Título: Rio Negro
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Rio Negro
Rio Negro
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1955(Data de produção)
1950 - 1960(Datas-limite)
O rio Negro é o maior afluente da margem esquerda do rio Amazonas, na Amazônia, na América do Sul. É o mais extenso rio de água negra do mundo, e o segundo maior em volume de água — atrás somente do Amazonas, o qual ajuda a formar. Tem sua origem entre as bacias do rio Orinoco e Amazônica. Conecta-se com o Orinoco através do canal de Casiquiare. Na Colômbia, onde tem a sua nascente, é chamado de rio Guainia. Seus principais afluentes são o rio Branco e o rio Vaupés. Disputa ser o começo do rio Orinoco junto com o rio Guaviare. Drena a região leste dos Andes na Colômbia. Após passar por Manaus, une-se ao rio Solimões e, a partir dessa união, este último passa a chamar-se rio Amazonas.
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Rio, Acidente Geográfico, Arquitetura, Flora / Vegetação, Casas e habitações, Externa, Paisagem, Diurna, Rio Negro
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
Diário de Pernambuco 24/08/1944 - http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=16570
Diário de Pernambuco 01/03/1947
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=25280
wikipedia
Diário de Pernambuco 01/03/1947
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=029033_12&PagFis=25280
wikipedia
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
