Title: Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com crianças
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Marcel Gautherot
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Santuário Diocesano do Bom Jesus de Matosinhos, com crianças
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1957(Data de produção)
1956 - 1959(Datas-limite)
Igreja de Bom Jesus do Matosinhos, cuja construção foi iniciada em 1757, na então Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Congonhas, hoje Congonhas do Campo, pelo português Feliciano Mendes. Foi inspirado nos santuários do Bom Jesus do Matosinhos, nas imediações da Cidade do Porto, e do Bom Jesus de Braga, ambos em Portugal. Os destaques do santuário mineiro são os 12 profetas feitos em pedra sabão por Aleijadinho dispostos no adro da igreja e as capelas que representam os Passos da Paixão de Cristo, com imagens do artista mineiro, ao longo da encosta do Morro do Maranhão.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(height) x 6(width)(imagem)
Escultura, Igrejas e capelas, Arte Sacra, Externa, Diurna
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
http://www.santuariodematosinhos.com.br/
http://200.144.182.66/aleijadinho/santuariobomjesus/
The 12 Prophets of Antonio Francisco Lisboa "O Aleijadinho", MEC, 1958
http://200.144.182.66/aleijadinho/santuariobomjesus/
The 12 Prophets of Antonio Francisco Lisboa "O Aleijadinho", MEC, 1958
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
Requer liberação de direitos junto ao detentor indicado no Copyright
