Título: Teatro Amazonas
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Teatro Amazonas
Teatro Amazonas
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1966(Data de produção)
1961 - 1971(Datas-limite)
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
O Teatro Amazonas foi inaugurado em 31 de dezembro de 1896 e sua construção no final do século XIX só foi possível graças ao período conhecido na história sócio-econômica brasileira como Ciclo da Borracha. O projeto arquitetônico escolhido foi o de autoria do Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa, em 1883. A decoração interna ficou ao encargo de Crispim do Amaral, com exceção do Salão Nobre, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis
O Teatro Amazonas foi inaugurado em 31 de dezembro de 1896 e sua construção no final do século XIX só foi possível graças ao período conhecido na história sócio-econômica brasileira como Ciclo da Borracha. O projeto arquitetônico escolhido foi o de autoria do Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa, em 1883. A decoração interna ficou ao encargo de Crispim do Amaral, com exceção do Salão Nobre, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Lazer / Entretenimento, Aspectos urbanos, Arquitetura, Arte, Externa, Diurna, Teatro, Teatro Amazonas
Entrevista de Janine Gautherot no IMS em agosto de 2015.
Wikipedia.
http://www.cultura.am.gov.br/teatro-amazonas/
Wikipedia.
http://www.cultura.am.gov.br/teatro-amazonas/
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
