Title: "Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi. Ao fundo, o Congresso Nacional
Title: "Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi. Ao fundo, o Congresso Nacional
Details
010DFBG28377.jpg
Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Individualizados > "Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi. Ao fundo, o Congresso Nacional
"Os Candangos" ou "Os Guerreiros", escultura de Bruno Giorgi. Ao fundo, o Congresso Nacional
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1968(Data de produção)
1963 - 1973(Datas-limite)
Os Candangos, escultura de Bruno Giorgi feita em bronze, encontra-se na Praça dos Três Poderes (ao fundo, Supremo Tribunal Federal). Bruno Giorgi nasceu em 1905, em Mococa, São Paulo. Foi para Roma com sua família em 1911. No começo da década de 20, estudou desenho e escultura. Ele é conhecido como um dos mais importantes escultores do País. Foi extraditado da Itália para o Brasil em 1935, após cumprir quatro anos de pena por conspiração contra o regime fascista. Em 1937, em Paris, freqüentou as academias La Grande Chaumière e Ranson. A convite do ministro Gustavo Capanema, em 1943, trabalhou para o Rio de Janeiro e instalou ateliê na Praia Vermelha. Dos monumentos públicos de sua autoria destacam-se o Monumento à Juventude Brasileira, de 1947, nos jardins do Ministério da Educação e Saúde, atual Palácio da Cultura, no Rio de Janeiro; Candangos, de 1960, na Praça Três Poderes, e Meteoro, de 1967, no lago do edifício do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; Integração, de 1989, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O artista faleceu no Rio de Janeiro em 1993.
Projetado por Oscar Niemeyer em 1957 e inaugurado em 1960, o Congresso Nacional é a sede do Poder Legislativo na esfera federal. Como um dos Poderes do Estado, compete a ele legislar, fiscalizar, administrar e julgar os demais poderes. O Congresso Nacional é composto por duas casas: o Senado Federal, na cúpula côncava, e a Câmara dos Deputados, na cúpula convexa. Os blocos em forma de "H" têm 28 andares e abrigam atividades administrativas. No seu interior encontra-se vasto acervo cultural e paisagístico. Ao fundo, os prédios da Esplanada dos Ministérios. Em fevereiro de 1959, o edifício do Congresso estava subidno e a cúpula do senado estava pronta. A da Câmara dos Deputados estava começando a ser construída. O Congresso Nacional foi inaugurado em 21 de abril de 1960.
Projetado por Oscar Niemeyer em 1957 e inaugurado em 1960, o Congresso Nacional é a sede do Poder Legislativo na esfera federal. Como um dos Poderes do Estado, compete a ele legislar, fiscalizar, administrar e julgar os demais poderes. O Congresso Nacional é composto por duas casas: o Senado Federal, na cúpula côncava, e a Câmara dos Deputados, na cúpula convexa. Os blocos em forma de "H" têm 28 andares e abrigam atividades administrativas. No seu interior encontra-se vasto acervo cultural e paisagístico. Ao fundo, os prédios da Esplanada dos Ministérios. Em fevereiro de 1959, o edifício do Congresso estava subidno e a cúpula do senado estava pronta. A da Câmara dos Deputados estava começando a ser construída. O Congresso Nacional foi inaugurado em 21 de abril de 1960.
Negativo flexível
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Escultura, Arte, Externa, Diurna, Praça dos Três Poderes, Congresso Nacional
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8920/bruno-giorgi
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
