Title: Aeroporto Internacional de Fortaleza
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Aeroporto Internacional de Fortaleza
Aeroporto Internacional de Fortaleza
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1966(Data de produção)
1966 - 1971(Datas-limite)
O primeiro terminal de passageiros do Aeroporto de Fortaleza foi construído em 1966, com aproximadamente 8.200 m² de área construída e capacidade para atendimento de 900 mil passageiros/ano.As origens do aeroporto de Fortaleza remontam à pista do Alto da Balança, da década de 1930. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) foi instalada uma Base Aérea de apoio às forças aliadas e construída a pista 13/31 com cerca de 2.100 m e, em 1963, foi ampliada para 2.545 m. Em 13 de maio de 1952, a Base do Cocorote, como era conhecida, passou à denominação de Aeroporto Pinto Martins. A escolha do nome foi devida em homenagem ao piloto cearense, Euclydes Pinto Martins (1892 - 1924), natural do município de Camocim, a 380 km da capital, que realizou o primeiro voo entre Nova York e Rio de Janeiro a bordo de um hidroavião, entre setembro de 1922 e fevereiro de 1923.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
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Aéreo, Aeronave (Avião), Transportes, Externa, Diurna, Aeroportos
http://culturaaeronautica.blogspot.com.br/2013/01/os-electras-da-ponte-aerea-rio-sao-paulo.html
http://www.aeroentusiasta.com.br/posts/417
http://www.airport-data.com/aircraft/PP-VJM.html
http://www.infraero.gov.br/index.php/aeroportos/ceara/aeroporto-internacional-pinto-martins.html
http://www.aeroentusiasta.com.br/posts/417
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http://www.infraero.gov.br/index.php/aeroportos/ceara/aeroporto-internacional-pinto-martins.html
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
