Title: Carnaval
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Individualizados > Carnaval
Carnaval
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1964(Data de produção)
1960 - 1968(Datas-limite)
Até o final do século XIX, o Carnaval era celebrado com o Entrudo, folguedo tipicamente português em que se atiravam água, farinha, fuligem uns nos outros. No virar do século, o carnaval brasileiro foi se modificando e incorporando diversos elementos, desde a influência do carnaval veneziano, copiado pela aristocracia, até o surgimento de cordões, ranchos, blocos e escolas de Samba, que acabaram por definir o carnaval carioca como é conhecido pelo mundo todo. No caso da Bahia, houve uma tentativa de introduzir o Micarème européia, que logo foi nacionalizada inteiramente para então se chamar Micareta. Na Bahia, ainda ocorre no período do carnaval o Afoxé, ligado as tradições africanas e é considerado uma das manifestações mais ricas e tradicionais do povo baiano no período.
Imagens anteriormente publicadas na antiga base Bireme, na página do IMS na WEB.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
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Pessoas, Carnaval, Multidão, Festas populares, Externa, Diurna, Praça Castro Alves
http://www.suapesquisa.com/carnaval/
http://memoriasdemomo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Tabela-Geral_Entidades-Carnavalescas-Escolas-de-Samba.pdf
http://memoriasdemomo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Tabela-Geral_Entidades-Carnavalescas-Escolas-de-Samba.pdf
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
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