Title: Cachoeira do Paredão, campo de obras da hidrelétrica Coaracy Nunes
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Marcel Gautherot
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Cachoeira do Paredão, campo de obras da hidrelétrica Coaracy Nunes
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1966(Data de produção)
1961 - 1971(Datas-limite)
Em 2015, a Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes (UHCN) completa 39 anos de operação comercial. A primeira hidrelétrica da Amazônia, localizada na Vila do Paredão, município de Ferreira Gomes distante 140 km de Macapá, foi inaugurada em 13 de janeiro de 1976, pelo então presidente da República Ernesto Geisel. “Quando colocada em funcionamento, a Usina atenderia principalmente o projeto de extração do minério de manganês na Serra do Navio, mas se estendeu aos municípios de Macapá, Santana, Ferreira Gomes e Porto Grande, que com energia instalada, puderam se desenvolver melhor”
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Cachoeira, Indústria de geração de energia, Engenharia, Acidente Geográfico, Construções, Indústria, Externa, Diurna
http://www.eletronorte.gov.br/opencms/opencms/modulos/noticia/noticia_0751.html?uri=/index.html
Entrevista de Janine Gautherot no IMS em agosto de 2015(última)
http://pt.scribd.com/doc/131613523/Especial-Hidreletrica-Coaracy-Nunes-30-anos-Rev-Corrente-Continua-Marco-2006-pdf (última)
http://www.cea.ap.gov.br/area.php?id=229&dm=277
Entrevista de Janine Gautherot no IMS em agosto de 2015(última)
http://pt.scribd.com/doc/131613523/Especial-Hidreletrica-Coaracy-Nunes-30-anos-Rev-Corrente-Continua-Marco-2006-pdf (última)
http://www.cea.ap.gov.br/area.php?id=229&dm=277
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
