Title: Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Details
010BANP03505.jpg
Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Individualizados > Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1950(Data de produção)
1949 - 1954(Datas-limite)
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes, Igrejas e capelas, Festas populares, Festas religiosas, Procissões / Romarias, Externa, Diurna, Igreja da Boa Viagem (Salvador, BA)
http://bahia.com.br/viverbahia/festas-populares/festa-do-senhor-dos-navegantes/
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2011/12/festa-de-bom-jesus-dos-navegantes-e-realizada-no-domingo-1-em-salvador.html
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2011/12/festa-de-bom-jesus-dos-navegantes-e-realizada-no-domingo-1-em-salvador.html
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
