no Rio de Janeiro em 1923.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Em domínio público
Marc Ferrez/Coleção Gilberto Ferrez/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
