Título: Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
Título: Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
Detalhes
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Marcel Gautherot
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Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e "O Pombal", escultura de Oscar Niemeyer
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1986(Data de produção)
1986 - 1991(Datas-limite)
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na praça dos Três Poderes, em Brasília, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985. Sua pedra fundamental foi lançada pelo presidente da França, François Mitterrand, em 15 de outubro de 1985 e o Panteão foi inaugurado em 7 de setembro de 1986. O Panteão possui três pavimentos, somando área total construída de 2 105 m². Em seu interior, no salão Vermelho, encontra-se o mural da Liberdade, do artista plástico Athos Bulcão. No terceiro pavimento, localiza-se o vitral de autoria de Marianne Peretti (também autora dos vitrais da catedral de Nossa Senhora Aparecida).
No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
O Pombal - Projetado por Oscar Niemeyer a pedido de dona Eloá, esposa do então Presidente Jânio Quadros, a escultura em madeira concretada mede 25m de altura e pesa 1,5 toneladas. Lembra um imenso pregador de roupa. A obra é formada por uma série de poleiros que se sobrepõem. Foi instalada na Praça em junho de 1961.
No lado externo, no alto de uma torre erguida em diagonal, arde a chama eterna. Uma chama pequena, que representa a liberdade do povo e a independência do País. O Panteão foi tombado em 2007, pelo IPHAN, junto com outras 34 obras de Oscar Niemeyer, que completara cem anos.
O Pombal - Projetado por Oscar Niemeyer a pedido de dona Eloá, esposa do então Presidente Jânio Quadros, a escultura em madeira concretada mede 25m de altura e pesa 1,5 toneladas. Lembra um imenso pregador de roupa. A obra é formada por uma série de poleiros que se sobrepõem. Foi instalada na Praça em junho de 1961.
Negativo flexível - Diacetato
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Arquitetura Moderna, Escultura, Arquitetura, Arte, Externa, Diurna, Praça dos Três Poderes, Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Imagem não consta em folha de contato, somente em negativo. Pela lógica da numeração, após 1976 - 29248 a 29283 - Exposição do acervo da Casa do Pontal no MAM-RJ. Mas como o Panteão foi inaugurado em 1986, datei 1986 circa, com inferior em 1986..
Wikipedia
http://www.brasiliapatrimoniodahumanidade.df.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21&Itemid=14
http://www.cidadebrasilia.com.br/turismo/interest.php?interest=8
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
http://www.brasiliapatrimoniodahumanidade.df.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21&Itemid=14
http://www.cidadebrasilia.com.br/turismo/interest.php?interest=8
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
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