Título: Lago Paranoá
Detalhes
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Marcel Gautherot
Marcel Gautherot > Lago Paranoá
Lago Paranoá
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
1960(Data de produção)
1959 - 1960(Datas-limite)
O lago Paranoá não é natural e sim um lago artificial criado junto com Brasília na época do governo de Juscelino Kubitschek. Antigamente o que havia ali era o Rio Paranoá no qual foi represado em 1959 dando origem assim ao Lago Paranoá que na época e até hoje tem o objetivo de aumentar a umidade da região que é bem seca. O lago hoje possui uma extensão de 40 Km² e uma profundidade de 48 metros.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
Lavadeira, Flora / Vegetação, Trabalho, Lago Paranoá
http://www.popa.com.br/diversos/lago_paranoah/
http://www.soubrasilia.com/brasilia/lago-paranoa/
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
http://www.soubrasilia.com/brasilia/lago-paranoa/
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
