Title: Da esquerda para direita, em segundo plano: Jorge Bodanzky, Mário Balaban, de óculos, e Christian Schiel. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Title: Da esquerda para direita, em segundo plano: Jorge Bodanzky, Mário Balaban, de óculos, e Christian Schiel. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Jorge Bodanzky > Da esquerda para direita, em segundo plano: Jorge Bodanzky, Mário Balaban, de óculos, e Christian Schiel. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar
Da esquerda para direita, em segundo plano: Jorge Bodanzky, Mário Balaban, de óculos, e Christian Schiel. Alunos da Universidade de Brasília ouvem notícias alguns meses depois do golpe militar (Título atribuído)
Da esquerda para direita, em segundo plano: Jorge Bodanzky, Mário Balaban, de óculos, e Christian Schiel. 1 ou 2 de abril de 1964.
GELATINA/ Prata
P&B
O cineasta, fotógrafo e repórter Jorge Bodanzky nasceu em São Paulo, em 1942. Estudou na Universidade de Brasília (1964-65) e na Escola de Design de Ulm, na Alemanha. Iniciou a carreira de fotógrafo incentivado por Amélia Toledo e Athos Bulcão, professores da UnB. Trabalhou para revista Manchete, Jornal da Tarde, revista Realidade, entre outros. Fotografou muitos longas-metragens entre 1968 e 1974. Estreou como diretor de cinema com o média-metragem Caminhos de Valderez (1971), codirigido com Hermano Penna. Seu primeiro longa, Iracema: uma transa amazônica (1974), codirigido com Orlando Senna, foi censurado no Brasil até 1981. Após Iracema, dirigiu inúmeros filmes, como Gitirana (1975, codireção de Orlando Senna), Jari (1979, codireção de Wolf Gauer) e Amazônia, a nova Minamata? (2022). Seu acervo de fotografias e filmes super-8 foi incorporado pelo Instituto Moreira Salles em 2013. Colabora com a revista ZUM.
Jorge Bodanzky deu os primeiros passos na fotografia incentivado por Amélia Toledo e Athos Bulcão, professores da Universidade de Brasília, onde Jorge estudava arquitetura. Ali, Bodanzky ajudou Luís Humberto a montar o primeiro laboratório fotográfico da universidade. Com o fechamento da UNB em 1965, Bodanzky foi trabalhar na revista Manchete e no Jornal da Tarde. No ano seguinte, custeou os estudos de cinema na Alemanha trabalhando como fotógrafo do jornal Ulmer Donauzeitung. Em 1968, de volta ao Brasil, foi freelancer das revistas Íris e Realidade e, no começo dos anos 1970, integrou a agência de publicidade Maitiry, de Fernando Lemos, Audálio Dantas e George Torok, onde recebeu a encomenda de fotografar São Paulo para um relatório da prefeitura.