Title: Aterro do Flamengo - vista aérea
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Marcel Gautherot
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Aterro do Flamengo - vista aérea
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1966(Data de produção)
1966 - 1968(Datas-limite)
Foi durante o governo de Carlos Lacerda, em 1961, que as obras do Parque do Aterro do Flamengo começaram. O aterro propriamente dito foi resultado do desmonte do morro de Santo Antônio, cujas obras começaram entre 1952 e 1954, na administração do prefeito Dulcídio Cardoso, e foram concluídas em 1958, na administração de Francisco Negrão de Lima. Os projetos urbanístico e arquitetônico que definiram a ocupação desse aterro foram feitos por Affonso Eduardo Reidy (1909-1964), então funcionário do Departamento de Urbanismo da Prefeitura do Rio de Janeiro, enquanto Burle Marx definiu o paisagismo. Os dois projetos tiveram em Lotta Macedo Soares (1910-1967) a principal apoiadora.
O Parque do Flamengo foi inaugurado em outubro de 1965, na Semana da Criança, quando a Secretaria de Turismo do Estado da Guanabara, promoveu uma série de eventos no parque. Oficialmente, o parque ainda não foi inaugurado por não estar concluído.
O Parque do Flamengo foi inaugurado em outubro de 1965, na Semana da Criança, quando a Secretaria de Turismo do Estado da Guanabara, promoveu uma série de eventos no parque. Oficialmente, o parque ainda não foi inaugurado por não estar concluído.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Externa, Diurna
arquiteturaurbanismotodos.org.br/aterro-do-flamengo/
http://www.parquedoflamengo.com.br/sobre-o-parque/
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.079/288
http://www.institutolotta.com.br/a_obra.html
http://www.parquedoflamengo.com.br/sobre-o-parque/
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.079/288
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O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
