Title: Mário Cravo Junior
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Marcel Gautherot
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Mário Cravo Junior
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1955(Data de produção)
1955 - 1956(Datas-limite)
Mario Cravo Junior nasceu na cidade de Salvador, Bahia, em 1923. Estudou com o santeiro Pedro Ferreira em meados da década de 1940, em Salvador, e posteriormente gradou-se em Belas Artes pela Universidade Federal da Bahia. Foi aluno especial do escultor iugoslavo Ivan Mestrovich nos Estados Unidos, e passou alguns meses trabalhando na Siracuse University, em Nova Iorque, cidade em que também manteve um ateliê. Em 1964 mudou-se com a família para Berlim, convidado a participar o programa "Artists in Residence". Da Alemanha seguiu para os Estados Unidos, onde fez novas exposições e palestras em universidades. Cravo possui obras em importantes instituições culturais brasileiras e estrangeiras, como os museus de arte moderna do Rio de Janeiro e da Bahia, Masp, MoMA, em Nova Iorque, e Museu Hermitage, na Rússia.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Pessoas, Indumentária, Interna
http://www.cravo.art.br/pohistorico.htm
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
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